1º e 2° semestre de 2019

 

calendário pós 2019 min


ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: COMUM

 

Disciplina

 TÓPICOS ESPECIAIS: ECOLOGIA DE PEIXES MIGRADORES: A  IMPORTÂNCIA DE RIOS LIVRES E VÁRZEAS CONSERVADAS

Código

 IPC-003-51

Docente(s) responsável(is)

Leonardo Tachibana

Docentes ministrante

Prof. Dr. Welber Senteio Smith

Créditos

2 créditos

Carga horária

30 horas-aula (1 crédito = 15 horas-aula)

Nº de alunos mín.

5

Nº de alunos máx.

30

Período

22 a 24 e 29 a 30 de abril de 2019

Cronograma e horário

 8h às 17h

Local de realização

Instituto de Pesca/Universidade Paulista

Ementa

Diversidade de peixes. Atividade reprodutiva: sexo e estádio de maturação gonadal; Métodos de estudos. Padrões migratórios e uso de espaço.  Reprodução em peixes. Barramentos e a migração de peixes. Ambientes  vitais para a reprodução de peixes: Várzeas

Critérios de Avaliação

Apresentação de 1 (um) seminário por aluno.  2 – Relatório de atividades práticas e exercícios.

Procedimentos didáticos

Aulas expositivas e práticas, leitura de artigos científcos

Objetivos

Conceitos básicos em ecologia de peixes migradores. Aprendizado de  métodos de estudo, Amostragem

Recursos necessários

Data Show

Bibliografia

AGOSTINHO, A.A., RODRIGUES, L., GOMES, L.C., THOMAZ, S.M., MIRANDA, L.E. 2004. Structure and functioning of the Paraná River and its floodplain: LTER – Site 6 – (PELD – Sítio 6). EDUEM, Maringá.

BARTHEM, R.B. & GOULDING, M. 1997. Os bagres balizadores. Ecologia, migração e conservação de peixes amazônicos. Série Estudos do Mamirauá, vol.3. SCM, CNPq/MCT, IPAAM. Brasília. p.129.

CAROLSFELD, J. et al. Migratory Fishes of South America: Biology, Fisheries and Conservation Status. Victoria, Canada: World Fisheries; Washington: International Bank for Reconstruction and Development; Ottawa: International Development Research Centre, 2003.

GODINHO, A. L.; KYNARD, B. Migratory fishes of Brazil: life history and fish passage needs. River Research and Applications, Chichester, v. 25, p. 702-712, 2009.

GRAÇA, W. J.; PAVANELLI, C. S. Peixes da planície de inundação do alto rio Paraná e áreas adjacentes. Maringá: Universidade Estadual de Maringá, 2007.

JUNK, W.J.; BAYLEY, P.B.; SPARKS, R.E. 1989. The flood pulse concept in river-floodplain systems. Proceedings of the International Large River Symposium, Can. Spec. Publ. Fish. Aquat. Sci., 106: 110-127.

KEDDY, P.A. 2000. Wetland ecology: principles and conservation. Cambridge University Press, Cambridge.

LUCAS, M. C.; BARAS, E. Migration of Freshwater Fishes. Oxford: Blackwell Science, 2001.

LOWE-MCCONNELL, R.H. 1999. Estudos ecológicos de comunidades de peixes tropicais. EdUSP. São Paulo. p.535. VAN DER VALK, A.G. 2012. The biology of freshwater wetlands. Oxford University Press, Oxford.

NORTHCOTE, T. G. Migratory behavior of fish and its significance to movement through riverine fish passage facilities. In: JUNGWIRTH, M.; SCHMUTZ, S.; WEISS, S. (Ed.). Fish Migration and Fish Bypasses. Oxford: Fishing News Books; Blackwell Science, 1998. p. 3-18.

PELICICE, F. M.; POMPEU, P. S.; AGOSTINHO, A. A. Large reservoirs as ecological barriers to downstream movements of Neotropical migratory fish. Fish and Fisheries, [New York], v. 16, n. 4, p. 697-715, Dec. 2015.

PETRERE JUNIOR, M. Migraciones de peces de agua Dulce en America Latina: algunos cometarios. COPESCAL Documento Ocasional, Roma, v. 1, n. 17, 1985.

SATO, Y. et at. Padrões reprodutivos de peixes da bacia do São Francisco. In: GODINHO, H. P.; GODINHO, A. L. (Org.). Águas, peixes e pescadores do São Francisco das Minas Gerais. Belo Horizonte: PUC Minas, 2003. p. 229- 274.

SMITH, W.S. 2014. Conectando peixes, rios e pessoas : como o homem se relaciona com os rios e com a migração de peixes / Sorocaba, SP : Prefeitura Municipal de Sorocaba, Secretaria do Meio Ambiente, 112 p.

SUZUKI, F. M.; PIRES, L. V.; POMPEU, P. S. Passage of fish larvae and eggs through the Funil, Itutinga and Camargos Reservoirs on the upper Rio Grande (Minas Gerais, Brazil). Neotropical Ichthyology, Porto Alegre, v. 9, n. 3, p. 617-622, 2011.

VAZZOLER, A.E.M. 1996. Biologia da reprodução de peixes teleósteos: teoria e prática. EDUEM, CNPq. Maringá. p.169.

VAZZOLER, A. E. M.; LIZAMA, M. A. P.; INADA, P. Influências ambientais sobre a sazonalidade reprodutiva. In: VAZZOLER, A. E. A; AGOSTINHO, A. A.; HAHN, N. S. (Ed.). A Planície de Inundação do Alto rio Paraná: Aspectos Físicos, Biológicos e Socioeconômicos. Maringá: EDUEM, 1997. p. 267-280.

WELCOMME, R.L. 1996. Fisheries ecology of floodplain rivers. 2nd. edition. Longman. London. p.317.

WETZEL, R.G., LIKENS, G.E. 2000. Limnological Analyses, 3rd ed. Springer, New York.

 


 

Disciplina

 TÓPICOS ESPECIAIS: PESCA AMADORA

Código

 IPC-003-52

Docente responsável

Leonardo Tachibana

Docente ministrante

Sergio Luiz dos Santos Tutui e Eduardo Makoto Onaka

Créditos

2 créditos

Carga horária

32 horas-aula

Nº de alunos mín.

05

Nº de alunos máx.

20

Período

25 a 28 de novembro de 2019

Cronograma e horário

Aulas teóricas: 24 horas; Atividade de Campo: 04 horas; Apresentação de seminário: 04 horas.

De segunda a quinta, das 08h00 às 12h00 e das 14h00 às 18h00.

1o dia:

Manhã:

Apresentação

Conceitos Básicos:

  • Pesca amadora, esportiva e recreativa;
  • Categorias de pesca amadora;
  • Cenário da pesca amadora no mundo e no Brasil
  • Delineamento do setor produtivo ligado à pesca amadora
  • Produtos e serviços
  • Turismo

 

Tarde:

Visita a marina e entrevistas com pescadores amadores

2o dia:

Manhã:

  • Pesca amadora no Brasil;
  • Mapeamento da atividade;
  • Recursos alvo emodalidades de pescarias (espécies esportivas de água doce e marinhas)

Tarde:

- Equipamentos utilizados na pesca amadora: varas, linhas, anzóis, molinetes, carretilhas, outros apetrechos.

 

3o dia:

Manhã:

-Técnicas de pesca: barranco, apoitada, rodada, praia, costão, plataforma, pesqueiro, fly, bait casting, jigging, oceânica.

 

Tarde: Plantão de dúvidas, período livre para preparação de seminários.

4o dia:

Manhã:

Conflitos entre a pesca amadora e outros usuários dos recursos pesqueiros;

  • Pesca comercial industrial;
  • Pesca comercial artesanal;
  • Outros usuários

Legislação Pesqueira e Legislação Ambiental e os impactos na pesca amadora

Gestão pesqueira e a pesca amadora

  • Instrumentos de regulação da pesca amadora
  • Instrumentos de exclusão da pesca amadora
  • Unidades de conservação e a pesca amadora

Tarde:

Apresentação dos Seminários

Local de realização

Sede do Centro Avançado de Pesquisa do Pescado Marinho, Santos – SP

Ementa

Pretende-se introduzir a pesca amadora junto aos profissionais que trabalharão na área de recursos pesqueiros. Dar uma noção sobre as características da atividade e dos atores envolvidos, propiciando ao aluno uma visão da explotação dos recursos pesqueiros além da tradicional abordagem da pesca comercial. Apresentando a pesca amadora como importante segmento no estudo do uso dos recursos naturais e os sistemas de manejo, sustentabilidade e gestão pesqueira. Para apresentar os temas serão realizadas aulas teóricas, visitas de campo e seminários.

Outras informações relevantes

Objetivo:

  1. Caracterizar a pesca amadora quanto aos recursos explotados, técnicas de pesca e áreas de atuação;
  2. Caracterizar o perfil socioeconômico do pescador amador e a cadeia produtiva da atividade;
  3. Entender a pesca amadora como mais um ator de compartilhamento dos recursos naturais e os conflitos existentes entre os usuários desses recursos compartilhados;
  4. Fomentar o entendimento sobre o contexto da pesca amadora e a gestão de recursos pesqueiros e a interface entre as questões ligadas a atividade de pesca amadora e a gestão ambiental.

Justificativa:

A pesca como atividade de lazer é de grande abrangência, sendo praticada por todas as classes sociais. Apesar de sua grande relevância social e uma cadeia produtiva complexa incorporando indústria, serviços, comercio, importação, além de mídias especializadas (escrita e televisiva), a gestão pesqueira sempre foi pouco afeita à atividade, havendo reduzido entendimento sobre esse ator. Devido à pouca importância dada à atividade, as informações disponíveis são escassas, as referencias teóricas são pouco exploradas e os trabalhos desenvolvidos são esparsos e pontuais, dificultando uma abordagem integrada da gestão pesqueira. Por isso, é importante que os estudantes de pós-graduação tenham entendimento sobre a atividade.
Critérios de Avaliação

Participação;

Apresentação de seminário
Recursos necessários

Sala de aula com infraestrutura básica: datashow, quadro branco com canetas (ou quadro negro com giz) e tela de projeção.

Transporte aos alunos para visitar marinas e entrevistar pescadores amadores.

Bibliografia básica

ARLINGHAUS, R. 2005 A conceptual framework to identify and understand conflicts in recreational fisheries systems, with implications for sustainable management. Aquatic Resources, Culture and Development. 1 (2): 145-174.

ARLINGHAUS, R.; COOKE, S.J. 2009 Recreational Fisheries: Socioeconomic Importance, Conservation Issues and Management Challenges. In: DICKSON, B.; HUTTON, J.; ADAMS, W.M. Recreational Hunting, Conservation and Rural Livelihoods: Science and Practice. Blackwell Publishing Ltd. p. 39-58.

CECCARELLI, P.S.; CANTELMO, O.A.; MELO, J.S.C.; BOCK, C.L. Pesque-e-solte: Informações gerais e procedimentos práticos, Brasília:Ibama, 52 p., 2006.

CICHRA, C.E.; MASSER, M.P.; GILBERT, R.J. Fee-Fishing – An Introduction. Southern Regional Aquaculture Center-SRAC Publication No. 479, Nov 1994.

COOKE, S.J.; COWX, I.G. 2004. The role of recreational fishing in global fish crises. Biocience. 54 (9): 857-859

COOKE, S.J.; COWX, I.G. 2006 Contrasting recreational and commercial fishing: Searching for common issues to promote unified conservation of fisheries resources and aquatic environments. Biological Conservation. 128: 93-108.

COOKE, S.J.; DANYLCHUK, A.J.; DANYLCHUK, S.E.; SUSKI, C.D.; GOLDBERG, T.L. 2006. Is catch-and-release recreational angling compatible with no-take marine protected areas?.Ocean & Coastal Management. 49: 342-354.

COOKE, S.J.; SCHRAMM, H.L. 2007. Catch-and-release science and its application to conservation and management of recreational fisheries. Fisheries Management and Ecology. 14: 73-79l

COOKE, S.J.; SNEDDON, L.U. 2007 Animal welfare perspectives on recreational angling. Applied Animal Behavior Science. 104 (3): 176-198

COWX, I.G.; ARLINGHAUS, R.; COOKE, S.J. 2010. Harmonizing recreational fisheries and conservation for aquatic biodiversity in inland waters. Journal of Fish Biology. 76: 2194-2215.

FAO 2012. Recreational Fisheries. FAO Technical Guideline for Responsible Fisheries n. 13. Rome, FAO. 176p.

GOVERNO DO ESTADO DE SP. Secretaria do Meio Ambiente. Legislação de Pesca incidente do Estado de São Paulo. 23p. 2012.

