Coronavírus: ações em SP

Comunicado ao público

Saiba como escolher, armazenar e preparar adequadamente o seu pescado

Referência no Brasil, programa do IP monitora a produção pesqueira na costa de São Paulo

Boletim do Instituto de Pesca: pioneirismo nas áreas de Pesca, Aquicultura e Limnologia

Notícias

Secretaria de Agricultura e Abastecimento de SP faz diagnóstico inédito das pesquisas desenvolvidas em seus Institutos

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Levantamento mostrou alto desempenho na atuação com os principais produtos do agro estadual; Discussões serviram de base para nova organização da programação científica da Pasta

As pesquisas científicas Institutos ligados à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo possuem alto desempenho junto às cadeias de produção da cana-de-açúcar, citros, bovinocultura, grãos, aquicultura, olericultura e plantas aromáticas e medicinais, além de abelha e mel. É o que mostra a publicação inédita Planeja PD&I: Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação nos Institutos da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, que traz um diagnóstico das atividades de pesquisa, desenvolvimento, inovação e transferência de tecnologia nos seis Institutos e 11 Polos Regionais que formam a Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA). Clique aqui para acessar a publicação completa.

            O objetivo da publicação foi realizar um diagnóstico e a construção de planos de ação visando o planejamento, gestão e a governança das atividades de PD&I da Secretaria nas principais cadeias de produção do agronegócio paulista e brasileiro. As discussões para o desenvolvimento do diagnóstico estão sendo realizadas há um ano e meio por pesquisadores e lideranças do Instituto Agronômico (IAC), Instituto Biológico (IB), Instituto de Economia Agrícola (IEA), Instituto de Pesca (IP), Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL), Instituto de Zootecnia (IZ) e APTA Regional, com seus 11 Polos de pesquisa.

            Ao todo, 18 cadeias de produção do agro foram avaliadas, em 18 eventos realizados em 2019, que reuniram público de 952 pessoas, sendo 78,3% delas oriundas dos Institutos da APTA e 21,7% de outras unidades da Secretarias e instituições externas. Para o diagnóstico foram consideradas 29 variáveis e 12 indicadores de PD&I. Os dados coletados correspondem ao período de 2015 a 2018, tendo sido contabilizadas as produções de 75 grupos de pesquisa distribuídos nos seis Institutos e na APTA Regional.

            Segundo o diretor do IAC, Marcos Antônio Machado, que liderou a realização das discussões e elaboração da publicação, é urgente identificar oportunidades de inserção das instituições de pesquisa no setor do agro e desenvolver mecanismos que permitam o planejamento, gestão e governança das atividades de pesquisa, em prol do desenvolvimento do agro paulista, incorporando elementos como integração institucional, metas e avaliação de efetividade e impacto dos estudos científicos.

            “É cada vez mais evidente a importância da ciência e da tecnologia para o desenvolvimento sustentável do agronegócio brasileiro. Se ele adquiriu o atual status, tornando o Brasil um dos principais fornecedores de alimentos para o mundo, tem sido graças à incorporação crescente dos resultados da pesquisa científica e tecnológica em todas as suas cadeias de produção. Esse é um processo dinâmico, cujos desafios crescem à medida que aumenta a demanda por alimentos e a imperiosa necessidade de sustentabilidade nas atividades do agro”, afirma Machado.

            De acordo com o diretor do IAC, as instituições públicas de ciência e tecnologia do agronegócio nascidas desde a época do império, como é o caso do IAC, existem até hoje porque cumpriram a contento suas missões. “No entanto, as transformações atuais também têm impactado essas instituições, exigindo profundas transformações dos modelos de geração de conhecimento e transferência de tecnologia praticados até então. Não basta gerar conhecimentos, soluções e tecnologias promissoras se não forem efetivamente transferidas”, explica.

            Para o coordenador da APTA, Antonio Batista Filho, as atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação dos Institutos que compõem a Agência estão focadas nas cadeias de produção do agronegócio e em áreas temáticas, que ofertam soluções, tecnologias e serviços complementares. “Os trabalhos realizados envolveram pesquisadores e demais atores das cadeias produtivas e áreas temáticas, buscando consolidar resultados, panoramas, diagnósticos e prospecção de áreas para atuação. A partir desse trabalho também conseguimos integrar mais as equipes de pesquisadores, um ponto chave para a gestão dos Institutos”, afirma.

Nova organização da pesquisa da APTA

            As discussões que levaram ao diagnóstico das pesquisas desenvolvidas pela APTA foram fundamentais para que fosse pensada uma nova programação de pesquisa no âmbito da Agência.

Ao todo, foram definidas três áreas estratégicas para atuação: inovação e tecnologias emergentes; sustentabilidade e segurança alimentar. “Nessas três áreas, temos 13 programas com temas agregadores, que integram as pessoas. Esses temas são abrangentes para que todos se vejam nessa organização, que está alinhada às diretrizes da Secretaria, com vários pontos convergentes ao Cidadania no Campo”, explica Machado, referindo-se ao projeto que norteia as ações da Secretaria de Agricultura.

Essa nova organização de trabalho já está em funcionamento, mas o processo total de implementação das ações deve ocorrer em até um ano. “É ilusório pensar que vamos resolver os problemas sozinhos, precisamos trabalhar em rede e transferir nossos resultados para os usuários das tecnologias”, diz Machado.

A integração definida na nova programação não deve ocorrer apenas entre os pesquisadores e seus Institutos e unidades regionais, mas também em outras coordenadorias da Secretaria, como a Coordenadoria de Desenvolvimento Rural Sustentável (CDRS), Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA) e Coordenadoria de Desenvolvimento dos Agronegócios (Codeagro).

Institutos têm alto desempenho nas principais cadeias do agro paulista

            O levantamento mostrou o alto desempenho dos Institutos de Pesquisa da APTA nas principais cadeias do agro paulista. De acordo com a metodologia da publicação, por alto desempenho entende-se a demonstração de maior capacidade de contribuição para a cadeia em pesquisa, desenvolvimento, inovação e transferência de tecnologia.

            A cana-de-açúcar, por exemplo, é o principal produto do agronegócio estadual, segundo o IEA, com valor de produção de R$ 30,3 bilhões em 2019. Nesta cadeia, as pesquisas conduzidas pelo IAC, IB, IEA e APTA Regional tiveram alto desempenho.

            O VPA da carne bovina em São Paulo foi de R$ 10 bilhões em 2019, ficando na segunda colocação no ranking estadual. A cadeia de bovinocultura também teve destaque na produção científica da APTA, alcançando alto desempenho na APTA Regional, IB, ITAL e IZ.

            Destaque também para a cadeia dos citros, com alto score de atuação no IAC e IB. A laranja para a mesa, por exemplo, tem o terceiro maior VPA estadual, com valor de R$ 5,3 bilhões.

            Há destaque também para as cadeias de aquicultura e pesca, em que o IP teve alto desempenho, além de olerícolas e plantas aromáticas e medicinais no IEA e ITAL.

