CORONAVÍRUS: AÇÕES EM SP

COMUNICADO AO PÚBLICO

Saiba como escolher, armazenar e preparar adequadamente o seu pescado

Referência no Brasil, programa do IP monitora a produção pesqueira na costa de São Paulo

Boletim do Instituto de Pesca: pioneirismo nas áreas de Pesca, Aquicultura e Limnologia

Notícias

Número de publicações científicas aumenta durante a pandemia

BIP

A pandemia da Covid-19, doença provocada pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2), tem feito pesquisadores e cientistas trabalharem incessantemente pela busca de uma vacina para a cura da doença e de medicamentos que amenizem os sintomas dos pacientes contaminados.

Diante deste cenário, além da prática das pesquisas, prevê-se que o mercado editorial científico aumente significativamente o número de publicações. Diversas editoras e plataformas estão dando acesso a artigos científicos sobre a Covid-19 – inclusive os chamados preprints (que não são submetidos à criteriosa avaliação e revisão de editores) – a fim de colaborar com os profissionais que estão em busca da cura para a doença.

O Instituto de Pesca (IP-APTA), órgão de pesquisa vinculado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, possui uma publicação de acesso aberto, o Boletim do Instituto de Pesca (BIP), primeira revista científica focada nas áreas de Pesca, Aquicultura e Limnologia no Brasil, a qual apresenta uma visão histórica do desenvolvimento das pesquisas em Pesca e Aquicultura no Brasil e no exterior.

Ainda que o Boletim não seja voltado especificamente à área de saúde humana, existem publicações de extrema importância para a sanidade de alimentos nativos do meio aquático, o que contribui para assegurar a qualidade do pescado consumido pelas pessoas.

De acordo com Helenice Pereira de Barros, pesquisadora científica e editora assistente do Boletim do Instituto de Pesca, os artigos continuam chegando e “assim como as pesquisas, a produção de artigos científicos não para. Quanto ao Boletim do Instituto de Pesca, nossa equipe permanece trabalhando, e na segunda quinzena de abril publicaremos o novo volume”, explica a editora.

 

Por: Gabriela Souza - CECOM - Instituto de Pesca

Foto: Instituto de Pesca

Secretaria de Agricultura disponibiliza e-book com dicas de como montar aquário com garrafa pet

aquario pet

Com a suspensão das aulas em meio à pandemia do novo coronavírus, as famílias estão procurando atividades para entreter e divertir as crianças, durante o período de isolamento social recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Ministério da Saúde do Brasil.

Nesse momento, o desafio de conciliar a rotina de trabalho em casa com o entretenimento para as crianças é grande. Pensando nisso, o Instituto de Pesca (IP-APTA), órgão vinculado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, que está com as visitações do seu Aquário suspensas, conforme determinação do Governo, preparou um e-book com dicas de como montar um aquário com garrafa pet em casa. Veja!

A dica é que o aquário seja feito durante o final de semana, período em que os pais têm mais tempo para dar atenção aos filhos. Mas nada impede que os adultos também possam fazer a atividade e ter um peixe ornamental em seu home office.

Vale lembrar que o material utilizado é uma opção reciclável e barata, que pode ser aproveitado também em outras atividades. Use a imaginação e a criatividade!

 

Por: Thaiane Muniz – CECOM – Instituto de Pesca

Foto: Gabriela Pereira

Instituto de Pesca desenvolve pesquisa com pescado selvagem

pepino4

Pesquisadores do Instituto de Pesca (IP-APTA), órgão vinculado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, apresenta pesquisa com pescado selvagem para alimentação do brasileiro.

Dentro dos objetivos para o desenvolvimento sustentável temos como prioridade global atingir a segurança alimentar e acabar com a desnutrição. A importância da pesca nos sistemas alimentares locais e globais e a sua contribuição para a nutrição e saúde, particularmente para os menos favorecidos, nem sempre tem seu valor reconhecido.

Por outro lado, o desenvolvimento e lançamento de novos produtos alimentares têm aumentado significativamente na indústria alimentícia mundial, por motivos como a globalização, o aumento das exigências do mercado e da valorização dos processos de produção por parte dos consumidores.