FREIRE, K.M.; TUBINO, R.A.; MONTEIRO-NETO, C.; BELRUSS, C.G.; TOMÁS, A.R.G.; TUTUI, S.L.S.; CASTRO, P.M.G.; MARUYAMA, L.S.; CATELLA, A.C.; CREPALDI, D.V.; DANIEL, C.R.A.; MACHADO, M.L.; MENDONÇA, J.T.; MORO, P.S.; MOTTA, F.S.; RAMIRES, M.; SILVA, M.H.C.; VIEIRA, J.P. 2016. Brazilian recreational fisheries: current status, challenges and future direction. Fisheries Management and Ecology. 23 (1): 1-15

HUPPERT, D.D. 1983. Guidelines on Economic Valuation of Marine Recreational Fishing. NOAA Technical Memorandum NMFS n. 32. NOAA. 45p.

McLACHLAN, A.; DEFEO, O.; JARAMILLO, E.; SHORT, A.D. 2013 Sandy beach conservation and recreation: Guidelines for optimizing management strategies for multi-purpose use. Ocean & Coastal Management. 71: 256-268.

ZWIN, M.; PINSKY, M.; RAHR, G. 2005. Angling ecotourism: Issues, guidelines and experience from Kamchatka. Journal of Ecotourism. 4 (1): 16-31

 

Disciplina

 TÓPICOS ESPECIAIS: INTRODUÇÃO AO AMBIENTE R

Código

 IPC-003-53

Docente responsável

Vanessa Villanova Kuhnen

Docente ministrante

Marcelo Ricardo de Souza

Créditos

2 créditos

Carga horária

30 horas-aula

Nº de alunos mín.

02

Nº de alunos máx.

10

Período

09 a 12 de abril de 2019

Cronograma e horário

Aulas teóricas e práticas no período matutino (8h – 12h) e vespertino (13:30-17h)

Local de realização

Centro do Pescado Marinho / Santos

Ementa

O objetivo é capacitar o aluno no uso básico da linguagem e ambiente R permitindo a compreensão e execução de tarefas básicas fundamentais para o posterior uso em projetos de pesquisa e outras disciplinas. Durante a disciplina serão abordados os seguintes tópicos: O ambiente R; O repositório; Instalação; Código e script; Obtendo ajuda; Pacotes; Sintaxe básica; Operações aritméticas e lógicas; Gerando dados; Funções no R; Texto, Vetores e Objetos; Lendo e salvando seus dados; Selecionando, criando e filtrando dados; Atributos de objetos e explorando dados; Representações gráficas.

Outras informações relevantes

Esta disciplina é comum às áreas de Pesca e Aquicultura e voltada para alunos de todas as fases do mestrado.

Será necessário o uso de computador; é necessário que cada aluno traga o seu laptop (com extensão, adaptador e benjamim).

Critérios de Avaliação

Os alunos serão avaliados considerando a participação durante as aulas e a elaboração dos exercícios

Procedimentos didáticos 

Aulas teóricas com a utilização de recursos áudio-visuais, exercícios teóricos com para compreensão e fixação do conteúdo. Utilização de artigos científicos para avaliação e apresentação dos alunos.

Aulas práticas em laboratório para vivência e aplicação do conteúdo. 

Objetivos Introduzir a criopreservação como ferramenta na conservação de material genético de espécies de peixes ameaçadas extinção, bem como para produção aquícola.

Bibliografia básica

 

 

 

Disciplina

ESTATÍSTICA BÁSICA

Código

IPC-013

Docente responsável

Vanessa Villanova Kuhnen

Docente colaborador

Marcelo Ricardo de Souza

Créditos

04

Carga horária

60 horas-aula

Nº de alunos mín.

01

Nº de alunos máx.

10

Período

30 de outubro a 8 de novembro de 2019

Cronograma

No período matutino (8h – 12h) será ministrada aula teórica

No período vespertino (13:30 - 17h) será ministrada aula prática com elaboração de exercícios no R, referentes ao tema abordado de manhã

Critérios de avaliação

Os alunos serão avaliados a partir da média aritmética considerando a participação das discussões durante as aulas teóricas e a elaboração dos exercícios nas aulas práticas.

Local de realização

Centro do Pescado Marinho / Santos

Ementa

O objetivo desta disciplina é apresentar as questões centrais para a análise exploratória dos dados. Durante as aulas serão abordados os conceitos de variáveis categóricas e contínuas, co-variáveis, análises paramétricas e não paramétricas, medidas de tendência central e de dispersão, distribuição de probabilidade, teste de normalidade e homogeneidade de variâncias, testes de hipóteses (teste-t e anova), erros do tipo I e II. Nas aulas práticas os alunos farão uso do ambiente R para execução dos exercícios referente a cada tópico abordado na disciplina. Ao concluir o curso espera-se que os alunos apliquem os conhecimentos adquiridos na elaboração do delineamento de seus experimentos atuais ou futuros, e na análise de seus dados.

Outras informações 

Esta disciplina é comum às áreas de Pesca e Aquicultura e voltada para alunos de todas as fases do mestrado.

É extremamente importante, para um bom aproveitamento da disciplina, que o aluno tenha conhecimento prévio no uso do ambiente R ou tenha cursado a disciplina IPC-003-53 de Introdução ao R, que será ministrada entre os dias 23 a 26 de abril de 2019.

Será usado computador durante o curso; é necessário que cada aluno traga o seu laptop (com extensão, adaptador e benjamim).

Bibliografia

BEASLEY, C.R. 2004. Bioestatística usando R. Disponível em: http://cran.r-project.org/

CRAWLEY, J. M. 2007. The R book. UK, John Wiley & Sons Ltd.

CRAWLEY, M. J. 2014. Statistics: An Introduction using R. Wiley, 2nd edition, 2014. ISBN 978-1-118-94109-6

BORCARD, D., GILLET, F. & LEGENDRE, P. (2011) Numerical ecology with R. Springer, New York.

LANDEIRO, V.L. 2011. Introdução ao uso do programa R. Disponível em: http://cran.r-project.org/

SHAHBABA, B. 2012. Biostatistics with R: An introduction to statistics through biological data. New York: Springer. 352p.

 

Disciplina

METODOLOGIA E COMUNICAÇÃO CIENTÍFICAS

Código

IPC-004

Docente(s) responsável(is)

Marcelo Barbosa Henriques

Docente (s) colaboradores (s)

Roberto da Graça Lopes e Vanessa Villanova Kuhnen

Créditos

03

Carga horária

45 horas-aula 

Nº de alunos mín.

05

Nº de alunos máx.

12

Período

02, 09, 16, 23 e 30 de maio de 2019

Cronograma e horário

Aulas (quintas-feiras): dias 02, 09, 16, 23 e 30 de maio (das 08:00 às 12:30 e das 13:30 às 18:00 horas)

Local de realização

Instituto de Pesca (CAPPM) – sala de aula 2 – Santos

Ementa

Estuda-se o pensar científico, discutindo como produzir ideias e resolver problemas e os fatores que dificultam o progredir da ciência, bem como o método científico e os tipos de pesquisa, abordando-se a pré-pesquisa (a construção do projeto de pesquisa), a colheita e tratamento de dados e informações e a pós-pesquisa (interpretação de resultados e elaboração dos instrumentos de comunicação/difusão do conhecimento: artigos, palestras, participação em eventos científicos e de popularização da ciência). Aborda-se também a prospecção de demandas e o direcionamento para projetos de pesquisa voltados à inovação tecnológica. Discute-se ainda o WEB Qualis e os critérios de avaliação para o enquadramento de periódicos na área de Zootecnia e Recursos Pesqueiros, bem como os documentos exigidos pelo Programa para a Qualificação e a Defesa.

Outras informações relevantes

Planejamento. Manhãs: aulas teóricas. Tardes: apresentação de seminários individuais (o seminário que cada participante apresentará será sobre o seu próprio projeto de pesquisa, com ênfase para título, objetivos, justificativa e metodologia), participação em círculos de discussão envolvendo análise de artigos científicos, textos variados sobre pesquisa, políticas públicas de ciência etc.

Avaliação. Será feita com base no seminário e na qualidade da participação dos discentes nas aulas e outras atividades.

Bibliografia

“Como redigir trabalhos científicos” de Luís Rey, Editora Edgard Blücher

“Os cientistas precisam escrever” de Robert Barrass, T. A .Queiroz, Editor e Edusp

“O cotidiano da pesquisa” de Nelson de Castro Senra, Editora Ática 

“A ciência como atividade humana” de George F. Kneller (Universidade da Califórnia), Zahar Editores e Edusp

“Prematuridade na descoberta científica” (sobre resistência e negligência) de Ernest B. Hook (organizador), Ed. Perspectiva

“A estrutura das revoluções científicas” de Thomas S. Kuhn, Editora Perspectiva

“Metodologia científica” de A. L. Cervo e P. A .Bervian, Editora McGraw-Hill

“Etapas da investigação científica” de L. Hegenberg, Editora Pedagógica e Universitária e Edusp

“Ciência: da filosofia à publicação” de Gilson Luiz Volpato, FUNESP/UNESP

“O que é ciência afinal?” de A. F. Chalmers, Editora Brasiliense

“Regras e conselhos sobre a investigação científica” de Santiago Ramõn y Cajal, T.A. Queiroz, Editor e Edusp

“Valores e atividade científica” de Hugh Lacey, FAPESP/Discurso Editorial

“Metodologia em ciência dedutiva” de Antonio José Marques, edição do autor

“Eureka – um livro sobre ideias” de Michael Macrone, Rotterdan Editores

“Elabore Projetos Científicos Competitivos: Biológicas, Exatas e Humanas” de Gilson Volpato e Rodrigo Barreto, Editora Best Writing 

“História da Biologia Comparada” de Nelson Papavero, Jorge Llorente-Bousquets, David Espinosa Organista e Rita Mascarenhas, Holos Editora

“Para compreender a ciência – uma perspectiva histórica” de Maria Amália Pie Abib Andery et al., Editora Espaço e Tempo 

“Metodologia Científica - Teoria e Prática” de Carla Cruz e Uirá Ribeiro, Editora Axcel Books

Como fazer uma monografia” de Delcio Vieira Salomon, Editora Martins Fontes

“Descomplicando o complicado: aprendendo a fazer uma monografia em três dias” de Flávio Alves Barbosa, Editora Ciência Moderna

A Filosofia Explica as Grandes Questões da Humanidade” de Clóvis de Barros Filho e Júlio Pompeu, Editora Casa da Palavra

Serão utilizados artigos retirados da Revista “Pesquisa FAPESP”, especialmente os relativos a políticas públicas de ciência, ética em ciência, qualidade da produção científica etc.

 

Disciplina

SOCIOECONOMIA APLICADA À PESCA E AQUICULTURA

Código

IPC-006

Docente Responsável

Marcelo Barbosa Henriques

Docente Colaborador

Newton José Rodrigues da Silva (CATI/SAA/SP)

Créditos

04

Carga horária

60 horas-aula

No mínimo de alunos

05

No máximo de alunos

10

Ementa

Apresentação de aspectos socioeconômicos a serem utilizados como ferramentas na análise das cadeias produtivas da pesca e da aquicultura, integrando conhecimentos técnicos sobre a atividade com a ação dos atores envolvidos no processo produtivo. Caracterização dos sistemas de produção; estudo dos modelos de desenvolvimento rural, referenciais teóricos e assistência técnica na extensão pesqueira; mecanismos de difusão de tecnologia e discussão das políticas públicas disponíveis para o setor.

Cronograma

 

Aulas (quintas-feiras): dias 01, 08, 15, 22, 29 de agosto e 04 e 05 de setembro (das 08:00 às 12:00 e das 13:30 às 18:00 horas)

Local de realização

 

Instituto de Pesca (CAPTAPM) – sala de aula 2 – Santos

Outras informações relevantes

Planejamento. Manhãs: aulas teóricas. Tardes: apresentação de seminários individuais (o seminário que cada participante apresentará será sobre o seu próprio projeto de pesquisa, com ênfase para título, objetivos, justificativa e metodologia), participação em círculos de discussão envolvendo análise de artigos científicos, textos variados sobre pesquisa, políticas públicas de ciência etc.

Data

Programação

Docente

01/08

· Apresentação da disciplina e métodos de avaliação

· Noções básicas de administração rural (macroeconomia e microeconomia)

· Capitais e custos (Juros, conservação, riscos e depreciação)

· Critérios de avaliação e determinação do custo de produção na agropecuária

· Sustentabilidade da aquicultura

· Medidas de resultado econômico

· Fatores que afetam os resultados econômicos

· Elaboração de projetos aquícolas e pesqueiros

Dr. Marcelo B. Henriques

08/08

· Conceito de Sistema Local de Inovação

· Sociologia da tradução

· Economia do dom

· Economia solidária

Dr. Newton J. R. da Silva (CATI – SAA/SP)

15/08

·     Determinação do tempo de retorno econômico das atividades aquícolas desenvolvidas nos diferentes sistemas de produção

·     Teoria da produção

·     Interação entre os componentes biológicos, físicos e econômicos

·     Elaboração de projetos aquícolas e pesqueiros

Dr. Marcelo B. Henriques

22/08

· Avaliação de políticas públicas

· Economias de grandeza

·  Economia de proximidade

· Apresentação de estudos de caso: desenvolvimento da piscicultura no Vale do Ribeira e Alto Vale do Itajaí

· Distribuição de uma prova para elaborar em casa

Dr. Newton J. R. da Silva (CATI – SAA/SP)

29/08

Apresentação de estudo de caso: A pesca artesanal no município de Mongaguá/SP

Apresentação de estudo de caso: Desenvolvimento da ostreicultura em Cananéia

Dr. Newton J. R. da Silva (CATI – SAA/SP)

05/09

Avaliação geral dos alunos

1)  As questões da prova serão debatidas em sala

2) Apresentação dos projetos de viabilidade econômica (aquícolas ou pesqueiros) relacionados à disciplina

Dr. Marcelo B. Henriques

Dr. Newton J. R. da Silva (CATI – SAA/SP)

 

  • Dia 04/09 – Dedicado a levantamento de campo e elaboração de projetos de viabilidade econômica (não haverá aula, apenas plantão de dúvidas)
  • Necessidade de auditório ou sala de aula em Santos, com projetor tipo Datashow, tela e quadro de anotações.