            Outros pontos fortes identificados foi a atuação na cadeia do mel e abelha pela APTA Regional, na da seringueira pelo IAC e APTA Regional, feijão, milho e soja no IAC, além de leite no IB, ITAL e IZ.

 

Por Fernanda Domiciano

Assessoria de Imprensa – APTA

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Dia das Crianças: visite de forma virtual as exposições Planeta Inseto e Museu de Pesca

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Secretaria de Agricultura e Abastecimento de SP garante diversão e conhecimento dentro de casa

A restrição de visitas a museus devido à pandemia do novo coronavírus não impedirá que as crianças comemorem seu dia com diversão e conhecimento. É que os museus de ciência da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo podem agora ser visitados de forma virtual, de dentro de casa.

A nova modalidade permite que o público mate a saudade do Planeta Inseto, único zoológico de insetos do Brasil, mantido pelo Instituto Biológico (IB-APTA), e do Museu de Pesca, uma das principais atrações turísticas de Santos, mantido pelo Instituto de Pesca (IP-APTA).

A versão virtual das duas exposições conta com uma réplica da estrutura física dos espaços, contendo em cada ambiente parte do acervo real, que são visitados por mais de 80 mil pessoas anualmente.

Planeta Inseto

Os visitantes podem ter acesso a informações sobre formigas, abelhas, bicho-da-seda, bicho-pau, baratas e besouros. Além disso, podem conhecer os insetos de importância médica, saber o que é controle biológico e ver como funciona um laboratório entomológico.

“É possível ainda aprender as características que diferenciam um inseto de outros animais, como o corpo dividido em três partes (cabeça, tórax e abdômen), um par de antenas e três pares de pernas. Essa é uma das dúvidas mais comuns dos visitantes da exposição física”, conta Mário Kokubu, educador do Planeta Inseto e responsável pela pesquisa de conteúdo da exposição virtual.  No ambiente online, os visitantes podem ainda assistir a vídeos, ver fotos e toda a ambientação das salas físicas do Museu do IB.

De acordo com Harumi Hojo, coordenadora do Planeta Inseto e assessora da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), a visitação virtual é importante a curto prazo, devido à pandemia, mas também a longo prazo. “Com esse projeto, pessoas de fora da cidade de São Paulo podem conhecer a exposição e saber mais sobre os insetos, que são muito importantes para o meio ambiente e para a produção agrícola. Sempre tivemos a preocupação de levar o Planeta Inseto para outros locais, por isso, temos o projeto de museu itinerante. Porém, essa virtualização, potencializa ainda mais nossas ações”, afirma.

De forma lúdica e interativa, o público do Planeta Inseto recebe informações sobre o quanto os insetos estão presentes no cotidiano e sua importância para o ambiente, a produção de alimentos e a saúde humana. Estima-se que existam mais de um milhão de espécies de insetos conhecidos e que haja mais milhões a serem identificadas.

A mostra tem como público-alvo crianças e adolescentes de três a 16 anos, mas recebe visitantes de todas as idades. O público pode conhecer no local, em São Paulo, quatro espécies de abelhas sem ferrão e baratas praticando corrida, lagartas tecendo fios de seda, formigas trabalhando em sistema organizado e o bicho-pau, que se assemelha a gravetos.

Sediada no Museu do Instituto Biológico, o Planeta Inseto conta com autorização de manejo e exposição de insetos emitida pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e pela Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo. Desde a inauguração, em 2010, o Planeta Inseto já recebeu mais de 400 mil visitantes no museu físico e itinerante. O espaço permanece com visitas presenciais suspensas por conta da pandemia.

Museu de Pesca

Mantido pelo IP, o Museu de Pesca tem a missão de divulgar as ações de pesquisa do Instituto e destacar a importância da preservação do meio ambiente e da vida aquática, promovendo a educação ambiental.

No local, são desenvolvidas atividades educativas não formais, com o intuito de promover a preservação ambiental, estimular a sustentabilidade pela correta utilização dos recursos naturais, marinhos e continentais, além de promover a aquicultura sustentável.

A versão virtual do Museu de Pesca é uma réplica da estrutura física do espaço, contendo em cada ambiente parte de seu acervo real. Na visita presencial, para o grande público, as principais atrações são um imponente esqueleto da baleia Balaenoptera physalus, com 23 metros de comprimento e sete toneladas, e os diversos exemplares de tubarões.

“O Museu Virtual permite aos visitantes assíduos, principalmente crianças, aplacar a saudade enquanto o espaço está fechado, e estimula potenciais novos visitantes, uma vez que a visita virtual gera curiosidade sobre as atrações”, afirma Thaís Moron, pesquisadora do IP e diretora do Museu de Pesca, que recebe público de mais de 50 mil pessoas anualmente.

Venha Visitar Virtualmente

O projeto Venha Visitar Virtualmente (PVV) foi idealizado por Cibele Silva, bióloga e integrante do Centro de Comunicação e Transferência do Conhecimento do Instituto de Pesca, devido ao impedimento da visitação ao espaço físico neste momento de controle do contágio do novo coronavírus e para dar oportunidade a pessoas de fora da região e até mesmo do Estado de conhecer o acervo do Museu. O Projeto VVV foi planejado e desenvolvido por Bruna da Silva, Gabriela Pereira e Raphaela Horti, estagiárias do Instituto de Pesca.

 

Informações
Assessoria de Comunicação
Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo
Tel. (11) 5067-0069  

Pesquisa traça perfil de pescadores artesanais na Baixada Santista

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O Centro Avançado de Pesquisa do Pescado Marinho do Instituto de Pesca (IP-APTA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, o Ministério Público do Estado de São Paulo (GAEMA-BS) e o Ministério Público Federal estão realizando uma pesquisa on-line, para buscar maiores informações sobre o perfil dos pescadores atuantes nos municípios da região metropolitana da Baixada Santista.  Os pescadores podem acessar o questionário clicando aqui e responder até o dia 21 de outubro.

A iniciativa busca atenuar algumas lacunas de informações sobre o perfil de importantes produtores de pescado, que dificultam a tomada de decisão e criação de estratégias para incrementar a qualificação laboral às comunidades pesqueiras, de forma a promover uma melhor integração com este público, buscando elevar o status de atuação dos pescadores na atividade. O trabalho objetiva viabilizar a construção de um projeto de capacitação, que busca promover maior aquisição de conhecimento nos temas meio ambiente, sanidade e qualidade do pescado e pesca responsável, além de cursos técnicos relacionados à atividade.

Segundo a FAO, globalmente, a pesca artesanal e de pequena escala fornecem alimentos nutritivos para diversas regiões e pode atingir mercados nacionais e internacionais, gerando renda e apoiando economias locais e nacionais. Esta atividade produtiva chega a contribuir com metade das capturas globais de pescado e é importante fonte alimentar de subsistência em determinadas regiões do planeta, podendo tornar-se especialmente importante em tempos de dificuldade.