As novas tecnologias, ligadas ao fluxo de informação e de transportes, permitem que novos produtos sejam distribuídos cada vez mais rapidamente em diferentes mercados, fato que tem gerado modificações nos hábitos de consumo alimentar em todo o mundo. Pode-se dizer que o consumo de determinados alimentos se tornou globalizado, como é o caso do salmão de cultivo.

De acordo com Andréia Marize Rodrigues, que estudou a concentração de micro e pequenas empresas de alimentos do município de Marília – SP, no Departamento de Engenharia Mecânica da USP – São Carlos, as empresas de alimentos orientadas para os clientes são relativamente inovadoras e trabalham com um tempo de resposta cada vez menor e mais eficiente, possibilitando o aparecimento de um novo padrão de produção, baseado num novo padrão de consumo. 

Atualmente, observamos mudanças nos produtos, nos processos de fabricação e na forma de organização das empresas. Tais mudanças assumem grande importância em razão da capacidade de discernimento dos consumidores quanto à qualidade, aparência, funcionalidade e ao valor dos produtos que adquirem.

A qualidade é fator determinante no mercado de alimentos, garantindo a sustentabilidade da cadeia de produção. No caso do pescado nacional, os consumidores brasileiros ainda têm pouca informação disponível, não sendo tão exigentes quanto aos vários aspectos da qualidade desse alimento, a qual já é impactada na sua origem, uma vez que o pescado reflete a qualidade do ambiente onde foi colhido ou capturado.

No caso do pescado de extrativismo também temos que estar atentos aos períodos de defeso, ou seja, quando a espécie não está liberada à captura, uma vez que se encontra no período reprodutivo, como o Pargo (Lutjanus purpureus) que não pode ser capturado de 15 de dezembro a 30 de abril. Informações sobre o período de defeso de outras espécies podem ser acessadas por meio do site do Instituto de Pesca, clicando aqui.

A origem do pescado vai impactar diretamente a sua qualidade e a segurança do consumidor, enquanto a atenção ao defeso impactará positivamente no controle dos estoques pesqueiros.

Apesar dos números indicarem um crescente consumo de pescado em geral, grande parte do pescado consumido no mercado interno é estrangeiro. Mas o controle dos estoques pesqueiros é de grande valia para o país, uma vez que temos uma gama de espécies sendo exploradas, inclusive pela pesca internacional. No entanto, muitas delas apresentam estoques reduzidos.

Um exemplo atual do impacto do consumo sobre os estoques são os pepinos-do-mar, que são considerados uma iguaria dietética e muito utilizados pelos asiáticos, ao longo de muitos séculos, na cura medicinal.

No Brasil, o pepino-do-mar é uma das espécies foco do Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Ambientes Coralíneos (PAN Corais). De acordo com informações do Livro Vermelho de Invertebrados Aquáticos, as populações vêm apresentando redução. A não regulamentação na exportação levou ao esgotamento e medidas para a conservação se tornam urgentes, uma vez que a espécie está ameaçada de extinção ou de sobre-exploração.

No litoral de São Paulo, a atividade extrativa e o comércio informal de pepinos-do-mar Holothuria grisea ocorrem no litoral norte e nas áreas adjacentes aos costões rochosos na Baía de Santos-SP.

Holothuria grisea

Espécie Holothuria grisea

 

Neste sentido, o Centro Avançado de Pesquisa do Pescado Marinho do Instituto de Pesca, vem avançando com o Monitoramento das espécies marinhas associadas aos costões rochosos e capturadas na Baía de Santos, projeto coordenado pelo pesquisador Luiz Miguel Casarini, no qual a Unidade Laboratorial de Tecnologia do Pescado, em parceria com o Instituto Adolfo Lutz, realizou um diagnóstico higiênico sanitário e o levantamento dos aspectos nutricionais e de mercado dos pepinos-do-mar, entre outras espécies da região.

Os dados parciais do projeto indicam que o comércio informal desses organismos incorre em risco à saúde dos consumidores e à extinção da espécie. Assim, a informação quanto à origem do pescado é requisito para a garantia da segurança no seu consumo e da sustentabilidade na sua produção.

A ideia do grupo agora é avançar no incentivo para desenvolvimento do potencial zootécnico e uma proposta de produto à base de pepino-do-mar para o comércio nacional, bem como, com a qualificação desse produto para o consumo, com vistas à prospecção de mercado e ao estímulo de seu cultivo.