Devido ao reduzido número de vagas, algumas inscrições poderão ser relacionadas em lista de espera, a partir do preenchimento da décima e última vaga oferecida. Neste caso, as demais vagas ficarão sujeitas à confirmação. A desistência, ou não comparecimento do aluno, após o início das aulas, caracterizará conceito de reprovação na disciplina.

Avaliação. Será feita com base em prova teórica com consulta e no seminário e apresentação dos projetos de viabilidade econômica (aquícolas ou pesqueiros) relacionados à disciplina.

 

Bibliografia básica

ALBAGLI, S. 2004. Território e territorialidade. In: LAGES, V.; BRAGA, C.;

BATALHA, M.O. 2002. A Maricultura no Estado de São Paulo. SEBRAE, GEPAI: GENAQUI, UFSCar, 1º ed., São Paulo, 297 p.

HOFFMANN, R.; CAMARGO ENGLER, J.J.; SERRANO, O.; MENDES THAME, A.C.; NEVES, E.M., 1996. Administração da Empresa Agrícola. Biblioteca Pioneira de Ciências Sociais, 9ª ed, São Paulo, 289 p.

KUBITZA, F. & ONO, E.A. 2004. Projetos Aqüícolas: planejamento e avaliação econômica. Jundiaí; F. Kubitza. 79 p.

LATOUR, B. Ciência em ação: como seguir cientistas e engenheiros sociedade afora. São Paulo: UNESP. 2000. 438p. 

LEUNG, P.S.; TISDELL, C., 1997. Aquaculture Economics & Management. Blackwell Science, v. 1, n. 1, Glasgow, 128 p.

OSTRENSKY, A.; BORGHETTI, J.B; SOTO, D. 2008  Aquicultura no Brasil: o desafio é crescer. Brasília, Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), 276 p.

SILVA, N.J.R 2008. Dinâmicas de desenvolvimento da piscicultura e políticas públicas: Análise dos casos do Vale do Ribeira (SP) e do Alto Vale do Itajaí (SC). São Paulo: Editora UNESP, 240 p.

* Periódicos: Boletim do Instituto de Pesca; Informações Econômicas e Revista de Economia Agrícola, ambos do IEA/SAA/SP

 

Disciplina

ECOLOGIA HUMANA

Código

IPC 008

Docente Responsável

Ingrid Cabral Machado

Docente Colaborador

Jocemar Tomasino Mendonça e Paula Maria Gênova de Castro

Créditos

03

Carga horária

45 horas-aula

No mínimo de alunos

06

No máximo de alunos

20

Ementa

Pretende-se introduzir a ecologia humana junto aos profissionais que trabalharão na área pesqueira e de maricultura, dando uma noção geral do histórico, características e organização das sociedades pesqueiras no Brasil e propiciando ao aluno uma visão da pesca além do recurso explorado, ou seja, proporcionando conhecimento do usuário do recurso pesqueiro: o pescador com suas características de produção e meios de vida. Elucidar as abordagens teóricas nas quais a ecologia humana se referencia e formas de obtenção e análise de dados que podem ser aplicadas para estudar as comunidades. Apresentar o sistema sócio-ecológico como abordagem abrangente no estudo do uso dos recursos naturais e os sistemas de manejo, sustentabilidade e gestão pesqueira. Para apresentar os temas, serão realizadas aulas teóricas e práticas, com estudo de casos e seminários.

Cronograma

01 a 05/04/2018. Aulas teóricas: 32 horas (08h00 às 12:00h e 14:00h às 18:00h, por 4 dias)

Preparação e apresentação de seminários: 14 horas (preparação em horário noturno, 6 horas e apresentação no 5º dia de aula, 8 horas).

Local de realização

Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento do Litoral Sul, Cananéia-SP

Outras informações

 

Bibliografia básica

ALBAGLI, S. 2004. Território e territorialidade. In: LAGES, V.; BRAGA, C.;

BATALHA, M.O. 2002. A Maricultura no Estado de São Paulo. SEBRAE, GEPAI: GENAQUI, UFSCar, 1º ed., São Paulo, 297 p.

HOFFMANN, R.; CAMARGO ENGLER, J.J.; SERRANO, O.; MENDES THAME, A.C.; NEVES, E.M., 1996. Administração da Empresa Agrícola. Biblioteca Pioneira de Ciências Sociais, 9ª ed, São Paulo, 289 p.

KUBITZA, F. & ONO, E.A. 2004. Projetos Aqüícolas: planejamento e avaliação econômica. Jundiaí; F. Kubitza. 79 p.

LATOUR, B. Ciência em ação: como seguir cientistas e engenheiros sociedade afora. São Paulo: UNESP. 2000. 438p. 

LEUNG, P.S.; TISDELL, C., 1997. Aquaculture Economics & Management. Blackwell Science, v. 1, n. 1, Glasgow, 128 p.

OSTRENSKY, A.; BORGHETTI, J.B; SOTO, D. 2008  Aquicultura no Brasil: o desafio é crescer. Brasília, Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), 276 p.

SILVA, N.J.R 2008. Dinâmicas de desenvolvimento da piscicultura e políticas públicas: Análise dos casos do Vale do Ribeira (SP) e do Alto Vale do Itajaí (SC). São Paulo: Editora UNESP, 240 p.

* Periódicos: Boletim do Instituto de Pesca; Informações Econômicas e Revista de Economia Agrícola, ambos do IEA/SAA/SP

 

Disciplina

SOCIOECONOMIA APLICADA À PESCA E AQUICULTURA

Código

IPC-006

Docente Responsável

Marcelo Barbosa Henriques

Docente Colaborador

Newton José Rodrigues da Silva (CATI/SAA/SP)

Créditos

04

Carga horária

60 horas-aula

No mínimo de alunos

05

No máximo de alunos

10

Ementa

Apresentação de aspectos socioeconômicos a serem utilizados como ferramentas na análise das cadeias produtivas da pesca e da aquicultura, integrando conhecimentos técnicos sobre a atividade com a ação dos atores envolvidos no processo produtivo. Caracterização dos sistemas de produção; estudo dos modelos de desenvolvimento rural, referenciais teóricos e assistência técnica na extensão pesqueira; mecanismos de difusão de tecnologia e discussão das políticas públicas disponíveis para o setor.

Cronograma

Aulas (quintas-feiras): dias 01, 08, 15, 22, 29 de agosto e 04 e 05 de setembro (das 08:00 às 12:00 e das 13:30 às 18:00 horas)

Local de realização

Instituto de Pesca (CAPTAPM) – sala de aula 2 – Santos

Outras informações relevantes

 Apesar de ser uma disciplina que lida principalmente com as atividades extrativistas, a Ecologia Humana também pode ser utilizada pelos alunos de aquicultura, principalmente para aqueles que trabalham com espécies nativas. A aquicultura é uma atividade dependente de recursos naturais e também está no contexto da gestão ambiental e da inserção do homem no meio natural, portanto a disciplina é comum às duas áreas de concentração do Programa.

Bibliografia básica

BARBETTA, P. A. Estatística aplicada às ciências sociais. Editora da UFSC, 6º edição. Florianópolis, 2006. p. 315.

BECKER, H. S. Métodos de pesquisa em Ciências Sociais. HUCITEC, São Paulo, 1994.

BEKERS, F. Sacred ecology: traditional ecological knowledge and resource management. Taylor & Francis, USA, 1999. p.232.

BERKES, F. & FOLKE, C. Linking social and ecological systems. Cambridge University Press, UK, 2000.

BERKES, F.; COLDING, J. & FOLKE, C. Navigating social and ecological systems. Cambridge University, 2003.

CAMPBELL, B. Ecologia Humana. Ed. Biblioteca Científica Salvat, Barcelona, Espanha, 1985.

CAVALCANTI, C. (org). Meio ambiente, desenvolvimento sustentável e políticas públicas. Cortez Editora, SP, 1999.

CHIZZOTTI, A. Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais. Cortez Editora, 2000.

DIEGUES, A. C. S. Povos e mares. NUPAUB, São Paulo, 1995. p. 260.

GALÚCIO, D. M. R. Amazônia: pescadores contam histórias. IBAMA/PRO-VÁRZEA, Coleção Retrato Regional, Santarém, AM, 2004. p. 132.

GUNDERSON, L. H. & HOLLING, C. S. (editores). Panarchy: understanding transformations in human and natural systems. Washington, Island Press. 2000.

HERSOUG B., JENTOFT, S. & DEGNBOL, P. Fisheries development: the institutional challenge. Eburon Publishers. Netherlands, 2004. p. 229.

KORMONDY, E. J. & BROWN, D. E. Fundamentals of human ecology. Prentice Hall, New Jersey, USA, 1998. p.503.

McCAY, B. J. & ACHESON, J. M. The question of the commons: the culture and ecology of the comunal resourses. The University Arizona Press, USA, 1990. p. 439.

MORAN, E. A ecologia humana das populações da Amazônia. Ed. Vozes, Petrópolis, RJ. 1990.

NAZAREA, V. D. Ethnoecology: situated knowledge/located lives. The University of Arizona Press, USA, 1999. p.299.

NEVES, W. Antropologia ecológica. EDUSP, São Paulo, 1996.

NOLAN, P. & LENSKI, G. Human Societies: na introdution to macro sociology. MacGraw-Hill College, 10ª edition, New York, USA, 2006.

ODUM, E. P. Ecology and our endangered life-support systems. Sinauer Associates, Inc., Massachusetts, USA, 1993. p. 301.

OSTROM, E. Governing the commons: the evolution of institutions for collective action. New York, Cambrigde University Press. 1990. p. 298.

PRATES, A. P. & BLANC, D. (org) Áreas aquáticas protegidas como instrumento de Gestão Pesqueira. Série Áreas Protegidas do Brasil 4, MMA/SBF, 2007. p. 271.

RICHARDSON, R. J. Pesquisa social: métodos e técnicas. Atlas editora, São Paulo, 1999.

RUFINO M. L. (Editor) A pesca e os recursos pesqueiros na Amazônia brasileira. IBAMA/PRO-VÁRZEA, 2004. p. 272.

RUSE, M. Sociobiologia: senso o contra-senso? Ed. Vozes, Petrópolis, RJ, 1983.

STEPHENS, D. W. & KREBS, J. R. Foraging theory. Princeton Univ. Press, New Jersey, USA, 1987. p. 262.

VIEIRA, P. F. & RIBEIRO, M. A. (orgs.) Ecologia Humana, ética e educação: a mensagem de Pierre Dansereau. Palloti, PA, 1999.

 

Disciplina

PATOLOGIA DE  ORGANISMOS AQUÁTICOS

Código

IPC-012

Docente Responsável

Maria José T Ranzani de Paiva

Docentes Colaboradores

 Carlos Massatoshi Ihiskawa, Marcio Hipolito, Antenor Aguiar Santos, Eduardo Makoto Onaka

Créditos

04

Carga horária

60 horas-aula

No mínimo de alunos

05

No máximo de alunos

10

Ementa

A sanidade dos animais aquáticos é um tema que aflige atualmente tanto a aquicultura como a pesca e tem sido a causa de muitos insucessos para os criadores e ambientalistas.

Cronograma

Aulas teóricas: 03 a 11/06; Apresentação de seminários: 11/06.

Horário das 08h00 às 12h00 e das 14h00 às 17h00

Local de realização

Instituto de Pesca - Sede - São Paulo

Outras informações relevantes

A avaliação abrangerá a participação nas aulas práticas e teóricas, da apresentação de seminário sobre artigo científico a ser definido oportunamente e relatório das atividades.

Bibliografia básica

CARNEVIA D. Enfermidade de Los Peces Ornamentales, Buenos Aires: Ed. Agrovet; 1993:255-268.

RANZANI-PAIVA et al. (2013 Métodos de análise hematológica em peixes. Eduem.

STOSKOPF, S. Fish Medicine. Philadelphia, PA: WB Saunders; 1993: 754-757.