Ações concretas para a produção de alimentos sustentáveis e redução da pobreza são prerrogativas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Entretanto, o setor pesqueiro de pequena escala possui, geralmente, baixa escolaridade e pouca qualificação, tendo reduzidas as possibilidades de melhorar o seu status social e a sua qualidade de vida. Neste sentido, torna-se importante empreender ações de capacitação e qualificação profissional, tanto no sentido de melhorar a sua atuação no setor pesqueiro, quanto para abrir novas possibilidades e novos postos de trabalho entre os integrantes de comunidades pesqueiras”, explica Cristiane Neiva, pesquisadora do IP.  

Panorama do setor

Segundo Cristiane, neste momento, a pesquisa busca  avaliar os interesses e as capacidades dos pescadores e, por meio da aplicação de questionários, obter uma visão abrangente deste produtor paulista”. “Queremos saber o grau de escolaridade, a distribuição de pescadores em cada comunidade e quais temas priorizariam para buscar uma capacitação. Além disso, a pesquisa também prevê indicar se este público teria condições de realizar cursos de ensino a distância”, diz a pesquisadora, citando alguns itens do questionário.

Segundo Alberto Amorim, pesquisador do Instituto de Pesca, que vem dedicando parte de sua pesquisa à dinâmica socioeconômica da pesca nesta região,  o projeto de capacitação a ser construído terá como alvo principal os pescadores beneficiários do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) da Ultracargo/Tequimar, decorrente do incêndio ocorrido em 2015, envolvendo seis cidades da Baixada Santista e 15 comunidades (Santos: Ilha Diana, Monte Cabrão e Caruara; São Vicente: Rua Japão; Cubatão: Vila dos Pescadores; Praia Grande: Canto do Forte; Guarujá: Vicente de Carvalho, Sítio Cachoeira, Santa Cruz dos Navegantes, Praia do Góes, Rio do Meio, Guaiuba, Astúrias e Conceiçãozinha; e Bertioga: Canal de Bertioga). “Pedimos aos pescadores signatários do TAC que atentem para o recebimento do questionário pelo aplicativo Whatsapp, por SMS ou e-mail e o respondam até o dia 21/10/2020”.

Uma vez finalizada a etapa de coleta e análise desses dados, o levantamento embasará uma proposta de capacitação a ser encaminhada ao Ministério Público, para ser custeada com os recursos do TAC. “A ideia é viabilizar estratégias e metodologias de capacitação que viabilizem o acesso do pescador a temas afeitos à atividade pesqueira, para melhora do seu desempenho, bem como de outras possibilidades, para o desenvolvimento de alternativas produtivas”, afirma Ingrid Cabral Machado, pesquisadora que também faz parte da equipe do Instituto de Pesca.

Os resultados do levantamento poderão fornecer subsídios para o estabelecimento de políticas públicas e possibilitar uma aproximação mais estreita entre a academia e os pescadores, com possíveis desdobramentos favoráveis ao desenvolvimento desta importante cadeia produtiva do estado.

 

Informações:
Assessoria de Comunicação
Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo
Tel. (11) 5067-0069

Pesquisa da Secretaria de Agricultura de SP mostra que uso de probióticos na alimentação de tilápias melhora desempenho da vacinação

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Com protocolo desenvolvido pelo Instituto de Pesca, 98% dos animais sobrevivem à infecção pela bactéria S. agalactiae, uma das principais doenças da piscicultura

A adição do probiótico à ração de tilápias em cultivo intensivo, aliada à vacinação, se mostrou a maneira mais eficaz no controle de infecções pela bactéria Streptococcus agalactiae, uma das principais doenças da piscicultura. Os resultados obtidos pelo Instituto de Pesca (IP-APTA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, indicam o grande potencial da associação de micro-organismos vivos ou viáveis à alimentação de peixes e a relevância da vacinação nas criações animais.

“A S. agalactiae é uma das bactérias de maior prevalência em criações de tilápia no Brasil, causando altas taxas de mortalidade nos animais, principalmente no verão, quando a temperatura, aqui no sudeste passa dos 30-32ºC”, afirma Leonardo Tachibana, pesquisador do IP, que orientou a realização do trabalho, tema da dissertação de mestrado do biólogo Mateus Cardoso Guimarães. Para combater o problema, os pesquisadores resolveram adotar uma combinação de estratégias já existentes, porém normalmente usadas separadamente. “Alimentamos os peixes com probióticos e, depois, realizamos a vacinação contra a bactéria patogênica”, diz.

Probióticos são produtos compostos por micro-organismos vivos ou viáveis que trazem efeitos benéficos para a saúde dos animais. “Na pesquisa, adquirimos vários tipos de probióticos comerciais e testamos contra o S. agalactiae, primeiramente in vitro (em meio de cultura), para identificarmos qual causava inibição do crescimento da bactéria”, explica Tachibana. O produto que mostrou melhor eficiência no laboratório foi selecionado para testagem nos peixes, aliado à vacinação.

“No experimento, alimentamos os animais com probióticos, adicionado à ração, durante 21 dias, após os quais procedemos a vacinação dos peixes e uma revacinação duas semanas depois Passados mais 15 dias, realizamos uma infecção intencional com S. agalactiae para ver se as tilápias desenvolviam a doença”, afirma o pesquisador do IP, da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA). .

Os resultados animaram os pesquisadores. “Os peixes alimentados com probióticos e vacinados tiveram uma taxa de sobrevivência muito boa, próxima de 98%, ao passo que os que foram apenas vacinados tiveram uma sobrevivência menor - ainda que bastante superior à dos grupos controle, sem vacinação”, comemora Tachibana. “A aplicação conjunta de probióticos e vacinas se mostrou uma medida promissora para potencializar o controle e a prevenção de doenças em peixes”, agrega Guimarães.

Inovação ao lado do piscicultor 

Conforme relata o pesquisador Tachibana, esse protocolo de tratamento, aliando probióticos e vacinação no combate à S. agalactiae, é inédito no Brasil. Entretanto, tanto as vacinas quanto os produtos probióticos já vêm sendo utilizados por piscicultores do país para combater doenças e melhorar o rendimento da produção. “Quando eu comecei a trabalhar com os probióticos, muita gente não acreditava. Hoje, está comprovado e uma parcela muito grande de produtores já utiliza”, celebra o especialista. De acordo com ele, cerca de 60 a 70% dos criadores de peixes já fazem uso da tecnologia - chegando a quase 100% no caso da criação de camarão. “Estamos desenvolvendo um novo probiótico, específico para tilápia, que será lançado no próximo ano”, assegura.

Guimarães segue a mesma opinião do orientador. “Os probióticos têm sido utilizados com sucesso na produção aquícola em todo mundo, tanto como estratégia para o controle de doenças, como por benefícios nos índices zootécnicos”, assinala o biólogo. “A administração de dieta probiótica em animais vacinados pode ser extrapolada para o setor produtivo, visando diminuir as perdas econômicas causadas por surtos durante o período de criação”, defende.