 

Por: Erika Fabiane Furlan – Pesquisadora Científica do Centro Avançado de Pesquisa do Pescado Marinho – Instituto de Pesca

Foto: PxHere e Erika Fabiane Furlan (Holothuria grisea)

 

Pescadores e aquicultores estão mais próximos de receber auxílio emergencial

WhatsApp Image 2020 04 02 at 10.17.18

O Senado aprovou na quarta-feira (1º) nova proposta para o pagamento do auxílio a trabalhadores de outras categorias, incluindo pescadores e aquicultores para receber o pagamento de auxílio financeiro emergencial de R$ 600, além de homens na mesma situação das mulheres que administram casa e família sozinhas, mães adolescentes, feirantes, técnicos agrícolas, autônomos de educação física, taxistas, motoristas de aplicativos.

Desde o anúncio do Governo Federal sobre alguns trabalhadores do país, e da aprovação da proposta do Senado na última segunda-feira (30), diversas dúvidas surgiram relacionadas a quem seriam os beneficiados. 

Incertos de que seriam incluídos, pescadores e aquicultores, representados por suas lideranças, enviaram, no mesmo dia da aprovação, um documento ao Senado, solicitando que a categoria fosse contemplada, ainda que alguns trabalhadores não tenham o Registro Geral da Pesca (RGP). Outra solicitação feita foi para inclusão dos que ainda aguardam liberação do INSS referente ao pagamento do seguro defeso de 2019.

É importante ressaltar que a proposta ainda está em tramitação, dependendo do aval da Câmara de Deputados. Enquanto isso não acontece, os trabalhadores da categoria aguardam com a calma e confiança que um pescador precisa ter durante a pescaria.

 

Por: Gabriela Souza – CECOM – Instituto de Pesca

Imagem: acervo Instituto de Pesca

Agenda

Curso Manutenção, criação e reprodução de peixes ornamentais de água doce

Data:   21 de novembro de 2020

Horário: 8h30 às 18h

Realização: Centro de Pesquisa de Aquicultura do Instituto de Pesca

Breve Resumo: Proporcionar a construção de conhecimentos técnicos, em nível básico, sobre montagem e manutenção de aquários, apresentar diretrizes para criação comercial e técnicas de reprodução das principais espécies de peixes ornamentais de água doce, mantidas em cativeiro.

Público-alvo: estudantes, hobistas, proprietários e/ou funcionários de lojas de aquarismo, potenciais criadores comerciais e outros interessados em noções de manutenção, criação e reprodução de peixes ornamentais de água doce.

Coordenação: Mauricio Keniti Nagata – Pesquisador Científico do Instituto de Pesca de SP

Número de Vagas: 30

Investimento: R$ 150,00 profissionais, R$ 75,00 estudantes

Informações sobre inscrições/pagamento: falar com Cibele, telefone: (11) 3871-7588 - Inscrições - clique aqui 

Local: Auditório do Instituto de Pesca – São Paulo

Endereço: Av. Francisco Matarazzo, 455 – Parque da Água Branca – Barra Funda – SP.

Programação

Montagem e Manutenção de aquários

Palestrante: Júlio Cézar Ghisolfi (Biólogo e criador de peixes ornamentais)

8h30 - Recepção e entrega de material

9h - Introdução, materiais e equipamentos para montagem de aquários; parâmetros físico-químicos da água

10h30 - Coffee break

11h - Manejo periódico para manutenção, saúde dos peixes

12h30 - Almoço

 

Técnicas de reprodução de peixes ornamentais de água doce

Palestrante: Maurício Keniti Nagata -  Pesquisador Científico do IP

14h – Visita ao Aquário do IP e à área de manutenção e reprodução de organismos aquáticos ornamentais do IP. Requisitos para criação comercial de peixes ornamentais. Técnicas de reprodução de peixes “vivíparos” (guppy, espada, plati), “killifishes” (australe, gardineri, notobrânquio) e “ciprinídeos” (carpa, kingyo, barbos, paulistinha - zebra danio)

15h30 – Coffee break

16h – Técnicas de reprodução de espécies de “caracídeos” (tetras, neon), “anabantídeos” (beta, tricogáster, colisa), ciclídeos (bandeira, disco, africanos, anões) e “catfishes” (cascudo, coridoras). Larvicultura.