 

ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: AQUICULTURA

 

Disciplina

CONCEITOS BÁSICOS EM AQUICULTURA

Código

IPA-001

Docente Responsável

Leonardo Tachibana

Docente colaborador  Carlos Massatoshi Ishikawa

Créditos

04

Carga horária

60 horas-aula

No mínimo de alunos

05

No máximo de alunos

12

Ementa

Diversos temas relacionados à aquicultura:

Aquicultura: Definições e Conceitos, Piscicultura Continental Tropical de Água doce, Fisiologia de peixes; ictiologia, Criação de peixes marinhos, Peixes ornamentais, Qualidade da água, Tecnologia do pescado, Criação de camarões marinhos, Bioeconomia, Sanidade, Biologia e reprodução de peixes, Estatística, Nutrição de peixes, Biotecnologia, Criação de bivalves estuarinos e marinhos, Criação de camarão de água doce, Criação de rãs.

Cronograma

 

Aulas: dias 16 a 20/09/2019 aulas teóricas (das 09:00 às 13:00 e das 14:00 às 18:00 horas) e 24 a 26/09/2109 (aulas práticas – viagem à definir o local, com custo de estadia e alimentação custeada pelo aluno).

Local de realização

Instituto de Pesca – São Paulo e viagem a definir.

Outras informações relevantes

Planejamento: Aulas teóricas de diversos docentes do programa e professores convidados. Seminários ministrados pelos alunos da disciplina. Aula prática e visita técnica em local a definir.

  • Avaliação. Participação em sala de aula e visitas técnicas (peso 1);
  • Presença na disciplina (peso 1);
  • Prova escrita – 02 questões formuladas por cada professor (peso 4);
  • Relatório de viagem – enviada por forma eletrônica (Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.) (peso 2);
  • Seminário sobre temas diversos (peso 2) – apresentação no dia 20/09/2019 das 14:00 às 18:00hs.

Bibliografia básica

CASTAGNOLLI, N., CYRINO, J.E.P. Piscicultura nos trópicos. São Paulo: manole 986. 152p.

DE SILVA, S.S.; ANDERSON, T.A. 1995. Fish Nutrition in Aquaculture. Chapman & Hall AQUACULTURE SERIES 1.

EL-SAYED, A.M. Tilapia Culture. Editora Biddles Ltda. UK, 2006, 277p.

EMBRAPA, 2013. Piscicultura de água doce: multiplicando conhecimento. 440p.

ESTEVES, F.A. Fundamentos de Limnologia. Rio de Janeiro. Interciência. 1988. 573p.

NRC, 2011. Nutrient Requirements of Fish and Shrimp. Halver, J. Animal Nutrition Series.

KUBITZA, F. 2011. Tilápia – Tecnologia e Planejamento na Produção Comercial. 2ª Edição. Jundiaí – SP, 316p.

CRIBB, A.Y.; AFONSO, A.M.; FERREIRA, C.M. Manual Técnico de Ranicultura. 2013. 73p. Embrapa. 

VALENTI, W.C. Carcinicultura de Água Doce - Tecnologia de Produção de Camarões. Editora IBAMA/Fapesp. 1998.

 

Disciplina

SISTEMAS DE PRODUÇÃO DE BIVALVES MARINHOS

Código

IPA-004

Docente Responsável

Helcio Luis de Almeida Marques

Créditos

02

Carga horária

30 horas-aula

No mínimo de alunos

04

No máximo de alunos

08

Ementa

Abordagem teórica dos métodos de cultivo de mexilhões, ostras, pectinídeos e pterídeos, abordando aspectos biológicos relacionados ao cultivo, sistemas de cultivo adequados às condições brasileiras, obtenção de sementes, estruturas de cultivo, avaliação do crescimento e produção, elaboração de projetos zootécnicos, estudo de viabilidade econômica, ordenamento e sustentabilidade dos cultivos.

Cronograma

Aulas teóricas: de 26 a 29/08/19 (das 9 às 13h e das 14 às 18 h), com exceção do dia 26, quando as aulas começam às 11h.

Exercícios de classe dias 27 e 28 à tarde

Apresentação dos seminários: 29/08/19 das 14 às 18h

Visita a um cultivo comercial de mexilhões (opcional): 30/08/18

Local de realização

Auditório da sede do Instituto de Pesca em São Paulo

Outras informações relevantes

As despesas com transporte, alimentação e outros ítens durante a visita técnica correrão por conta dos alunos. A participação na visita técnica não é obrigatória e não contará como horas-aula na disciplina nem será objeto de avaliação. É apenas um complemento das informações teóricas da disciplina.

A avaliação constará da apresentação um seminário sobre artigo científico em power-point, e de exercícios de classe. A frequência e a participação dos alunos durante as aulas e os seminários também contarão para a avaliação.

Bibliografia básica

MAEDA-MARTINEZ, A.N. (ed), 2002. Los Moluscos Pectinídos de Iberoamérica: Ciencia y Acuicultura. Ed. Limusa, Mexico, 476 p.

MARQUES, H.L.A., 1998. Criação Comercial de Mexilhões. Ed. Nobel, São Paulo, 111 p.

MATTHIESSSEN, G.C., 2002. Oyster Culture. Iowa State University Press, 176 p..

RESGALLA JR., C.; WEBER, L.I.; CONCEIÇÃO, M.B., 2008 (eds). O mexilhão Perna perna (L.), biologia, ecologia e aplicações. ED. Interciencia, Rio de Janeiro, 324 p.

RUPP, G.S. 2007. Cultivo da vieira Nodipecten nodosus em Santa Catarina: influência da profundidade, densidade e frequência de limpeza. Bol. Tec. EPAGRI, Florianópolis, 135, 83 p.

SHUMWAY, S.E.; PARSONS, G.J. (eds), 2016. Scallops: Biology, Ecology, Aquaculture, and Fisheries. Elsevier Science,1018 p.

SOUTHGATE, J.L.P. 2011. The pearl oyster. Elsevier, 544 p.

 

Disciplina

CULTIVO DE RÃS: ASPECTOS ECOLÓGICOS, FISIOLÓGICOS E ZOOTÉCNICOS

Código

IPA-005

Docente Responsável

Cláudia Maris Ferreira Mostério

Créditos

04

Carga horária

60 horas-aula

No mínimo de alunos

04

No máximo de alunos

20

Ementa

Estudo dos aspectos biológicos, ecológicos, fisiológicos e zootécnicos relacionados à produção comercial de rãs; tecnologias de cultivo; manejo físico, alimentar e sanitário em ranários comerciais; doenças emergentes; conceitos sobre elaboração de projetos zootécnicos e análise econômica, comercialização e estratégias para a promoção do cultivo sustentável.

Cronograma

  • 16 a 22/10/19 das 9:00 às 17h- Aulas teóricas
  • 23/10/19 das 9:00 às 17h –Aula prática (Laboratório)
  • 24/10/19 das 8:00 às 19:00 h – Aula de Campo. Visita a um Ranário comercial.

25/10/19 das 9 às 12 h - avaliação/seminário

Realização

  •  Auditório do Instituto de Pesca - Parque Fernando Costa – São Paulo (aulas teóricas)
  • Visita técnica em um Ranário Comercial a definir (aula de campo)

Outras informações relevantes

A visita ao Ranário comercial está sujeita à confirmação, que será feita até 10 dias antes do início da disciplina. As despesas e providências relativas ao transporte e alimentação, correrão por conta dos alunos. Qualquer dúvida, entrar em contato com a Profa. Cláudia Maris (Tel.:11-3871-7516 / 61 Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.)

Bibliografia básica

CONAMA. Resolução no 20, de 18 de junho de 1986. Ministério do Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente. Conselho Nacional do Meio Ambiente. D.O.U. Executivo 30/07/86. p. 11.356, 1986.

DIAS, D.C.; DE STÉFANI, M.V.; FERREIRA, C.M.; FRANÇA, F.M.; RANZANI-PAIVA, M.J.T.; SANTOS, A.A. 2010. Haematologic and immunologic parameters of bullfrogs, Lithobates catesbeianus, fed probiotics. Aquaculture Research, 41: 1064-1071.

DUELLMAN, W.E.; TRUEB, L.  1994  Biology of amphibians, Baltimore – Marylan, The Johns Hopkins University Press., 696p.

FERREIRA, C.M.; PIMENTA, A.G.C.; PAIVA-NETO, J.S. 2002  Introdução à Ranicultura. B. Tec. Instituto de Pesca, 33: 1-15.

FONTANELLO, D.; WIRZ, R.R.; ARRUDA SOARES, H.; CAMPOS, B.E.S.; FREITAS, E.A.N. & FERREIRA, C.M.  1993  Comparação de quatro sistemas de engorda de Rãs-Touro (Rana catesbeiana Shaw, 1802): Tanque-Ilha, Confinamento, Anfigranja e Gaiolas. 1 - Desenvolvimento ponderal; 2 - Custo operacional. B. Inst. Pesca, 20 (único): 43 - 58.

ISHIKAWA, N.M.; RANZANI-PAIVA, M.J.T.; LOMBARDI, J.V.; FERREIRA, C. M.  2007  Hematological parameters in Nile Tilápia, Oreochromis niloticus exposed to sub-letal concentrations of mercury. Brazilian Archives of Biology and Technology, 50: 619-626.

KNOOP, R; FERREIRA, C.M.; TAKAHASHI, N.; FRANCA, F.M.; ANTONUCCI, A.M.; TEIXEIRA, P.C.; SUGOHARA, A.; DIAS, D.C.; TACHIBANA, L.; HIPOLITO, M.  2011  Influência da incorporação de vitamina C à dieta no desempenho produtivo de rãs-touro Lithobates catesbeianus pós-metamorfoseadas. Boletim do Instituto de Pesca, 37: 383-391.

ROCHA, G.C.; FERREIRA, C.M.; TEIXEIRA, P.C.; DIAS, D.C.; FRANCA, F.M.; ANTONUCCI, A. M.; MARCANTÔNIO, A.S.; LAURETO, M.M. 2010  Physiological response of American bullfrog tadpoles to stressor conditions of capture and hypoxia  Pesquisa Veterinária Brasileira, 30: 891-896.

SCHLOEGEL, L.M.; FERREIRA, C.M.; JAMES, T.; HIPOLITO, M.; LONGCORE, J.; HYATT, A.; YABSLEY; MARTINS, A.M.C.R.; MAZZONI, R.; DAVIES, A.J. & DASZAK, P.  2009.  The North American Bullfrog (Rana catesbeiana) as a reservoir for the spread of Batrachochytrium  dendrobatidis  in Brazil. Animal Conservation: 1-9. DOI: 10.1111/j.1469-1795.2009.00307.x

STORER, T.I.; USINGER, R.L.; STEBBINS, R.C.; NYBAKKEN, J.W.  2002. Zoologia geral. Cia Editora Nacional, 6ª ed. São Paulo.  816 p.

TEIXEIRA, P.C.; DIAS, D.C.; ROCHA, G.C.; ANTONUCCI, A.M.; FRANCA, F. M.;MARCANTÔNIO, A.S.; RANZANI-PAIVA, M. J.; FERREIRA, C.M. 2012  Profile of cortisol, glycaemia, and blood parameters of American Bullfrog tadpoles Lithobates catesbeianus exposed to density and hypoxia stressors. Pesquisa Veterinária Brasileira. Aceito em Jul/12.

 

 

 

Disciplina

SISTEMAS DE PRODUÇÃO DE PEIXES MARINHOS

Código

IPA-008

Docente Responsável

Eduardo Gomes Sanches

Créditos

04

Carga horária

60 horas-aula

No mínimo de alunos

05

No máximo de alunos

12

Ementa

Situação atual e perspectivas para o cultivo de peixes marinhos no Brasil; Sistemas de produção de peixes marinhos: Tanques escavados, Tanques-rede e Sistemas de recirculação de água salgada; Principais espécies com potencial para produção comercial; Técnicas de reprodução, larvicultura e engorda para a produção comercial de peixes marinhos; Impactos ambientais da atividade; Processo de licenciamento da atividade; Viabilidade econômica dos principais sistemas de produção em piscicultura marinha.

Cronograma

  • Aulas teóricas: 18 a 22/03; Aula de campo: 23/03; Preparação de seminários: 25/03; Apresentação de seminários: 26/03.

    Horário das 08h00 às 12h00 e das 14h00 às 18h00

Realização

Núcleo Regional de Pesquisa do Litoral Norte – Ubatuba/SP

Outras informações relevantes

A avaliação abrangerá a frequência, participação nas aulas,exercícios em classe e da apresentação de um seminário sobre artigo científico a ser definido oportunamente.

Há alojamento gratuito em Ubatuba para doze pessoas. Existe a necessidade de se trazer roupa de cama. 

Qualquer dúvida, entrar em contato com o Prof.

Eduardo G. Sanches (Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.).

Bibliografia básica

SANCHES, E.G. Piscicultura marinha no Brasil: uma alternativa de produção e conservação. Aqüicultura & Pesca, v.34, p.16-22, 2007.