Quanto às vacinas, Tachibana afirma que há, hoje, apenas uma aprovada para uso comercial, registrada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). No entanto, acrescenta, é também autorizada a utilização das chamadas vacinas autógenas. “Nesse tipo de vacinas, coletam-se bactérias do próprio local de produção. Estas são isoladas, processadas (mortas pela adição de compostos químicos ou a altas temperaturas) e injetadas no lote de animais subsequente”, explica, pontuando que essa técnica tem também apresentado bons resultados. “Na presente pesquisa, utilizamos uma vacina experimental, fruto de uma parceria com o setor privado, que está em vias de registro para comercialização.”

O pesquisador lembra que existem outras vacinas comerciais seguindo os trâmites de registro, tanto contra S. agalactiae quanto outras bacterioses e, a longo prazo, acredita que seu uso vá se tornar muito comum na piscicultura. “Como a piscicultura intensiva de tilápia é algo relativamente recente, só agora estão surgindo empresas interessadas em desenvolver e registrar vacinas”, pondera Tachibana. O especialista vê com bons olhos essa inserção do setor privado à medida que traz mais opções para os piscicultores. “No mercado de criação de peixes a gente precisa dessa proteção, da produção de uma maior quantidade de vacinas, para podermos manter e aumentar a produção nacional”, enfatiza.

Um efeito importante da adoção da vacinação, segundo os pesquisadores, é a diminuição no uso de antibióticos. “Quando você começa a utilizar a vacina, passa a depender cada vez menos dos antibióticos para tratar as doenças que acometem os peixes - assim como ocorre com outros tipos de criação animal”, garante Tachibana. “Apesar de serem a opção mais eficiente quando não há vacina disponível, sabe-se que o uso de antibióticos a longo prazo não é sustentável”, menciona.

O uso prolongado desse tipo de medicamento, na visão dos autores do trabalho, pode ser problemático, levando à contaminação do ambiente e, se os protocolos adequados não forem seguidos à risca, ao aumento da resistência bacteriana. “Estamos vivendo tempos em que o mercado consumidor se torna cada vez mais exigente. Neste sentido, há uma forte pressão pelo banimento do uso de antibióticos na produção animal, bem como seu uso na prevenção de doenças em animais”, conclui o biólogo.

Informações:
Assessoria de Comunicação
Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo
Tel. (11) 5067-0069

Agenda

III Seminário Conectando Peixes, Rios e Pessoas: Conservação de Peixes e a Importância de Riachos Íntegros

Data: 29 e 30 de outubro de 2020

Realização: UNIP(Sorocaba), World Fish Migration Day, United Nations Academic Impact e LEEF 

Apoio: Pós-graduação do Instituto de Pesca - PPGIP

O Dia Mundial da Migração de Peixes trata-se de um evento comemorativo a nível mundial e tem como principal objetivo despertar a opinião de governantes, academia e população sobre a importância de se manter os rios saudáveis e livres, propiciando a conectividade entre os mesmos e possibilitando aos peixes reprodução, alimentação e refúgio.
Pela quarta vez no total, e terceira vez no formato de SEMINÁRIO, tal data será comemorada no município de Sorocaba/SP, possibilitando a divulgação e a discussão do tema. A exemplo do último evento, realizado em abril de 2018, será realizado um Seminário com a presença de pesquisadores de várias partes do Brasil, sendo o mesmo direcionado para a comunidade científica e para o público em geral. Também serão feitas ações de Educação Ambiental para o público escolar com o intuito de envolver crianças e adolescentes nas temáticas abordadas, além de uma visita técnica a uma escada de peixes no rio Sorocaba.

O tema deste ano será a conservação de peixes e a importância de se manter os riachos íntegros, sendo a programação direcionada para tais assuntos, além de temais gerais em relação à migração dos peixes e os recursos hídricos.

Inscrições e demais informações:

https://conectando-peixes-rios-e-pessoas-20203.webnode.com/

Curso sobre Projetos Inovadores e Publicações Internacionais

 

Data: 26 a 27 de novembro de 2020

Realização: Comitê de Pós-graduação (CPG) / Instituto de Pesca / APTA / SAA

Destinatários: pesquisadores do Instituto de Pesca e demais Institutos de Pesquisa da APTA, pós-graduandos e outros discentes ligados aos Institutos de Pesquisa

Coordenação: Pq.C. Claudia M. F. Mostério e Pós-graduando Mikel E.de Mello

Apresentação: Dr. Wagner Cotroni Valenti - "Aquaculture Reports (Elsevier), Executive Editor Fellow World Aquaculture Society"

Número de Vagas: 60

Investimento: Gratuito

Calendário das Inscrições e Inscrições: Ficha de inscrição - em breve

a partir de 19/10/20 - Pesquisadores do Instituto de Pesca
a partir de  26/10/20 - Graduandos e pós-graduandos do Instituto de Pesca
a partir de  03/11/20 - Demais pesquisadores, graduandos e pós-graduandos da SAA
a partir de  15/11/20 - Demais interessados (estudantes, pesquisadores e profissionais da área)
 

 Acesse a live: Link disponível em breve

PROGRAMAÇÃO

Dia 26/11 quinta feira

9h00 às 10h15: Características dos periódicos cobertos pelo Sistema JCR-Web Science,  Scopus e Google Scholar. Cálculo do fator de impacto (IF), Cite Score (CS) e outros indicadores dos periódicos. Diferenças entre áreas e variáveis que interferem no valor final do IF e do CS. A interpretação correta do IF e CS. Eles medem realmente a qualidade de um periódico? Entendendo o qualis da CAPES e comparação com IF e CS.

 

10h15 às 10h30: intervalo

 

10h30 às 12h00: Taxas de rejeição das revistas. A escolha do seu nome científico: precisa ser completo? Precisa usar o último? O índice h dos pesquisadores. Dicas para aumentar seu índice h.

 

12h00 às 14h00: intervalo - almoço

 

14h00 às 15h45: O que é um “world class paper”? Estrutura de um “world class paper”.Escolha do assunto e abordagem do tema. A coerência entre objetivo, delineamento experimental, apresentação dos resultados e discussão.

 

15h45 às 16h00: intervalo

 

16h00 às 17h00: Principais equívocos cometidos na elaboração dos textos científicos. Principais equívocos cometidos na apresentação de tabelas e figuras. Como trabalhar com as referências: quando citar e como citar; quando não citar.

 

Dia 27/11 sexta feira

 

9h00 as 10h15: Generalizações e inferências: até quanto avançar? Submissão: a escolha do periódico certo e indicação de “referees”. Como responder aos referees.

 

10h15 às 10h30: intervalo

 

10h30 às 12h00: O processo de revisão e tramitação do artigo. Principais motivos de rejeição de manuscritos em periódicos internacionais.

 

12h00 às 14h00: intervalo - almoço

 

14h00 às 15h45: Publicação x inovação. O que é uma inovação? O que é patente? Posso patentear e publicar? Registros de tecnologias no INPI e MAPA.

 

15h45 às 16h00: intervalo

 

16h00 às 17h00: O novo cenário internacional das pesquisas, publicações e inovações. Etapas na carreira científica dos pesquisadores e como ela pode ser acelerada.