18h – Encerramento

Incluído no curso

- Material de apoio – pasta, bloco, caneta

- Coffee break nos intervalos

- Certificado digital

 

Curso a Distância sobre Criação de Camarões de Água Doce – Módulo Básico

Data: fluxo contínuo

Realização: Centro de Pesquisa de Aquicultura/UPD Pirassununga /Instituto de Pesca/APTA/SAA

Breve Resumo: o curso on-line inclui uma apostila em arquivo PDF (download diretamente do site da FUNDAG, após confirmação do pagamento), a qual deverá ser estudada pelo aluno de forma autônoma, para que, posteriormente, faça uma avaliação a distância, como aferição do aproveitamento, e posterior emissão do Certificado. O aluno terá a oportunidade de sanar dúvidas por meio de visita previamente agendada à UPD de Pirassununga.

Modalidade: híbrida (on-line e presencial), com visita à UPD de Pirassununga (mediante agendamento prévio e interesse)

Destinatários: produtores rurais, técnicos da área de aquicultura, estudantes e investidores em geral.

Coordenação: Marcello Villar Boock e Helcio Luis de Almeida Marques (Instituto de Pesca)

Apoio: Fundag

Número de Vagas: ilimitado

Investimento: R$ 200,00

Inscrições: https://cursosfundag.com.br/cursos/criacao-de-camaroes-de-agua-doce/ 

Informações: (19) 3739-8035

Endereço: Unidade de Pesquisa e Desenvolvimento de Pirassununga (UPD de Pirassununga), Av. Virgilio Baggio, 85 - Cachoeira de Emas - Pirassununga (SP)

Programação: Fatores limitantes ao cultivo (clima, água, solo, logística). Características e construção de viveiros. Preparo dos viveiros (limpeza do lodo, calagem, adubação). Povoamento (sistemas monofásico e bifásico), predadores, manejos alimentar e hídrico, biometrias. Despescas seletiva e total. Comercialização. Viabilidade econômica do cultivo. Técnicas de processamento e marketing.

Curso teórico-prático de Controle da Qualidade do Pescado

Data: 6 e 7 de Agosto de 2020
Horário: 8h às 17h
Realização: Centro Avançado de Pesquisa do Pescado Marinho
Breve Resumo: O curso enfoca a qualidade do pescado como fator determinante nas características do produto final. São discutidos conceitos e fatores de qualidade do pescado, dando-se ênfase aos parâmetros de avaliação. São realizadas as análises mais importantes voltadas à qualidade do pescado para o consumo, bem como, a leitura e a interpretação dos resultados destas análises.
Local: Departamento de Agroindústria de Alimentos, Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" - Universidade de São Paulo (ESALQ/USP).
Destinatários: Profissionais dos setores de controle de qualidade, pesquisa, desenvolvimento de pescado e seus derivados, professores e estudantes da área.
Apoio: Lex Experts Food Business Solutions, Christeyns Brasil e FUNDEPAG.
Coordenação: Dra. Érika Fabiane Furlan (Instituto de Pesca)
Número de Vagas: 40
Investimento: Até 30/01/2020: R$1.000,00 profissionais e R$ 500,00 estudantes e servidores públicos. A partir de 01/02/2020: R$ 1.200,00 - profissionais; R$ 600,00 – estudantes e servidores público.

Inscrição: http://eventos.fundepag.br/pagina.php?link=536d4420013605770636576b013f0532
Informações: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. (13) 3261-2653 (Érika)
Endereço: Av. Pádua Dias, 11 - Cx. Postal 9 - Piracicaba - SP CEP 13418-900
Equipe técnica: Dra. Erika Fabiane Furlan (coord. IP), MSc.Sarah de Oliveira (Lex Experts), Dra. Juliana Antunes Galvão (ESALQ/USP), Dr.Daniel Vasquez Sanchez (ESALQ/USP) e Carla Lima Gomes (Christeyns Brasil), Dra. Renata Miranda de Carvalho (MAPA).