LOSORDO, T.M.; MASSER, M.P. & RAKOCY, J.E. Recirculating aquaculture tank prodution systems: an overview of critical considerations. Southern Regional Aquaculture Center, n.451, 12p., 1998.

APEC/SEAFDEC. 2001. Husbandry and health management of grouper. Philippines: SEAFDEC, 2001. 94 p.

CAVALLI, R.O.; HAMILTON, S. A piscicultura marinha no Brasil. Afinal, quais as espécies boas para cultivar? Panorama da Aqüicultura, v.17, n. 104, p. 50-55, 2007.

CERQUEIRA, V.R. Cultivo de peixes marinhos. In: Baldisseroto, B.; Gomes, L.L. Espécies nativas para piscicultura no Brasil. Editora UFSM. Santa Maria/ RS. p. 369-406, 2005.

HONG, W-S.; ZHANG, Q-Y. Artificial propagation and breeding of marine fish in China. Chinese Journal of Oceanology and Limnology, v. 20, n.1, p. 41-51, 2002.

OSTRENSKY, A.; BORGHETTI, J.R.; SOTO, D. Aqüicultura no Brasil: o desafio é crescer. Brasília: SEAP, 2008.

 

Disciplina

ECOFISIOLOGIA DE ORGANISMOS AQUÁTICOS

Código

IPA-012

Docente Responsável

Eduardo Gomes Sanches

Créditos

04

Carga horária

60 horas-aula

No mínimo de alunos

02

No máximo de alunos

10

Ementa

A disciplina aborda as relações e processos fundamentais dos fatores ambientais e os diferentes efeitos nos níveis de organização dos seres vivos. Apresenta também métodos de como avaliar efeitos de fatores ambientais sobre organismos cultiváveis.

Cronograma

  • Aulas: 07 a 14/01

Realização

Núcleo Regional de Pesquisa do Litoral Sul – Cananéia/SP

Outras informações relevantes

A avaliação abrangerá a frequência, participação nas aulas, exercícios, trabalhos escritos e provas escritas, relatórios sobre experimentos.

Bibliografia básica

COSSINS, A.R. AND BOWLER, K. 1987. Temperature biology of animals. Chapman and Hall. London. 339 pp.

DÍAZ-IGLESIAS, E. 1989. Aspectos de la fisiología de animales acuáticos. Ministerio de Educación. Editorial Pueblo y Educación. Cuba. 375 pp.

ECKERT, R. D. RANDALL Y R. AUGUSTINE. 1989. Fisiología animal mecanismos y adaptación. Interamericana. McGraw Hill. 650 pp.

GNAIGER, E. AND FORSTNER, H. 1983. Polarographic oxygen sensors, Aquatic and physiological applications. Springer-Verlag. Berlin. 370 pp.

GILLES, R. 1979. Mechanisms of osmoregulation in animals. John Wiley and Sons. Great Britain. 667 pp.

GOSLING, E. 1992. The mussel mytilus: ecology, physiology, genetics and culture. Elsevier. Amsterdam.589 pp.

JOBLING, M. 1995. Environmental Biology of Fishes. Chapman and Hall. London. 455 pp.

JORGENSEN, C.B. 1990. Bivalve filter feeding. Olsen and Olsen Denmark. 140 pp.

ESPÍNDOLA, E. L. G., PASCHOAL, C.M. R. B., ROCHA, O., BOHRER, M. B. C., NETO, A. L. O. Ecotoxicologia. Perspectiva para o século XXI. Editora Rima. 2000.

ODUM, Eugene P. Ecologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1988.

AZEVEDO, F. A. Toxicologia do Mercúrio. Editora Rima. 2003

NASCIMENTO, I. A., SOUZA, E. C. P. M., NIPPER, M. Métodos em ecotoxicologia marinha. Aplicações no Brasil. Editora Artes Gráficas e Industria Ltda. 2002.

MARGALEF, Ramón. Ecología. Barcelona: Omega, 1989.

 

ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: PESCA

 

Disciplina

 PESCA, SUSTENTABILIDADE CIÊNCIA PESQUEIRA

Código

IPP-001

Docente responsável

Dr. Acácio Ribeiro Gomes Tomás

Docente(s) ministrante(s)

Profa. Dra. Paula Genova de Castro-Campanha (IP); Profa.Dra. Ingrid Cabral Machado (IP); Prof. Dr. Antonio Olinto Ávila da Silva (IP); Prof.Dr. Teodoro Vaske Jr. (Unesp – CLP); Prof.Dr. Rodrigo Silvestre Martins (Unifesp); Prof.Dr. Domingos Garrone Neto (Unesp-Registro); Prof. Dr. Felipe Daros (Unesp-Registro)

Créditos

4 créditos

Carga horária

60 horas-aula (1 crédito = 15 horas-aula)

Nº de alunos mín.

02

Nº de alunos máx.

15

Período

1º semestre / 2019: 11 a 15, 27 e 28 de março)

Cronograma horário

Aulas teóricas e práticas: manhã e tarde.

Local de realização

Instituto de Pesca – Santos (SP) (aulas teóricas e práticas)

Ementa

  • Conceitos, Pesca Sustentável
  • Recursos e Frotas Pesqueiras: Petrechos, Dinâmica e Seletividade
  • Alimentação e cadeia trófica
  • Maturação reprodutiva – Estágios. Fecundidade
  • Transporte larval x recrutamento
  • Migração: conceitos básicos, estudos de caso e ferramentas de estudo
  • Parâmetros de crescimento e de mortalidade.
  • Impactos da Pesca: a pesca como predador
  • Como avaliar um recurso pesqueiro - Relação estoque desovante
  • Principais modelos de avaliação pesqueira
  • Recursos Humanos na Pesca
  • Manejo e Ordenamento da Pesca
  • Bioinvasões e Efeitos na Pesca

Critérios de Avaliação

Seminários

Procedimentos didáticos

Aulas teóricas e práticas

Objetivos

Atualizar discentes em metodologias diversas em Ciências Pesqueiras

Recursos necessários

Sala de aula, laboratório

Bibliografia

 

AGOSTINHO, A.A.; GOMES, L.C.; PELICICE, F.M. 2007 Ecologia e manejo de recursos pesqueiros em reservatórios do Brasil.Maringá: EDUEM. 501p.

BABIN, P.J.; CERDA, J.; LUBZENS, E. 2006. The Fish Oocyte – from Basic Studies to Biotechnological Applications. Springer. 508p.

BERKES, F.; MAHON, R.; MCCONNEY, P.; POLLNAC, R.; POMEROY, R. 2006. Gestão da Pesca de Pequena Escala: Diretrizes e Métodos Alternativos. Rio Grande: Ed.da FURG. 360p.

CADIMA,E.L.; CARAMELO, A.M.; AFONSO-DIAS, M.; CONTE DE BARROS, P.; TANDSTAD, M. O.; DE LEIVA-MORENO, J.I. 2005. Sampling methods applied to fisheries science: a manual. FAO Fisheries Technical Paper. No. 434. Rome. 88p.

CIESM 2016. Marine Connectivity – Migration and Larval Dispersal. CIESM Workshop Monograph 48, Monaco,172p.

DIAS-NETO, J. 2002. Gestão do Uso dos Recursos Pesqueiros Marinhos no Brasil. MMA. Brasilia, DF. 164p.

DIEGUES, A.C. 2004 A Pesca Construindo Sociedades. SãoPaulo: Núcleo de Apoio à Pesquisas sobre Populações Humanas e Áreas Úmidas Brasileiras/USP. 315p.

FAO 2016 The State of World Fisheries and Aquaculture. FAO, Rome.

FONTELES-FILHO, A.A. 2011 Oceanografia, Biologia e Dinâmica Populacional de Recursos Pesqueiros. Fortaleza: Expressão Gráfica e Editora. 464p.

HADDON, M. 2010. Modelling and quantitative methods in fisheries. CRC press. 2nd ed. 471p.

HART, P.J.B.; REYNOLDS, J.D. 2002. Handbook of Fish Biology and Fisheries. Vols. Iand 2. Blackwell Publishing:

HAIMOVICI, M. (Org.) 2011 Sistemas Pesqueiros Marinhos e Estuarinos do Brasil: Caracterização e Análises da Sustentabilidade. Rio Grande: Ed. da FURG. 104p.

HAL, S.J. 1999. The Effects of Fishing on Marine Ecosystems and Communities. Oxford: BlackwellScienceLtd. 274p.

JAKOBSEN, T.; FOGARTY M.J.; MEGREY B.A.; MOKSNESS E. (eds.) 2009. Fish Reproductive Biology – Implications for Assessment and Management. Wiley-Blackwell. 451p.

JENNINGS, S.; KAISER,M. J.; REYNOLDS, J.D. 2001. Marine Fisheries Ecology. Blackwell Science Ltd. 417p.

KAISER, M.J. ET AL. 2014. Marine ecology – Processes, Systems, and Impacts. (2nded.). Oxford.

KING, M. 2007. Fisheries biology: assessment and management. (2nded.). Wiley-Blackwell, 400p.

MCMILLAN, D.B. 2007. Fish Histology – Female Reproductive Systems. Springer. 597p.

NÉDÉLEC, C.; PRADO, J. 1990. Definition and classification of fishing gear categories. FAO Fish. Tech. Pap. Rome. 222 (Rev.1), 92p.

PALMA, M.A.E.; TSAMENYI, M.; EDESON, W.R. 2010. Promoting sustainable fisheries: The international legal and policy framework to combat illegal, unreported and unregulated fishing (Vol. 6). Brill.

NELSON, J.S.; GRANDE, T.S.; WILSON, M.V.H. 2016. Fishes of the World. 5nded. Wiley. 707p.

QUINN, T.J.L.; DERISO, R.B. 1999. Quantitative Fish Dynamics. New York: Oxford University Press. 542p.

SPARRE, P.; VENEMA, S.C. 1998. Introduction to tropical fish stock assessment. Part 1. Manual. FAO Fish. Tech. Pap. Rome. 306/1 (Rev. 2), 407p. 

TAYLOR, W.W.; SCHECTER, M.G.; WOLFSON, L.G. 2007. Globalization: Effects on Fisheries Resources. Cambridge. 550p.

VAZZOLER, A.E.M.; SOARES, L.S.H.; CUNNINGHAM, P.T.M. 1999. Ictiofauna da Costa brasileira. In: Lowe-McConnel, R. H. Estudos de Comunidades de Peixes Tropicais. São Paulo: EDUSP. P. 424-467.

ZAR, J.H. 2009. Biostatistical Analysis. 5ed. New Jersey: Prentice-Hall. 944p

 

 

Disciplina

RECURSOS PESQUEIROS INVERTEBRADOS

Código

IPP-004

Docente Responsável

Prof. Dr Acácio Ribeiro Gomes Tomás

Docente Ministrante Prof.Dr. Teodoro Vaske Jr. (Unesp – CLP), Prof.Dr. Rodrigo Silvestre Martins (Unifesp)

créditos

4 créditos

carga horária

60 horas-aula (1 crédito = 15 horas aula)

no mínimo de alunos

04

no máximo de alunos

15

Período

 

2º semestre/2019: (12 a 20 de agosto)

Cronograma

  • Aulas teóricas e práticas: manhã e tarde.

Avaliação

Seminários

Local de realização

Instituto de Pesca – Santos (aulas teóricas e práticas)

Recursos necessários*

  • Sala de aula, laboratório

Ementa

 Principais recursos pesqueiros invertebrados – crustáceos e moluscos.

  • Identificação das principais espécies exploradas
  • Aspectos morfológicos: anatomia externa, morfometria, caracterização sexual, maturação morfológica.
  • Ciclo de Vida: fases embriogênica, larval, juvenil e adulta.
  • Migrações e deslocamentos em diferentes fases de desenvolvimento. Habitats ocupados.
  • Outros potenciais recursos e principais usos.

Bibliografia básica

 

 

Disciplina

ICTIOLOGIA PESQUEIRA I – BIOECOLOGIA GERAL

Código

IPP-003

Docente Responsável

Alberto Ferreira de Amorim

créditos

4 créditos

carga horária

60 horas-aula

no mínimo de alunos

05

no máximo de alunos

10

Período

Curso condensado de 7 a 16 de janeiro/2019, das 8 h às 17 h (aulas teóricas e práticas).