Curso Online de Criação de camarões de água doce

Data:   04 de Dezembro de 2020

Horário: 9h às 17h

Breve resumo: O curso apresentará a carcinicultura de água doce de uma forma básica, a fim de proporcionar ao aluno a percepção de poder ou não se tornar um produtor de camarões.

Público-alvo: produtores, técnicos, alunos e demais interessados.

Coordenação:

Dr. Helcio L. A. Marques (Pesquisador Científico - Instituto de Pesca)

Dr. Marcello Villar Boock (Pesquisador Científico - Instituto de Pesca)

Dra. Marcia Santos Nunes Galvão (Pesquisador Científico - Instituto de Pesca)

Número de Vagas: 25

Investimento: R$250,00

Informações e inscrições: CLIQUE AQUI

PROGRAMAÇÃO

09h – 09h20 – Apresentação da instituição e do curso

09h20 – 09h30 – Apresentação dos alunos

09h30 – 10h – Introdução: Histórico do cultivo de camarões de água doce / Valor econômico / Produção no Brasil

10h – 10h30 – Aspectos biológicos / Hábitos alimentares / Ciclo de vida / Reprodução

10h30 – Intervalo (5 minutos)

10h35 – 11h – Larvicultura

11h – 11h15 – Fatores limitantes do cultivo: Clima / Água / Solo / Logística

11h15 – 11h45 – Características dos viveiros: Tamanho / Abastecimento / Drenagem / Taludes

11h45 – 12h – Preparo dos viveiros: Limpeza do lodo / Calagem / Adubação

12h – 14h – Intervalo

14h00 – 14h30 – Povoamento: Sistemas monofásico e bifásico / Predadores

14h30 – 15h – Manejo alimentar / Manejo hídrico / Biometrias

15h – 15h30 – Despesca seletiva e total / Abate / Conservação / Comercialização / Doenças

15h30 – Intervalo (5 minutos)

15h35 – 16h – Licenciamento do cultivo / Viabilidade econômica

16h – 16h30 – Cultivo integrado de camarões e outras espécies

16h30 – 17h – Sessão de esclarecimento de dúvidas e encerramento

OUTRAS INFORMAÇÕES IMPORTANTES

A) Recursos didáticos utilizados: Slides em power-point e apostila em PDF

B) Verificação de aprendizagem: Prova escrita a ser distribuída após o curso

C) Aplicação de avaliação de reação: Encaminhada aos alunos após o curso

D) “Plus do curso”: a) Alunos poderão ter acesso para sanar dúvidas diretamente com os professores em uma sessão previamente agendada com até uma hora de duração, até 30 dias após o encerramento do curso; b) Disponibilização das apresentações em PDF; c) 50% de desconto no preço de uma visita técnica à propriedade para avaliação de viabilidade técnica de implantação

 

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 Todas as informações e orientações serão constantemente atualizadas e amplamente divulgadas pelos meios de comunicação do Instituto de Pesca.

 

Eventos são suspensos por tempo indeterminado

Estão suspensos por tempo indeterminado cursos e eventos programados pelos Institutos e unidades de pesquisa da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. A suspensão visa conter a disseminação do coronavírus. Os eventos serão remarcados e anunciados em momento oportuno.

 

Secretaria de Agricultura e Abastecimento cria comitê para monitorar o Covid-19 e garantir a continuidade dos serviços essenciais

O Secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo Gustavo Junqueira publicou nesta terça-feira, 17, uma resolução para os direcionamentos do trabalho da pasta durante a pandemia do Corona Vírus. Na última semana, a Organização Mundial de Saúde declarou a pandemia de COVID-19. Segundo a OMS, o número de pacientes infectados, de mortes e de países atingidos podem aumentar nos próximos dias e os governos devem manter o foco na contenção da circulação do vírus.

Para manutenção dos serviços essenciais, em caráter emergencial e provisório, foi criado um Comitê de Gestão, que tem como objetivo analisar situações e fatos. O grupo deve propor e adotar medidas destinadas à segurança dos servidores, das atividades da pasta e, no que for cabível, relacionadas ao setor agrícola. A equipe trabalhará em conjunto enquanto perdurar a situação de pandemia.

Eventos e reuniões presenciais estão suspensas no âmbito da secretaria de Agricultura e Abastecimento por tempo indeterminado. Para eventos privados, está recomendado também o adiamento de feiras, leilões e rodeios. Deslocamentos e viagens devem ser submetidos à previa autorização e apenas em casos de extrema necessidade.

Fica instituído o home office (teletrabalho) para os servidores com mais de 60 anos e portadores de doenças crônicas. Pela resolução eles devem ficar disponíveis para atividades à distância durante o horário de trabalho. Para os demais colaboradores, estão liberadas as concessões de férias e licença prêmio, assegurando a permanência de um número mínimo de funcionários que garantam os serviços essenciais.

Para ingresso às instalações da Secretaria de Agricultura e Abastecimento fica recomendada a prévia higienização das mãos. Aos departamentos responsáveis e empresas contratadas a orientação é que se reforce a limpeza em áreas comuns como banheiros, elevadores e corrimãos.

Já materiais pessoais como celular, canecas e copos não devem ser compartilhados. As pessoas devem dar preferência pelos descartáveis. Vale lembrar que a COVIS-19, doença causada pelo mais recente coronavírus descoberto, passa principalmente por meio de gotículas respiratórias.

 

O servidor da Secretaria de Agricultura e Abastecimento de SP que tiver dúvidas sobre orientações pode entrar em contato pelo link:

https://www.agricultura.sp.gov.br/contato/fale-conosco/

 

Acesse o manual de prevenção do Coronavírus desenvolvido pelo Governo do Estado de São Paulo

http://saopaulo.sp.gov.br/coronavirus/?utm_source=site&utm_medium=banner&utm_campaign=coronavirus-acoes-sp&utm_content=Coronav%C3%ADrus%20-%20A%C3%A7%C3%B5es%20do%20Governo%20de%20SP

 

Governo de SP cria canal no Telegram para combater notícias falsas sobre coronavírus

Aplicativo é mais um meio de divulgação de informações oficiais para orientar a população sobre prevenção e cuidados contra a COVID-19. Participe do grupo oficial: https://t.me/spcoronavirus

 

Adoção de medidas adicionais, de caráter temporário e emergencial, de prevenção de contágio pela COVID-19 (Novo Coronavírus)

A Diretoria do Instituto de Pesca informa aos seus técnicos que o Governo de Estado e a Secretaria de Agricultura e Abastecimento estão implantando diversas medidas para controlar a pandemia do Novo Coronavírus.  Torna-se importante neste momento que todos tomem ciência das ações e orientações constantes nos documentos a seguir:

- Decreto nº 64864, de 13/03/2020 - Dispõe sobre a adoção de medidas adicionais, de caráter temporário e emergencial, de prevenção de contágio pela COVID-19 - Novo Coronavírus, e dá providências correlatas;

- Resolução SAA 17, de 16/03/2020 - Institui o Comitê de Gestão para acompanhamento das ações da Secretaria de Agricultura e Abastecimento referentes às medidas emergenciais relacionadas à prevenção de contágio do Novo Coronavírus e estabelece providências correlatas;

- Deliberação 1, de 17/3/2020 - do Comitê Administrativo Extraordinário COVID-19, de que trata o art. 3° do Decreto 64.864.