Programação:
Dia 06/08/2020
8h – Inscrição e entrega de material
8:30h – Abertura: Apresentação da equipe técnica do curso e programa
9h – Qualidade do pescado: fatores intrínsecos e extrínsecos ao pescado
10:15h – Boas práticas e regulação voltada a qualidade do pescado
11:15h – A análise de histamina no dia a dia da indústria
12:30h – Almoço livre
14:00h – Principais métodos analíticos para aferição da qualidade do pescado
14:30h – Parasitas em Pescado: legislação e técnicas de pesquisa
16:00 Aulas práticas: principais métodos físico-químicos para aferição da qualidade do pescado e pesquisa de parasitas.
17:30h – Café com prosa


Dia 07/08/2020
8h – Riscos microbiológicos na cadeia produtiva do pescado
9:30h – Inovação tecnológica no controle microbiológico do pescado
11:00h – Rastreabilidade na cadeia produtiva do pescado: ferramenta a serviço da qualidade
12:30h – Almoço livre
14:00h – Aula prática: métodos de coleta de amostras e detecção dos principais agentes patogênicos
16:30h – Roda de conversa.
17:00h - Encerramento

IP Na Mídia

Instituto de Pesca dá dica de receita para fazer durante a quarentena

Em tempos de pandemia de COVID-19, a orientação do Governo do Estado, baseado em autoridades sanitárias é para que a população permaneça em casa, como forma de prevenção à disseminação do vírus, o que está fazendo com que muita gente substitua a ida aos restaurantes e bares pela cozinha de casa. Apesar da prática já fazer parte da rotina da ampla maioria dos brasileiros, as pessoas se acostumaram a comer fora ou a pedirem comida pelos aplicativos de entrega rápida.

Nessas horas, preparar a própria refeição pode ser um aliado não apenas para trazer nutrição e benefícios à saúde, como também transformar o momento em um passatempo junto à família.

Para ajudar nesse momento, a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, por meio do Instituto de Pesca (IP-APTA), fez uma seleção de receitas publicadas em seus livros, para que as pessoas enfrentem este período de forma ainda mais saudável.

Todas as receitas estão disponíveis nos livros que se encontram no site do Instituto e podem ser baixados a qualquer momento. Os ingredientes, além de simples e de alta densidade nutricional, podem ser facilmente substituídos.

Confira a seguir a receita de Strogonoff de Pescada como estímulo para começar a aproveitar o tempo disponível em casa.

Strogonoff pescada

Tempo: 1h

Rendimento: 4 Porções

Peso da porção: 315g

Valor calórico da porção: 356 Kcal

INGREDIENTES

4 filés de pescada branca (200g)

½ limão (40g)

Sal a gosto

1 cebola grande (190g)

2 dentes pequenos de alho (4g)

8 ramos de salsinha (8g)

3 colheres (sopa) de margarina (60g)

2 colheres (sopa) de farinha de trigo (20g)

1 lata de molho de tomate (340g)

1 colher de (sopa) de molho inglês (15ml)

1 lata de creme de leite (300g)

1 vidro pequeno de champignons (100g)

MODO DE PREPARO 

Lave e corte os filés de pescada em cubos. Lave e esprema o limão e reserve.

Tempere o peixe com o suco de limão e o sal, deixando-o marinar na geladeira por aproximadamente 30 minutos.

Lave, descasque e pique a cebola e o alho. Lave, higienize e pique a salsinha e reserve.

Em uma panela, aqueça a margarina, adicione farinha de trigo e deixe cozinhar, mexendo sempre até a farinha começar a dourar. Adicione a cebola e o alho e deixe refogar.

Acrescente o molho de tomate, o sal, o molho inglês, o peixe e o champignon, deixando cozinhar até ferver. Adicione o creme de leite e a salsinha, apague o fogo e sirva.

Esta receita também pode ser preparada com outras opções de peixes, como a tilápia e a pescada amarela.

Para ter acesso a todos os e-books publicados pelo Instituto de Pesca e seus parceiros clique aqui.

Bom apetite!

Imagem: Livro Pescado: saúde e nutrição

 

Fonte: C&O Agro, Março/2020 (https://ceoagro.com.br)

Para acessar a notícia clique aqui

SP: coronavírus – Instituto de Pesca dá dica de receita para fazer durante a quarentena

Em tempos de pandemia de Covid-19, a orientação do Governo do Estado, baseado em autoridades sanitárias é para que a população permaneça em casa, como forma de prevenção à disseminação do vírus, o que está fazendo com que muita gente substitua a ida aos restaurantes e bares pela cozinha de casa. Apesar da prática já fazer parte da rotina da ampla maioria dos brasileiros, as pessoas se acostumaram a comer fora ou a pedirem comida pelos aplicativos de entrega rápida.