Cronograma

  • 07/01 - Aula 1
  • 08/01 - Aula 2 e Avaliação parcial
  • 09/01 - Aula 3
  • 10/01 - Aula 4 e Avaliação parcial
  • 11/01 - Aula 5
  • 14/01 - Aula 6 e Avaliação parcial
  • 15/01 - Aula 7
  • 16/01 - Aula 8 e Avaliação final

Avaliação

Exercícios aplicados, apresentações de seminários, análise de artigos científicos, prova individual

Local de realização

Sala de aula teórica, no Instituto de Pesca – Santos;

Laboratório Multiuso para aula prática, no Instituto de Pesca – Santos; saída ao mar da praia de Perequê, Guarujá e se possível permanência dos três últimos dias, no IBIMM (Peruíbe-SP) e arrasto de picaré na praia de Guaraú

Recursos necessários*

  • Sala de aula com infraestrutura básica: Datashow e tela de projeção;
  • Materiais: material cirúrgico (pinça, bisturi e tesoura) e avental, boné, luva e bota;

Outras informações relevantes

Qualquer dúvida escrever para: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Ementa

Estudo da diversidade de espécies de peixes ósseos e cartilaginosos no ambiente marinho, sob o efeito dos diferentes tipos de exploração, influência dos impactos antrópicos sobre o ecossistema e a atividade pesqueira, conceitos gerais de biologia, anatomia e fisiologia de peixes, e problemática socioeconômica da atividade pesqueira.

Bibliografia básica

APPLEGATE, S.P. 1965 Tooth terminology and variation in shark with special reference to the sand shark, Carcharias taurus Rafinesque. Contr. Sci., Los Angeles County Museum, Los Angeles, (86): 1-18.

BERTALANFFY, L. von 1938 À quantitative theory of organic growth. Human Biology, 10(2) :181-213.

BIGELOW, H. B., AND SCHROEDER, W. C. (1948).  Sharks. In: Tee-Van, J. et al. ‘Fishes of de Western North Atlantic’. Part. 1. New Haven, Sears Foundation for Marine Research. p.59-576. (Memoir, 1).

BUDKER, P.  1958 La vivirarité chez les sélaciens. In GRASSÉ, P.P. Trait de Zoologie: anatomie, systématique, biologie. Academie Saint-Germain de Medecine, Paris (6) :1755-90.

CASTRO, J.I.; WOODLEY, C.M.; BRUDEK, R.L. 1999 A preliminary evaluation of the status of shark species. FAO Fisheries Technical Paper. No 380. Rome, FAO, 22 p.CASTRO, P., E HUBER, E. 1992 Marine biology. Mosby-Year Book, Inc., Saint Louis, Missouri.

COMPAGNO, L.J.V. 1984 FAO species catalogue, Vol.4. Sharks of the world. An annotated and illustrated catalogue of shark species known to date. Parts 1, and 2. FAO Fish. Synop. 125(4): 1-665.

COMPAGNO, L.J.V. 2001 FAO species catalogue, No 1, Vol 2. Sharks of the world. An annotated and illustrated catalogue of shark species known to date. Parts 2. FAO Fish. Synop. :269.

FAO  1978  Species identification sheets for fishery purposes (Western Central Atlantic). Fish. areas: 31, vol.I, II, III, IV, V, VI Roma, 1.

FAO  1994  Review of the state of world marine fishery resources. FAO Fisheries Technical Paper. 335:136.

FAO  1999  A preliminary evaluation of the status of shark species. FAO Fisheries Technical Paper. 380:72.

FIGUEIREDO, J.L. 1977 Manual de peixes marinhos do sudeste do Brasil. I. Introdução. Cações, raias e quimeras. São Paulo, Museu de Zoologia, USP, 104pp.

FIGUEIREDO, J.L. E MENEZES, N.A. 1978 Manual de peixes marinhos do sudeste do Brasil. II. Teleostei (1). Museu de Zoologia, USP. São Paulo, 110p.

FIGUEIREDO, J.L. E MENEZES, N.A. 1980 Manual de peixes marinhos do sudeste do Brasil. III. Teleostei (2). Museu de Zoologia, USP. São Paulo, 90p.

FIGUEIREDO, J.L. E MENEZES, N.A. 2000 Manual de peixes marinhos do sudeste do Brasil. VI. Teleostei (5). Museu de Zoologia, USP. São Paulo, 116p.

GRIBBLE, N.A.; MCPHERSON, G.; LANE, B.  1996  Shark management and conservation. Proceedings from the sharks and man workshop of the Second World Fisheries Congress. Brisbane, Australia, 2 August, 143.

GRIMES, D.J. 1990 Review of human pathogenic bacteria in marine animals with emphasis on sharks. Elasmobrachs as living resources: advances in the biology, ecology, systematics, and the status of the fisheries (Pratt, Gruber and Taniuch, eds) NOAA Technical Report NMFS 90: 63-9.

HOENIG, J.M. e GRUBER, S.H. 1990 Life-history patterns in the elasmobranchs: implications for fisheries management.In:Elasmobranch as living resources: advances in the biology, ecology, systematics, and the status of the fisheries (Pratt, Gruber and Taniuchi, eds) NOAA Techical Report NMFS, 90:1-16.

HOLDEN, M.J. 1974 Problems in the rational explotation of elasmobranch population and some suggested sollutions. In Sea fisheries research (F. R. Harden-Jones, ed.) John Wiley and Sons, New York, :117-37.

HOLDEN, M.J. Elasmobranchs. Fish population dynamics (J.A. Gulland, ed) John Wiley , Sons, New York, 1977, Chap.9.

IVO, C.T.C. E FONTELES-FILHO, A.A. 1997 Estatística Pesqueira: Aplicação em Engenharia de Pesca. TOM Gráfica Ed., Fortaleza: 193.

KELLOGG, J.L., 1915 Ciliary mechamisms of Lamellibranchs with descrition of anatomic J. Morph., 26 (4): 625 – 701.

LEGENDRE, P. E LEGENDRE, L. 1998. Numerical Ecology. Developments in Environmental Modeling, 20. Elservier Science, New York. 853p.

LERMAN, M. 1986. Marine Biology: environment, diversity and ecology. The Beijamin/Cummings Company, Inc, California.

LEVINTON, J.S. 2001. Marine Biology: Function, Biodiversity, Ecology. Oxford University Press, New York. 515p.

MAGRO, M. E CERGOLE, M.C. 2000 Síntese de conhecimentos dos principais recursos pesqueiros costeiros potencialmente explotáveis na costa sudeste-sul do Brasil: Peixes. Avaliação do Potencial Sustentável de Recursos Vivos na Zona Econômica Exclusiva - REVIZEE: 143.

MAGURRAN, A.E. 1988. Ecological Diversity and its Measurement. Croom Helm, London. 200p.

MENEZES, N.A E FIGUEIREDO, J.L. 1980 Manual de peixes marinhos do sudeste do Brasil. IV. Teleostei (3). Museu de Zoologia, USP. São Paulo, 96p.

MENEZES, N.A E FIGUEIREDO, J.L. 1985 Manual de peixes marinhos do sudeste do Brasil. V. Teleostei (4). Museu de Zoologia, USP. São Paulo, 105p.

OTAKE, T. 1990 Classification of reproductive modes in sharks with comments on female reproductive tissues and structures: In: Advances in the biology, ecology, systematics, and the status of the fisheries (Pratt, Gruber and Taniuchi, eds) NOAA Techical Report NMFS, 90: 111-30.

PASTEELS, J. 1958 Développement embryonnaire. In: GRASSÉ, P. P. In: Trait de zoologie: anatomie, systématique, biologie. Part. Acadmie Saint-Germain de Medecine, Paris, v.6,:1685-754, 1958.

PAULY, D. 1980 On the interrelationships between natural mortality, growth parameters, and environment temperatura in 175 fish stocks. J. Cons. int. Explor. Mer, 39(2):175-92.

PAULY, D. 1983 Some simple methds for the assessment of tropical fish stocks. FAO Fish Tech. Pap., 234,:52p.

PRINCE, E. E PULOS, L.M. 1983  Proceedings of the International Workshop on age determination of oceanic pelagic fishes: tunas, billfish, and sharks. NOAA Technical Report NMFS 8: 211.

PRATT-JR. H.L.; GRUBER, S.H.; TANIUCHI, T. 1990 Elasmobranchs as living resources: Advances in the biology, ecology, systematics, and the status of the fisheries. NOAA Technical Report NMFS, 90: 518.

ROMER, A.S.; PARSON, T.S. 1985 Anatomia comparada dos vertebrados. Trad. COSTACURTA, L. et alii, São Paulo, Atheneu Editora, 559P.

YANO, K; YABUMOTO, Y.; NAKAYA, K.  1997  Biology of the megamouth shark. Tokai University Press : 203.

 

Disciplina

ECOLOGIA DE PEIXES DE ÁGUA DOCE

Código

IPP-009

Docente Responsável

Katharina Eichbaum Esteves

Docentes Colaborares Maria Letizia Petesse; Manoela Marinho

créditos

4 créditos

carga horária

60 horas-aula

no mínimo de alunos

04

no máximo de alunos

12

Cronograma

Aulas semanais: 28/08; 04,11, 18 e 25/09 e 02, 09 e 16/10

Local de realização

Instituto de Pesca de São Paulo e local a ser escolhido para aula prática.

Outras informações relevantes

A avaliação abrangerá a frequência, participação nas aulas,exercícios em classe e da apresentação de um seminário sobre artigo científico a ser definido oportunamente.

Qualquer dúvida, entrar em contato coma profa. Katharina E. Esteves (Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.).

As despesas e providências relativas ao transporte, hospedagem e alimentação para aulas práticas correrão por conta dos alunos

Ementa

Estudo dos principais grupos de peixes de água doce da América do Sul; métodos de coleta e considerações sobre amostragem; características de ambientes lóticos e lênticos e relação da comunidade com fatores ambientais; principais padrões de organização e estrutura das comunidades; ações antrópicas impactantes e estudos de caso

Bibliografia básica

BUCKUP, A., MENEZES, N.A., GHAZZI, M.S. 2007. Catálogo das espécies de peixes de água doce do Brasil. Série Livros 23, Museu Nacional Universidade Federal do Rio de Janeiro.

CASTRO, P. M. G.; CERGOLE, M.C.; CARNEIRO, M.H.; MUCINHATO, C. M. D.; SERVO, G. J. 2002 Crescimento, Mortalidade e Taxa de Explotação do Goete, Cynoscion jamaicensis (Perciformes: Sciaenidae), na Região Sudeste/Sul do Brasil. Bol. Instituto de Pesca, 28 (2): 141-153p.

COLWELL, R.K., 1988. Biodiversity: Concepts, Patterns, and Measurement. In: S.A Levin (ed.). The Princeton Guide to Ecology. Princeton University Press.

HYSLOP, E.J. (1980). Stomach contents analysis, a review of methods and their application. Journal of Fish Biology, Vol.17, pp. 411-430.

KREBS, C. Ecological Methodology. 1998. Addison Wesley Longman. 581 p.

LOWE-MCCONNEL, R. H. Estudos de Comunidades de Peixes Tropicais. São Paulo: EDUSP. P. 424-467.

MAGURRAN, A.E. 1983. Ecological Diversity and its measurement. London, Croom helm Ltd.

MATTHEWS, W.J. Patterns in Freshwater Fish Ecology. 1998. Chapman & Hall.

OYAKAWA, O. & ESTEVES, K. 2004. Métodos de amostragem de peixes de água doce. In: Bicudo, C.E.M. & D.C. Bicudo (Eds): Amostragem em Limnologia. São Carlos, Editora Rima. pp: 231-242.

VAZZOLER, A.E.A.M. & MENEZES, N.A. 1992. Síntese de conhecimentos sobre o comportamento reprodutivo dos Characiformes da América do Sul (Teleostei, Ostariophysi). Rev. Brasil. Biol. 52(4):627-640.

VAZZOLER, A.E.A.M. 1996. Biologia da reprodução de peixes teleósteos: Teoria e Prática. Eduem, Maringá.

WELCOMME, R.L. 1985. River Fisheries. FAO Fisheries Technical Paper, no 262.

WINEMILLER, K. O., AGOSTINHO, A. A., CARAMASCHI, É. P., & AGOSTINHO, ANGELO A, CARAMASCHI, E. P. (2008). Fish Ecology in Tropical Streams. Tropical Stream Ecology Fish Ecology in Tropical Streams, 1, 107–140.

 

Disciplina

ECOLOGIA PESQUEIRA APLICADA

Código

IPP-014

Docente Responsável

Prof. Dr. Acácio Ribeiro Gomes Tomás

Docentes Colaborares

Prof. Dr. Domingos Garrone Neto (Unesp – Registro)

Profa. Dra. Paula Genova Castro-Campanha (IP)

Prof. Dr. Marcelo Ricardo de Souza (IP)

créditos

4 créditos

carga horária

60 horas-aula (1 crédito = 15 horas aula)

no mínimo de alunos

05

no máximo de alunos

20

Cronograma

Aulas teóricas e práticas: manhã e tarde.

Período 2ºsemestre/2019: (18 a 27de novembro, exceto dia 26)

Local de realização

Instituto de Pesca – Santos (aulas teóricas e práticas)

Critérios de avaliação Seminários
Procedimentos didáticos Aulas teóricas e práticas (necessário uso de computadores pessoais)
Objetivos Estimulara os discentes a aplicar conceitos de Ecologia nas Ciências Pesqueiras
Recursos necessários Sala de aula, laboratório

Ementa

Revisão dos conceitos básicos da Ecologia,principais usos em diversos ambientes aquáticos e aplicações nas Ciências Pesqueiras. Abundância, biomassa e densidade, assembleia e guilda, transferência e balanço energético, competição, cadeia trófica, resiliência e adaptabilidade, berçário, e as relações com as atividades antrópicas, além do correto uso de índices ecológicos.