 

 Coronavírus em SP: confira lugares fechados e eventos cancelados

https://catracalivre.com.br/agenda/coronavirus-sp-lugares-fechados-eventos-cancelados/

 

Ministra da Agricultura descarta risco de faltar alimentos por causa do coronavírus

https://revistagloborural.globo.com/Noticias/Agricultura/noticia/2020/03/ministra-da-agricultura-descarta-risco-de-faltar-alimentos-por-causa-do-coronavirus.html 

 

SP envia apoio aos Municípios para que mantenham em funcionamento as atividades relacionadas ao abastecimento de alimentos e insumos em todo Estado

https://www.agricultura.sp.gov.br/noticias/sp-envia-apoio-aos-municipios-para-que-mantenham-em-funcionamento-as-atividades-relacionadas-ao-abastecimento-de-alimentos-e-insumos-em-todo-estado/

 

SP reconhece setor agro como essencial e envia apoio aos Municípios para que mantenham em funcionamento as atividades relacionadas ao abastecimentos

https://www.agricultura.sp.gov.br/noticias/sp-reconhece-setor-agro-como-essencial-e-envia-apoio-aos-municipios-para-que-mantenham-em-funcionamento-as-atividades-relacionadas-ao-abastecimento/

 

Secretaria de Agricultura e Abastecimento recomenda a manutenção de varejões, sacolões e feiras livres e publica manual de boas práticas 

https://www.agricultura.sp.gov.br/noticias/secretaria-de-agricultura-e-abastecimento-recomenda-a-manutencao-de-varejoes-sacoloes-e-feiras-livres-e-publica-manual-de-boas-praticas/

 

Empresas do agro iniciam produção de álcool para ajudar São Paulo no combate à COVID-19

 
 
Secretaria de Agricultura toma medidas de prevenção e mantém desenvolvimento de pesquisas e prestação de serviços para o setor de produção
 
 

Secretaria de Agricultura oferece livros digitais gratuitos com atividades para fazer durante a quarentena

https://www.agricultura.sp.gov.br/noticias/secretaria-de-agricultura-oferece-livros-digitais-gratuitos-com-atividades-para-fazer-durante-a-quarentena/

 

Preenchimento e envio de Declarações de Conformidade à Atividade Agrícola e Aquícola podem ser feitos por via digital

 https://www.agricultura.sp.gov.br/noticias/preenchimento-e-envio-de-declaracoes-de-conformidade-a-atividade-agricola-e-aquicola-podem-ser-feitos-por-via-digital/

 

Governo de SP cria site com informações sobre as estradas para caminhoneiros

 https://www.agricultura.sp.gov.br/noticias/governo-de-sp-cria-site-com-informacoes-sobre-as-estradas-para-caminhoneiros/

 

Governo do Estado de São Paulo recebe 195 toneladas de alimentos doados para a população em situação de risco durante a pandemia de COVID-19

 https://www.agricultura.sp.gov.br/noticias/governo-do-estado-de-sao-paulo-recebe-195-toneladas-de-alimentos-doados-para-a-populacao-em-situacao-de-risco-durante-a-pandemia-de-covid-19/

 

Laboratório da Secretaria de Agricultura de São Paulo fará testes para a Covid-19

 https://www.agricultura.sp.gov.br/noticias/laboratorio-da-secretaria-de-agricultura-de-sao-paulo-fara-testes-para-a-covid-19/

 

Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo divulga boas práticas aos produtores para evitarem contaminação pela Covid-19

https://www.agricultura.sp.gov.br/noticias/secretaria-de-agricultura-e-abastecimento-de-sao-paulo-divulga-boas-praticas-aos-produtores-para-evitarem-contaminacao-pela-covid-19/

 

Grupo Técnico de Monitoramento do Governo de São Paulo faz o primeiro diagnóstico dos impactos da COVID-19 na produção agropecuária

https://www.agricultura.sp.gov.br/noticias/grupo-tecnico-de-monitoramento-do-governo-de-sao-paulo-faz-o-primeiro-diagnostico-dos-impactos-da-covid-19-na-producao-agropecuaria/

 

Definidos como essenciais, serviços da Defesa Agropecuária do Estado de São Paulo continuam ativos com eficiência

https://www.agricultura.sp.gov.br/noticias/definidos-como-essenciais-servicos-da-defesa-agropecuaria-do-estado-de-sao-paulo-continuam-ativos-com-eficiencia/

 

Secretaria de Agricultura e Abastecimento lança manual de boas práticas contra Covid-19 para a população rural

https://www.agricultura.sp.gov.br/noticias/secretaria-de-agricultura-e-abastecimento-lanca-manual-de-boas-praticas-contra-covid-19-para-a-populacao-rural/

 

Secretaria de Agricultura e Abastecimento disponibiliza manual com boas práticas aos consumidores contra a Covid-19

https://www.agricultura.sp.gov.br/noticias/secretaria-de-agricultura-e-abastecimento-disponibiliza-manual-com-boas-praticas-aos-consumidores-contra-a-covid-19/

 

Novo diagnóstico dos impactos da COVID-19 na produção agropecuária é lançado pelo Grupo Técnico de Monitoramento do Governo de SP

https://www.agricultura.sp.gov.br/noticias/novo-diagnostico-dos-impactos-da-covid-19-na-producao-agropecuaria-e-lancado-pelo-grupo-tecnico-de-monitoramento-do-governo-de-sp/

 

Cidades paulistas adotam sistema de ‘Drive Thru’ em feiras livres

https://www.agricultura.sp.gov.br/noticias/cidades-paulistas-adotam-sistema-de-drive-thru-em-feiras-livres/

 

Planejamento e coordenação são estratégias da Cooperiopreto para enfrentar a crise

https://www.agricultura.sp.gov.br/noticias/planejamento-e-coordenacao-sao-estrategias-da-cooperiopreto-para-enfrentar-a-crise/

 

Ativo, Grupo Técnico de Monitoramento do Abastecimento em SP lança novo relatório sobre impactos da COVID-19 na produção agropecuária

https://www.agricultura.sp.gov.br/noticias/ativo-grupo-tecnico-de-monitoramento-do-abastecimento-em-sp-lanca-novo-relatorio-sobre-impactos-da-covid-19-na-producao-agropecuaria/

 

Nota Técnica elaborada pela Secretaria é resultado de uma sondagem sobre a Covid-19 feita com produtos rurais paulistas 

https://www.agricultura.sp.gov.br/noticias/nota-tecnica-elaborada-pela-secretaria-e-resultado-de-uma-sondagem-sobre-a-covid-19-feita-com-produtores-rurais-paulistas/