Nessas horas, preparar a própria refeição pode ser um aliado não apenas para trazer nutrição e benefícios à saúde, como também transformar o momento em um passatempo junto à família.

Para ajudar nesse momento, a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, por meio do Instituto de Pesca (IP-Apta), fez uma seleção de receitas publicadas em seus livros, para que as pessoas enfrentem este período de forma ainda mais saudável.

Todas as receitas estão disponíveis nos livros que se encontram no site do Instituto e podem ser baixados a qualquer momento. Os ingredientes, além de simples e de alta densidade nutricional, podem ser facilmente substituídos.

Confira a seguir a receita de Strogonoff de Pescada como estímulo para começar a aproveitar o tempo disponível em casa.

Strogonoff pescada
Tempo: 1h

Rendimento: 4 Porções

Peso da porção: 315g

Valor calórico da porção: 356 Kcal


INGREDIENTES

4 filés de pescada branca (200g)

½ limão (40g)

Sal a gosto

1 cebola grande (190g)

2 dentes pequenos de alho (4g)

8 ramos de salsinha (8g)

3 colheres (sopa) de margarina (60g)

2 colheres (sopa) de farinha de trigo (20g)

1 lata de molho de tomate (340g)

1 colher de (sopa) de molho inglês (15ml)

1 lata de creme de leite (300g)

1 vidro pequeno de champignons (100g)


MODO DE PREPARO

Lave e corte os filés de pescada em cubos. Lave e esprema o limão e reserve. Tempere o peixe com o suco de limão e o sal, deixando-o marinar na geladeira por aproximadamente 30 minutos. Lave, descasque e pique a cebola e o alho. Lave, higienize e pique a salsinha e reserve. Em uma panela, aqueça a margarina, adicione farinha de trigo e deixe cozinhar, mexendo sempre até a farinha começar a dourar. Adicione a cebola e o alho e deixe refogar. Acrescente o molho de tomate, o sal, o molho inglês, o peixe e o champignon, deixando cozinhar até ferver. Adicione o creme de leite e a salsinha, apague o fogo e sirva.

Esta receita também pode ser preparada com outras opções de peixes, como a tilápia e a pescada amarela.

Para ter acesso a todos os e-books publicados pelo Instituto de Pesca e seus parceiros clique aqui.

 

Fonte: Página Rural, Março/2020 (http://www.paginarural.com.br)

Para acessar a notícia clique aqui

 

Estado monitora e apoia a cadeia do pescado em tempos de COVID-19

Secretaria de Agricultura e Abastecimento planeja estratégias para reduzir impacto da doença causada pelo novo coronavírus

Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado, por meio do Instituto de Pesca (IP), tem buscado informações diárias com as associações, cooperativas e órgãos do setor, de modo a planejar e criar estratégias para minimizar os impactos nas atividades da pesca artesanal e industrial, assim como nas da aquicultura, originados pela pandemia da COVID-19, doença causada pelo novo coronavírus.

O pesquisador-científico e assessor da Diretoria do Instituto de Pesca, Gianmarco Silva David, afirma que a produção de alimentos está entre as atividades essenciais listadas pelas autoridades competentes e, portanto, não pode parar.

“A manutenção do funcionamento das cadeias produtivas do pescado é fundamental para que a população tenha acesso continuado à alimentação de qualidade. Reconhecida a gravidade da pandemia global em curso, as atividades de pesca e aquicultura devem ser desenvolvidas com o mínimo de pessoas necessárias para o pleno funcionamento, poupando as atividades que não são essenciais agora”, afirma.

“Não podemos perder de vista o referencial de preservação da vida humana, por isso a produção precisa continuar, porém, sempre observando os protocolos de biossegurança para preservar a saúde dos trabalhadores”, acrescenta.