Bibliografia básica

CRAIG, J. F. (Ed.).2016. Freshwater fisheries ecology. John Wiley & Sons.

GLANTZ, M.H. 2005. Climate Variability, Climate Change and Fisheries. Cambridge University Press. 417 p.

JENNINGS, S.; KAISER, M.J.; REYNOLDS, J.D. 2009. Marine Fisheries Ecology. Blackwell Science Pub.

OECD 2011.The Economics of Adapting Fisheries to Climate Change, OECD Publishing, Paris.

PITCHER, T.J.; HART, P. 2000. Fisheries Ecology. Kluwer Acad. Pub.

PITCHER, T.J.; MORATO, T.; HART, P.J.; CLARK, M.R.; HAGGAN, N.; SANTOS, R.S. (Eds.). 2008. Seamounts: ecology, fisheries and conservation. John Wiley & Sons.

WALTERS, C.J.; MARTELLS, .J.D. 2004. Fisheries Ecology and Management. Princeton University Press.

WELCOMME, R. 2008. Inland Fisheries: ecology and management.John Wiley& Sons

2º Semestre de 2018

 

calendário 1

calendário 2

 

(ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: COMUM)

Disciplina

 Tópicos Especiais - Curso: Mercados e consumo: a problemática da     sustentabilidade da atividade pesqueira

Código

 IPC-003-48

Docente Responsável

 Dra. Paula Maria Gênova de Castro Campanha
Docentes Colaboradores  Dra. Marie Anne Najm Chalita

Créditos

 2 créditos

Carga horária

 30 horas-aula (1 crédito = 15 horas-aula)

nº mínimo de alunos

 05

nº máximo de alunos

 10

Período

 06, 13, 20 e 27 de setembro/2018 (2º semestre/2018) (quinta-feira)
Cronograma e horário  Horário das 08h00 às 12h00 e das 14h00 às 18h00.

Local de realização

 Instituto de Pesca – São Paulo, SP
Ementa 

 Os mercados são estruturas sociais que articulam agentes definidores   de produtos, preços e condições de pagamento específicas, portanto,   são importantes objetos de investigação. A sociologia econômica define   mercado como um arranjo institucional particular que incorpora duas   dimensões: a natureza da ação comum (auto-interesse
 ou obrigatório) e a forma de distribuição do poder, ou seja, o modo de   coordenação 
 das interações sociais existentes nas trocas econômicas. Os     parâmetros principais 
 das transações econômicas são os direitos de propriedade (lucro);   regras de acesso 
 e troca (regularidade e legitimidade); valoração dos bens naturais   (especificidade 
 dos ativos). A contestabilidade de um mercado se define por conjunto   de distintos 
 fluxos, rotinas e regulamentos institucionais que são influenciados por   decisões de agentes não econômicos que vão agir como barreiras de   ordem moral e de valores, 
 de natureza tanto social quanto ambiental, na produção e no consumo   do bem.

 O mercado do pescado apresenta fluxos e rotinas institucionais que   visam edificar barreiras de natureza ética e, neste sentido, agregam   agentes não econômicos. Entretanto, observam-se dificuldades no   estabelecimento da contestabilidade do mercado do pescado e,   consequentemente, do consumo sustentável deste 
 alimento.  Há, sobretudo, uma carência de instrumentos de qualidade   (para além dos sanitários) que possam orientar o consumo uma vez
 que há um custo de extração, mas não de exploração dos recursos   naturais envolvidos, tanto no caso da pesca de captura quanto no
 caso do cultivo. Esta situação acaba por comprometer a própria
 atividade pesqueira. O consumo sustentável aponta como
 possibilidade de diminuir a assimetria de informações necessária   ao melhor controle da produção, da informalidade na
 comercialização e da avaliação da qualidade stricto e latu sensu do   produto, levando a uma política mais consequente de formação de   preços. O objetivo da disciplina é analisar, a partir da definição do
 que é o mercado, quais são as características principais do mercado
 do pescado, a caracterização geral do consumo do pescado no país
 e o potencial para modificar o quadro de obstáculos de ordem
 estrutural à incorporação da contestabilidade no mercado do pescado.

Critérios de Avaliação  Participação em aula e prova final.
Procedimentos Didáticos  As aulas são fundamentalmente expositivas sob leitura prévia de
 alguns itens bibliográficos.
Objetivos  Capacitar os alunos a analisar teórica e metodologicamente as
 diversas estratégias de abordagem dos fenômenos econômicos     apresentados em seus projetos de pesquisa através da sociologia.
Recursos Necessários

 Data show. Pasta com a bibliografia obrigatória para leitura dos
alunos. O docente solicita ler os projetos dos alunos  eventualmente matriculados na disciplina antes do início das aulas.

Bibliografia básica

ABRAMOVAY, Ricardo (2004) – “Entre Deus e o Diabo - mercados e
interação humana nas ciências sociais” – Tempo Social – Revista de 
Sociologia da USP - http://www.econ.fea.usp.br/abramovay/artigos_cientificos/2004/

Formas_de_organizacao_
dos_mercados.pdf

BOURDIEU, Pierre. É possível um ato desinteressado? In: 
Razões práticas. Sobre a teoria da ação. Campinas, SP: Papirus, 1996, pp.137-156.

CARVALHO, A.B. (2000). Gestão ambiental: enfoque estratégico aplicado ao desenvolvimento sustentável. São Paulo, Malkron Books do Brasil Editora Ltda.

DEQUECH, David. (2003), “Uncertainty and economic sociology: a 
preliminary discussion”. The American Journal of Economics and 
Sociology
, 62 (3):509-532.

GARCIA-PARPET, Marie-France. (1994), “Espace de marché et modes 
de domination”. Études Rurales, 131-132.

LOPES, Jr, Edmilson. As potencialidades analíticas da Nova Sociologia 
Econômica. Sociedade e Estado, UnB, 17(1), 2002, pp. 39-62.

SEN, Amartya (1987/1999) — “Comportamento econômico e sentimentos 
morais”, in Sobre Ética e Economia — Companhia das Letras, São Paulo.

STEINER, Philippe (2005) – La Sociologie Économique – La Découverte. – 
Traduzido para o português pela Editora Atlas, 2006. Versão em português: 
Mercado como política: uma abordagem político-cultural das instituições de
mercado. Contemporaneidade e Educação, 9, pp. 26-55, 2001.

VIEIRA, P. H. F. Gestão Patrimonial de Recursos Naturais:
Construindo o ecodesenvolvimento em regiões litorâneas. In: Clóvis Cavalcanti. (Org.). Desenvolvimento e Natureza: Estudos para uma sociedade sustentável. 
São Paulo: Cortez, 1995, p. 293-322.

 

Disciplina

 Monitoramento da qualidade da Água: Bioindicadores e aspectos   físicos e   químicos.

Código

 IPC-003-47

Docente Ministrante

 Dra. Luciana Carvalho Bezerra de Menezes (coordenação)

 Dr. Adalberto José Monteiro Junior

 Doutorando MsC. José Ricardo Baroldi Ciqueto Gargiulo (convidado)

Créditos

 2 créditos

Carga horária

 30 horas-aula (1 crédito = 15 horas-aula)

no mínimo de alunos

 3

no máximo de alunos

 8

Período

 17, 18, 19 e 21 de setembro de 2018

Cronograma e horário 

 Das 9 as 17h30

 17/09

 9h – 10h: Apresentações: discentes, docentes e curso;

 10h – 10h20: café

 10h20 – 12h: Profa. Luciana:

  • Ambientes lênticos e lóticos: aspectos físicos (substrato...) e biológicos;
  • Fontes poluidoras;
  • Eutrofização.

12h – 13h: almoço;

13h – 17h30: Prof. Adalberto:

  •   Parâmetros físicos e químicos: metodologia, amostragem em diferentes ambientes, importância da estratificação, balanço de  nutrientes, índices (IET, IQA)
  •  Abordagens do monitoramento (temporal, espacial vertical e   horizontal) na pesca e aquicultura.

 18/09

9h – 10h: Prof. Ricardo:

  • Justificativas do uso de zoobentos na análise de qualidade da  água;
  • Metodologia de amostragem (ambiente lótico e lêntico),    preparação de amostras e triagem de organismos;

10h-10h20: café

10h20 – 12h: Profa. Luciana:

  • Bioindicadores (fito, zoo e bentos);
  • Classificação geral de zoobentos;
  • Zoobentos como bioindicadores: tolerantes/sensíveis, respostas   dos índices às variações ambientais;
  • Estudo de caso – rio Embu-mirim;

 13h – 17h30: Prof. Ricardo:

  • Análise do zoobentos – índices bióticos;
  • Estudo de caso – reservatório Billings;
  • Estudo de caso – rio Sorocaba.

 19/09

 9h – 12h: coleta de água (horiba), fitoplâncton, zooplâncton e bentos   – Profa. Luciana, Prof. Adalberto e técnico Luiz Cláudio.

 12h – 13h: almoço.

 13h – 15h: prática de análises físicas e químicas - Profa. Luciana,   Prof. Adalberto e técnico Luiz Cláudio.

 15h – 15h20: café

 15h20 – 17h30: prática zoobentos.

 21/09

 Apresentação de seminários – Profs. Luciana, Adalberto e Ricardo.

Local de realização

 Instituto de Pesca – São Paulo

Ementa

 
  • Conceitos fundamentais de limnologia: componentes
    abióticos e bióticos de ambientes lênticos e lóticos.;
  • Monitoramento da qualidade da água em rios e
    reservatórios e sua influência na ictiofauna e na
    atividade da pesca;
  • Monitoramento da qualidade da água em
    aquicultura;
  • Parâmetros físicos e químicos relevantes para
    avaliação da qualidade da água;
  • Macroinvertebrados bentônicos como bioindicadores
    de qualidade da água;
  • Índices biológicos (diversidade, riqueza, uniformidade
    e dominância);
Critérios de Avaliação   Os alunos serão avaliados pela participação em aula e seminário   individual.
Procedimentos Didáticos
  • Aulas teóricas com utilização de recursos
    áudio-visuais (Datashow);
  • Aula prática no laboratório do Instituto de Pesca.
Objetivos  
  • Conhecer princípios fundamentais de limnologia
    com ênfase na qualidade da água;
  • Reconhecer a importância da qualidade da água
    na aquicultura, na ictiofauna e na atividade da pesca.
Recursos necessários  
  • Sala de aula com Datashow e acesso à Internet.
  • Utilização do laboratório de recurso hídricos.

Bibliografia básica 

 

 CONAMA - Conselho Nacional do Meio Ambiente (2005) Resolução     Resolução nº 357 de 17 de março de 2005. Diário Oficial da União. Brasília.   http://www.mma.gov.br/port/conama/res/res05/res35705.pdf.

 ELLIOTT, J.M. (1977) Statistical analysis of samples of benthic invertebrates.   Freshwater Biological Association. Ambleside. 157 p.

 ESTEVES, F. A. (1998) Fundamentos de Limnologia. Rio de Janeiro:   Interciência, 2 ed., 602 p.

 MUGNAI, R.; NESSIMIAN, J.L BAPTISTA D.F.(2010) Manual de Identificaão   de Macroinvertebrados Aquáticos do Estado o Rio de Janeiro. Baptista 1.ed..   Rio de Janeiro :Technical Books. 174p.

 ODUM, E.P.; BARRETT, G.W. (2008) Fundamentos de ecologia. São   Paulo:Cengage Learnng.

 PENNAK, RW. (1991). Freshwater invertebrates of United States: Protozoa to   Mollusca. 3.ed. Wiley-interscience Publication. 628 p.

 PÉREZ, GR. (1996). Guía para el estudio de los macroinvertebrados acuáticos   del Departamento de Antioquia. Presencia. Bogotá. 217p.

 TRIVINHO-STRIXINO, S. and STRIXINO, G. (1995). Larvas de Chironomidae   (Diptera) do Estado de São Paulo:
guia de identificação e diagnose dos   gêneros
. São Carlos, PPG-ERN/UFSCar. 229 p.