 

Mongaguá implanta Rede Solidária para fortalecer produção e economia local

https://www.agricultura.sp.gov.br/noticias/mongagua-implanta-rede-solidaria-para-fortalecer-producao-e-economia-local/

 

Ação solidária de cooperativas do Vale do Ribeira destina toneladas de alimentos a Banco de Alimentos da cidade de São Paulo

https://www.agricultura.sp.gov.br/noticias/acao-solidaria-de-cooperativas-do-vale-do-ribeira-destina-toneladas-de-alimentos-a-banco-de-alimentos-da-cidade-de-sao-paulo/

 

Associação de agricultores agroecológicos obtém renda e consegue escoar parte da produção com entrega de cestas adquiridas pela Prefeitura

https://www.agricultura.sp.gov.br/noticias/associacao-de-pequenos-agricultores-agroecologicos-obtem-renda-e-consegue-escoar-parte-da-producao-com-entrega-de-cestas-adquiridas-pela-prefeitura-de-cruzeiro/

 

Produtor rural: Nota Fiscal eletrônica garante acesso a mais mercados, porém é preciso fazer as contas antes de decidir

https://www.agricultura.sp.gov.br/noticias/produtor-rural-nota-fiscal-eletronica-garante-acesso-a-mais-mercados-porem-e-preciso-fazer-as-contas-antes-de-decidir/

 

Em Arealva, ação conjunta permite escoamento da produção de hortaliças, verduras e produtos com valor agregado

https://www.agricultura.sp.gov.br/noticias/em-arealva-acao-conjunta-permite-escoamento-da-producao-de-hortalicas-verduras-e-produtos-com-valor-agregado/

 

Recurso de R$ 1 milhão da Fundação Banco do Brasil beneficia produtores rurais e 5 mil famílias em Mogi das Cruzes

https://www.agricultura.sp.gov.br/noticias/recurso-de-r-1-milhao-da-fundacao-banco-do-brasil-beneficia-produtores-rurais-e-5-mil-familias-em-mogi-das-cruzes/

 

Queda de faturamento não tem se acentuado no setor de Food Service, segundo Grupo Técnico de Monitoramento do Abastecimento em SP

https://www.agricultura.sp.gov.br/noticias/queda-de-faturamento-nao-tem-se-acentuado-no-setor-de-food-service-segundo-grupo-tecnico-de-monitoramento-do-abastecimento-em-sp/

 

Produtores artesanais buscam alternativas para garantir o faturamento durante a pandemia

https://www.agricultura.sp.gov.br/noticias/produtores-artesanais-buscam-alternativas-para-garantir-o-faturamento-durante-a-pandemia/

 

500 dias de Governo: Secretaria de Agricultura e Abastecimento de SP foca em gestão moderna com estratégias assertivas

https://www.agricultura.sp.gov.br/noticias/500-dias-de-governo-secretaria-de-agricultura-e-abastecimento-de-sp-foca-em-gestao-moderna-com-estrategias-assertivas/

 

Consumidor pode relatar falta de produtos e preços abusivos nos estabelecimentos por meio de site criado pela Secretaria

https://www.agricultura.sp.gov.br/noticias/consumidor-pode-relatar-falta-de-produtos-e-precos-abusivos-nos-estabelecimentos-por-meio-de-site-criado-pela-secretaria-de-agricultura-e-abastecimento-de-sp/

 

Relatório de monitoramento do Abastecimento no Estado de São Paulo mostra crescimento na exportação de produtos do agronegócio

https://www.agricultura.sp.gov.br/noticias/relatorio-de-monitoramento-do-abastecimento-no-estado-de-sao-paulo-mostra-crescimento-na-exportacao-de-produtos-do-agronegocio/

 

Secretaria de Agricultura e Abastecimento divulga pesquisa com os impactos econômicos e sociais da COVID-19 na área rural

https://agricultura.sp.gov.br/noticias/secretaria-de-agricultura-e-abastecimento-divulga-pesquisa-com-os-impactos-economicos-e-sociais-da-covid-19-na-area-rural/

 

Governo, academia e iniciativa privada iniciam trabalho integrado para inovar o agro paulista

https://agricultura.sp.gov.br/noticias/governo-academia-e-iniciativa-privada-iniciam-trabalho-integrado-para-inovar-o-agro-paulista/

 

 

 

 

 

 

 

IP Na Mídia

Crianças podem visitar Planeta Inseto e Museu da Pesca pela internet

© Divulgação/Inst. de Pesca/Direitos reservados

 

Visitantes de todo o país, já podem conhecer, de forma virtual, o Planeta Inseto e o Museu de Pesca, já que as visitas presenciais estão suspensas por causa da pandemia do novo coronavírus. As exposições virtuais contam com réplicas da estrutura física dos dois espaços e apresentam parte do acervo real.

O Planeta Inseto é o único zoológico de insetos do Brasil. É mantido pelo Instituto Biológico e fica na capital paulista. Já o Museu de Pesca é uma das principais atrações turísticas da cidade de Santos e é mantido pelo Instituto de Pesca.

As visitação neste ano será virtual – Divulgação/Insti. de Pesca/Direitos reservados
 

Na visita virtual ao Planeta Inseto, os visitantes terão acesso a informações sobre formigas, abelhas, bicho-da-seda, bicho-pau, baratas e besouros. No ambiente online, há ainda vídeos, fotos e a ambientação das salas físicas do museu.

“É possível ainda aprender as características que diferenciam um inseto de outros animais, como o corpo dividido em três partes [cabeça, tórax e abdômen], um par de antenas e três pares de pernas. Essa é uma das dúvidas mais comuns dos visitantes da exposição física”, conta Mário Kokubu, educador do Planeta Inseto e responsável pela pesquisa de conteúdo da exposição virtual.

Para visitar o Planeta Inseto virtualmente, as crianças podem entrar no site.

Museu de Pesca

A versão virtual do Museu de Pesca é uma réplica da estrutura física do espaço, contendo em cada ambiente parte de seu acervo real. Na visita presencial, para o grande público, as principais atrações são um imponente esqueleto da baleia Balaenoptera physalus, com 23 metros de comprimento e sete toneladas, e os diversos exemplares de tubarões.

“O Museu Virtual permite aos visitantes assíduos, principalmente crianças, aplacar a saudade enquanto o espaço está fechado, e estimula potenciais novos visitantes, uma vez que a visita virtual gera curiosidade sobre as atrações”, afirma Thaís Moron, pesquisadora do IP e diretora do Museu de Pesca, que recebe público de mais de 50 mil pessoas anualmente.

Para visitar o Museu de Pesca, acesse o site do espaço.

Fonte: Jornal Tribuna Ribeirão, 18 outubro 2020 (https://www.tribunaribeirao.com.br/site/criancas-podem-visitar-planeta-inseto-e-museu-da-pesca-pela-internet/ )

Tilápia: uso de probiótico na alimentação ajuda no controle da principal doença da piscicultura

Foto: Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo/Divulgação

O Instituto de Pesca (IP-APTA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, desenvolveu um protocolo que se mostrou muito eficaz  no controle de infecções pela bactéria Streptococcus agalactiae, uma das principais doenças da piscicultura. A adição do probiótico à ração de tilápias em cultivo intensivo, juntamente à vacinação, aumenta a taxa de sobrevivência dos peixes em aproximadamente 98%.