Litoral

Segundo associações da pesca extrativista no litoral de São Paulo e dos agentes de monitoramento do IP, pescadores de algumas localidades do litoral sul, como Ilha Diana e Monte Cabrão (Santos), Praia Grande e Canto do Forte (São Vicente), Perequê, Astúrias, Vicente de Carvalho e Santa Cruz dos Navegantes (Guarujá), Praia do Costão, Ilha do Guaraú e Praia do Centro (Peruíbe) têm como maior desafio saber as determinações oficiais para que possam continuar as atividades com legalidade e segurança.

Praia Grande, por exemplo, teve dois pontos liberados para os pescadores. Peruíbe e Itanhaém também começaram a ter mais atividade nos últimos dias. Em outras regiões, entretanto, trabalhadores ainda encontram dificuldades para manter o fluxo de produtos. Os profissionais que trabalham com a pesca de arrasto estão seguros em casa, já que o período de defeso está em vigor até 31 de maio de 2020.

Em Ubatuba, cidade do litoral norte, a pasta, além de fornecer orientações de segurança e higiene, estabeleceu diversas medidas para a continuidade do funcionamento dos estabelecimentos abertos, como o Mercado Municipal de Peixe, que atende com redução de horário; de número de boxes; de atendentes por box (os com mais de 60 anos não estão presentes); além de ter criado uma faixa de distanciamento de um metro entre o pescado exposto e o público,  para que as pessoas não encostem ou falem perto dos alimentos.  O cliente só ultrapassa a faixa quando paga ou pega a mercadoria.

Abastecimento

População, trabalhadores e órgãos relacionados ao setor de pesca e aquicultura estão preocupados com o abastecimento de pescado, uma vez que o isolamento tem sido necessário e, em algumas localidades, a atividade precisou ser interrompida.

Contudo, de acordo com a secretaria, os alojamentos ainda têm muitos produtos, mesmo sendo seus maiores compradores os restaurantes e redes de alimentação rápida, que têm mudanças no funcionamento. Segundo Francisco Medeiros, diretor-presidente da Peixe BR, em apenas um dia 2 mil toneladas de peixes foram para frigoríficos e estabelecimentos comerciais, 3 mil toneladas de ração foram fabricadas e 4 milhões de alevinos foram transportados para fazendas de engorda, a fim de se desenvolverem e estarem em breve sendo oferecidos à população.

“O mercado está muito aquecido para o consumo de ração para peixes, sobretudo para a tilápia, em função do período de quaresma. Alguns se mostram preocupados com a produção de ração, por acharem ser o milho e a soja seus principais ingredientes, os quais estão em alta há meses, e, em virtude disso, acreditam que ela possa faltar ou sofrer aumento também; dificultando a engorda dos peixes que ainda estão em água”, salienta o pesquisador-científico Giovani Sampaio Gonçalves, especialista em alimentação e nutrição de peixes, que continua as atividades de pesquisa no Centro Avançado de Pesquisa do Pescado Continental, do IP. Entretanto, ele explica que o ingrediente principal da ração para peixes é a farinha de origem animal, ou seja, de carne bovina.

Agronegócio

A preocupação de que esse tipo de farinha falte é legítima, uma vez que os abatedouros de bovinos estão diminuindo as atividades. Aditivos, aminoácidos e vitaminas também estão sendo prejudicados com a alta do dólar e importações paradas.

“Não se pode afirmar que o abastecimento do pescado não se manterá por causa disso, uma vez que existem outros ingredientes como a farinha de vísceras de aves e a farinha de pena, por exemplo. Além disso, certamente os fabricantes deverão propor mudanças nas formulações para suprir a falta de matéria-prima, caso seja necessário”, diz Giovani Sampaio Gonçalves.

O secretário de Agricultura e Abastecimento, Gustavo Junqueira, afirma que o agro não pode parar e que é fundamental adotar certas medidas para o sustento da produção, com segurança. “Essas são algumas ações que estamos adotando em São Paulo para garantir o funcionamento de toda a cadeia do agronegócio, na qualidade de atividade essencial para a população, economia e saúde. Temos defendido e tomado medidas para apoiar o setor, mantendo a geração de renda e empregos, e, ao mesmo tempo, zelando pela segurança e saúde de todos que atuam nessas atividades e dos próprios consumidores”, destaca.

 

Fonte: Portal do Governo do Estado de São Paulo, Março/2020 (https://www.saopaulo.sp.gov.br)

Para acessar a notícia clique aqui

Endereço IP

Previsão do Tempo