 

O pesquisador do IP, Leonardo Tachibana, afirma que a S. agalactiae é uma das bactérias que possui maior prevalência em criações de tilápia no Brasil, causando altas taxas de mortalidade. Para combater a doença, os pesquisadores do IP combinaram a alimentação com a vacinação, “no experimento, alimentamos os animais com probióticos, adicionado à ração, durante 21 dias, após os quais procedemos a vacinação dos peixes e uma revacinação duas semanas depois. Passados mais 15 dias, realizamos uma infecção intencional com S. agalactiae para ver se as tilápias desenvolviam a doença”, explica o pesquisador do IP, da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA).

Os pesquisadores, relatam, ainda, que as medidas são promissoras e podem potencializar o controle e a prevenção de doenças, “os peixes alimentados com probióticos e vacinados tiveram uma taxa de sobrevivência muito boa, próxima de 98%, ao passo que os que foram apenas vacinados tiveram uma sobrevivência menor – ainda que bastante superior à dos grupos controle, sem vacinação” diz Tachibana.

Ainda de acordo com o pesquisador, a aplicação de vacina é um dos principais fatores para a diminuição no uso de antibióticos “quando você começa a fazer as aplicações, passa a depender cada vez menos dos antibióticos para tratar as doenças que acometem os peixes – assim como ocorre com outros tipos de criação animal. Apesar de serem a opção mais eficiente quando não há vacina disponível, sabe-se que o uso de antibióticos a longo prazo não é sustentável” afirma ele.

Fonte: Canal Rural, 17 outubro 2020 (https://www.canalrural.com.br/agronegocio/uso-de-probioticos-no-manejo-de-tilapias/)

Visite de forma virtual as exposições Planeta Inseto e Museu de Pesca

Apesar da restrição a visitas devido à pandemia de COVID-19, os museus de ciência da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado podem agora ser visitados de forma virtual, de dentro de casa.
A nova modalidade permite que o público mate a saudade do Planeta Inseto, único zoológico de insetos do Brasil, mantido pelo Instituto Biológico (IB-APTA), e do Museu de Pesca, uma das principais atrações turísticas de Santos, mantido pelo Instituto de Pesca (IP-APTA).

A versão virtual das duas exposições conta com uma réplica da estrutura física dos espaços, contendo em cada ambiente parte do acervo real, que são visitados por mais de 80 mil pessoas anualmente.

Planeta Inseto

Os visitantes podem ter acesso a informações sobre formigas, abelhas, bicho-da-seda, bicho-pau, baratas e besouros. Além disso, podem conhecer os insetos de importância médica, saber o que é controle biológico e ver como funciona um laboratório entomológico.

“É possível ainda aprender as características que diferenciam um inseto de outros animais, como o corpo dividido em três partes [cabeça, tórax e abdômen], um par de antenas e três pares de pernas. Essa é uma das dúvidas mais comuns dos visitantes da exposição física”, conta Mário Kokubu, educador do Planeta Inseto e responsável pela pesquisa de conteúdo da exposição virtual. No ambiente online, os visitantes podem ainda assistir a vídeos, ver fotos e toda a ambientação das salas físicas do Museu do IB.

De acordo com Harumi Hojo, coordenadora do Planeta Inseto e assessora da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), a visitação virtual é importante a curto prazo, devido à pandemia, mas também a longo prazo.

“Com esse projeto, pessoas de fora da cidade de São Paulo podem conhecer a exposição e saber mais sobre os insetos, que são muito importantes para o meio ambiente e para a produção agrícola. Sempre tivemos a preocupação de levar o Planeta Inseto para outros locais, por isso, temos o projeto de museu itinerante. Porém, essa virtualização, potencializa ainda mais nossas ações”, afirma.

De forma lúdica e interativa, o público do Planeta Inseto recebe informações sobre o quanto os insetos estão presentes no cotidiano e sua importância para o ambiente, a produção de alimentos e a saúde humana. Estima-se que existam mais de um milhão de espécies de insetos conhecidos e que haja mais milhões a serem identificadas.

A mostra tem como público-alvo crianças e adolescentes de três a 16 anos, mas recebe visitantes de todas as idades. O público pode conhecer no local, em São Paulo, quatro espécies de abelhas sem ferrão e baratas praticando corrida, lagartas tecendo fios de seda, formigas trabalhando em sistema organizado e o bicho-pau, que se assemelha a gravetos.

Sediado no Museu do Instituto Biológico, o Planeta Inseto conta com autorização de manejo e exposição de insetos emitida pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e pela Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo. Desde a inauguração, em 2010, o Planeta Inseto já recebeu mais de 400 mil visitantes no museu físico e itinerante. O espaço permanece com visitas presenciais suspensas por conta da pandemia.

Museu de Pesca

Mantido pelo IP, o Museu de Pesca tem a missão de divulgar as ações de pesquisa do Instituto e destacar a importância da preservação do meio ambiente e da vida aquática, promovendo a educação ambiental.

No local, são desenvolvidas atividades educativas não formais, com o intuito de promover a preservação ambiental, estimular a sustentabilidade pela correta utilização dos recursos naturais, marinhos e continentais, além de promover a aquicultura sustentável.

A versão virtual do Museu de Pesca é uma réplica da estrutura física do espaço, contendo em cada ambiente parte de seu acervo real. Na visita presencial, para o grande público, as principais atrações são um imponente esqueleto da baleia Balaenoptera physalus, com 23 metros de comprimento e sete toneladas, e os diversos exemplares de tubarões.

“O Museu Virtual permite aos visitantes assíduos, principalmente crianças, aplacar a saudade enquanto o espaço está fechado, e estimula potenciais novos visitantes, uma vez que a visita virtual gera curiosidade sobre as atrações”, afirma Thaís Moron, pesquisadora do IP e diretora do Museu de Pesca, que recebe público de mais de 50 mil pessoas anualmente.

Visita virtual

O projeto Venha Visitar Virtualmente (PVV) foi idealizado por Cibele Silva, bióloga e integrante do Centro de Comunicação e Transferência do Conhecimento do Instituto de Pesca, devido ao impedimento da visitação ao espaço físico neste momento de controle do contágio do novo coronavírus e para dar oportunidade a pessoas de fora da região e até mesmo do Estado de conhecer o acervo do Museu.

O Projeto VVV foi planejado e desenvolvido por Bruna da Silva, Gabriela Pereira e Raphaela Horti, estagiárias do Instituto de Pesca.

Fonte: Secretaria de Educação, 14 outubro 2020 (https://www.educacao.sp.gov.br/noticias/visite-de-forma-virtual-exposicoes-planeta-inseto-e-museu-de-pesca/)

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