 

Disciplina

 Tópicos especiais em pesca e aquicultura

ECOTOXICOLOGIA: UTILIZAÇÃO DE BIOMARCADORES DE CONTAMINAÇÃO AMBIENTAL

Código

 IPC-003-46

Docentes Responsáveis

 Paula Maria Gênova de Castro Campanha e Edison Barbieri

Docente Colaborador  Edison Barbieri

Créditos

 03

Carga horária

 45 horas-aula

 mínimo de alunos

 02

n° máximo de alunos

 04

Período

 6 a 10 de agosto de 2018

Cronograma e horário 

 Aulas teóricas e práticas de 06 a 10 de agosto de 2018

Local de realização

 Instituto de Pesca – Cananéia 

Ementa

 
  • Introdução aos biomarcadores de contaminação ambiental: origens, princípios básicos e conceitos fundamentais.
  • Tipos de biomarcadores: biomarcadores de exposição, de efeito e de susceptibilidade.
  • Exemplos de parâmetros utilizados vulgarmente como biomarcadores: níveis de organização biológica a que a sua utilização se refere, suas funções e significado fisiológico, toxicológico e ecotoxicológico. Importância da informação complementar oferecida por ensaios de biomarcadores. Vantagens da sua utilização, especialmente em ambientes complexos e contaminados por diversos agentes. Limitações
  • Biomarcadores de condição física, de neurotoxidade, de biotransformação e de eliminação, de reprodução, de stress oxidativo, da condição energética, de genotoxicidade, entre outros.
  • Utilização dos biomarcadores em estudos laboratoriais e de campo. Objetivos dos estudos, hipóteses a testar, metas a atingir em função do tempo disponível, seleção de espécies sentinela, planeamento experimental e métodos de análise estatística e cuidados a ter na execução técnica, análise e interpretação dos dados, apresentação e comunicação de resultados. Discussão de casos de estudo. 
  • Relevância ecológica e integração com outros parâmetros utilizados em estudos ambientais.
Critérios de Avaliação   Prova
Outras Informações  As despezas com alimentação decorrentes dos deslocamentos   para as visitas técnicas correrão por conta dos próprios alunos.   Hospedagens não serão custeadas pelo Programa.

Bibliografia básica

 

CÔA, FRANCINE ; STRAUSS, MATHIAS ; CLEMENTE, ZAIRA ; RODRIGUES NETO, LAÍS L. ; LOPES, JOSIAS R. ; ALENCAR, RAFAEL S. ; SOUZA FILHO, ANTÔNIO G. ; ALVES, OSWALDO L.; CASTRO, VERA LÚCIA S.S.; Barbieri, Edison ; MARTINEZ, DIEGO STÉFANI T. Coating carbon nanotubes with humic acid using an eco-friendly mechanochemical method: Application for Cu(II) ions removal from water and aquatic ecotoxicity. SCIENCE OF THE TOTAL ENVIRONMENT, v. 607-608, p. 1479-1486, 2017

RUÍZ-HIDALGO, KARLA; MASÍS-MORA, MARIO; BARBIERI, Edison; CARAZO-ROJAS, ELIZABETH; RODRÍGUEZ-RODRÍGUEZ, CARLOS E. Ecotoxicological analysis during the removal of carbofuran in fungal bioaugmented matrices. Chemosphere (Oxford), v. 144, p. 864-871, 2016.

CAMPOS-GARCIA, JANAÍNA; MARTINEZ, DIEGO STÉFANI TEODORO;  REZENDE, KARINA FERNANDES OLIVEIRA ; DA SILVA, JOSÉ ROBERTO MACHADO CUNHA ; ALVES, OSWALDO LUIZ ; BARBIERI, Edison . Histopathological alterations in the gills of Nile tilapia exposed to carbofuran and multiwalled carbon nanotubes. Ecotoxicology and Environmental Safety, v. 133, p. 481-488, 2016.

BARBIERI, E.; CAMPOS-GARCIA, JANAÍNA ; MARTINEZ, DIEGO S. T. ; DA SILVA, JOSÉ ROBERTO M. C. ; ALVES, OSWALDO LUIZ ; REZENDE, KARINA F. O. . Histopathological Effects on Gills of Nile Tilapia (Oreochromis niloticus, Linnaeus, 1758) Exposed to Pb and Carbon Nanotubes. Microscopy and Microanalysis (Print), v. 22, p. 1162-1169, 2016.

GARCIA, J. C. ; MARTINEZ, D. S. T. ; ALVES, O.L. ; BARBIERI, E. Ecotoxicological effects of carbofuran and oxidised multiwalled carbon nanotubes on the freshwater fish Nile tilapia: Nanotubes enhance pesticide ecotoxicity. Ecotoxicology and Environmental Safety, v. 111, p. 131-137, 2015

LAUREN, D. E., & HINTON, D. J. (1990). Liver structural alterations accompanying chronic toxicity in fishes: Potential biomarkers of exposure. In J. F. McCarthy & L. R. Shugart (Eds.), Biomarkers of Environmental Contamination (pp. 472): CRC Press.

MARTÍNEZ-GÓMEZ, C., FERNÁNDEZ, B., VALDÉS, J., CAMPILLO, J. A., BENEDICTO, J., SÁNCHEZ, F., & VETHAAK, A. D. (2009). Evaluation of three-year monitoring with biomarkers in fish following the Prestige oil spill (N Spain). Chemosphere, 74, 613–620.

MOS, L., COOPER, G. A., SERBEN, K., CAMERON, M., & KOOP, B. F. (2008). Effects of Diesel on Survival, Growth, and Gene Expression in Rainbow Trout (Oncorhynchus mykiss) Fry. Environmental Science & Technology, 42(7), 2656-2662. doi: 10.1021/es702215c

MOUNT, D. R., & HENRY, T. R. (2008). Ecological Risk Assessment. In R. T. D. Giulio & D. E. Hinton (Eds.), The toxicology of fishes (pp. 1101). Boca Raton, Flórida: CRC Press.

NOGUEIRA, L., RODRIGUES, A. C. F., TRÍDICO, C. P., FOSSA, C. E., & ALMEIDA, E. A. d. (2010). Oxidative stress in Nile tilapia (Oreochromis niloticus) and armored catfish (Pterygoplichthys anisitsi) exposed to diesel oil. Environmental Monitoring and Assessment, Disponível online. doi: 10.1007/s10661-010-1785-9

PACHECO, M., & SANTOS, M. A. (2001). Tissue distribution and temperature-dependence of Anguilla anguilla L. EROD activity following exposure to model inducers and relationship with plasma cortisol, lactate and glucose levels. Environment International, 26(3), 149-155. doi: Doi: 10.1016/s0160-4120(00)00101-x

PAL, S., KOKUSHI, E., CHEIKYULA, J. O., KOYAMA, J., & UNO, S. (2011). Histopathological effects and EROD induction in common carp exposed to dietary heavy oil. Ecotoxicology and Environmental Safety, 74(3), 307-314. doi: 10.1016/j.ecoenv.2011.01.003

 

Disciplina

 Tópicos especiais em pesca e aquicultura

 Aspectos do crescimento e desenvolvimento de peixes

Código

 IPC-003-47

Docentes Responsáveis

 Paula Maria Gênova de Castro Campanha e Edison Barbieri

Docente Ministrante  Vander Bruno dos Santos

Créditos

 2

Carga horária

 30 horas-aula (1 crédito = 15 horas-aula)

 mínimo de alunos

 5

 máximo de alunos

 15

Período

 23, 24, 25, 30 e 31 de outubro de 2018

Cronograma e horário 

 Horário das 09h00 às 12h00 e das 14h00 às 17h00

 Dia 07 a 09 de março – aulas teóricas, práticas, avaliação e   distribuição de seminários

 Dia 14 de março - Preparação do seminário e esclarecimento
 de dúvidas dos discentes

 Dia 15 de março – Apresentação de seminários e fechamento

Local de realização

 Instituto de Pesca – Sala da Pós Graduação, São Paulo, SP

Ementa

 
  • Aspectos zootécnicos relacionados ao crescimento, aplicações e cálculos;
  • Morfometria e alometria;
  • Crescimento compensatório e curvas de crescimento;
  • Aspectos da fisiologia muscular de peixes e miogênese;
  • Crescimento e desenvolvimento dos tecidos muscular e adiposo;
  • Fatores ambientais e endócrinos que afetam o
    crescimento de peixes;
  • Crescimento e composição química tecidual;
  • Recursos computacionais e análises estatísticas
    de dados de crescimento;
Critérios de Avaliação   Avaliação e apresentação de seminários
Procedimentos Didáticos  Aulas teóricas expositivas, discussões de artigos científicos
e aula prática
Objetivos  Apresentar aos discentes os aspectos relacionados ao
crescimento e desenvolvimento de peixes, a influência
de fatores intrínsecos e extrínsecos, a importância,
peculiaridades desses animais e as diferentes formas
de avaliação do aumento em massa muscular.
Recursos necessários  Recursos audiovisuais (datashow), microscópio, cópias

Bibliografia básica

 

JOHNSTON, I. A. Fish physiology - Muscle Development and Growth. Elsevier. v. 18. 2001.

SANTOS, V. B. Crescimento morfométrico e alométrico de linhagens de Tilápia (Oreochromis niloticus). 2004. 86 p. Dissertação (Mestrado em Zootecnia) - Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2004.

SANTOS, V. B. Crescimento tecidual e composição corporal de linhagens de tilápia do Nilo (Oreochromis niloticus). 2007. 90p. Tese (Doutorado) - Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2007.

SANTOS, V.B. Aspectos morfológicos da musculatura lateral dos peixes. B. Inst. Pesca 33, 127 – 135. 2007

SANTOS, V.B., MARECO, E.A., SILVA, M.D.P. Growth curves of Nile tilapia (Oreochromis niloticus) strains cultivated at different temperatures. Acta Sci. Anim. Sci. 35, 235–242.  2013. doi:10.4025/actascianimsci.v35i3.19443 

WEATHERLEY, A. H.; GILL, H. S. The biology of fish growth. London: Academic, 1987. 443 p.

WON, E.T., BORSKI, R.J. Endocrine regulation of compensatory growth in fish. Front. Endocrinol. (Lausanne). v.4, 74. 2013 doi:10.3389/fendo.2013.00074

STRAND, ASA. Growth- and Bioenergetic Models and Their Application in Aquaculture of Perch (Perca fluviatilis). 2005.

 

Disciplina

 ECOLOGIA DE ESTUÁRIOS

Código

 IPC-009

Docente Responsável

 Edison Barbieri

Créditos

 3 Créditos

Carga horária

 45 Horas

 mínimo de alunos

 2

 máximo de alunos

 5

Período

 01 a 06 de outubro de 2018

Cronograma e horário 

 (Teórica e Prática): 25 horas (T) e  20 horas (P)

 Aulas teóricas: Manhã (8h – 12h) e tarde (13h – 18h)

 Dia 06 (8:00-12:00) - Seminários

Local de realização

 Instituto de Pesca - NPDLS - Cananéia

Ementa 

 A disciplina abordará as relações e processos fundamentais dos   fatores ambientais e os diferentes efeitos nos níveis de   organização dos seres vivos. Apresenta também métodos de   como avaliar efeitos de fatores ambientais sobre organismos   cultiváveis. Os principais objetivos é Introduzir aos alunos   conceitos avançados sobre as interações entre os organismos   aquáticos e o ambiente estuarino e os mecanismos de   adaptações aos processos bióticos e abióticos.  Serão   abordados o ciclo hidrológico; classificação de estuários;   circulação estuarina; interações rio/estuário/oceano; variáveis   hidrológicas e ambientais; principais gases dissolvidos; ciclos   dos nutrientes; estrutura planctônica e suas relações tróficas   dentro dos sistemas estuarinos tropicais; distribuição das larvas,   juvenis e adultos de peixes nas diferentes porções do estuário   relacionados com a flutuação sazonal da cunha salina; evolução   e zoogeografia das assembléias de peixes em ecossistemas   estuarinos tropicais.
Outras Informações  O programa NÂO custeará alojamento, deslocamento e   alojamento
Critérios de Avaliação  Critério de avaliação: Participação em aula, apresentação de   seminários, exercícios, trabalhos escritos e provas escritas,   relatórios sobre experimentos.

Bibliografia básica

BARNES, S. K & R. N. HUGHES (1988). An introduction to marine biology. Blackwell Scientific Publications, Cambridge, Mass.: 351pp.

BOUGIS, P. (1974a). Ecologie du plancton marin Tome I- Le phytoplancton. Masson et Cie., Paris: 195pp.

BOUGIS, P. (1974b). Ecologie du plancton marin Tome II- Le zooplancton. Masson et Cie., Paris: 200pp.

CHENG, T. (ed) (1971). Aspects of the biology of symbiosis. University Park Press, Baltimore: 327pp.

CUSHING, D.H. (1975). Science and the fisheries. Studies in biology no. 85. Edward Arnold: 60pp.

CUSHING, D.H. (1975). Marine ecology and fisheries. Cambridge University Press, Cambridge: 235pp.

DIETRICH, G.; KALLE, K.; KRAUSS, W. & SIEDLER, G. (1980). General Oceanography: An introduction. John Wiley & Sons, New York: 626pp.

GRAHAME, J. (1987). Plankton and fisheries. Edward Arnold, Baltimore: 140pp.

HOLME N.A. & A.D. McINTYRE (1984). Methods for the study  marine benthos. Blackwell Scientific Publications, London: 387pp.

McLUSKY, D.S. (1981). The estuarine ecosystem. Blackie, Glasgow: 215pp.

NEWELL, G.E. & NEWELL, R.C. (1963). Marine Plankton. A pratical guide. Hutchinson, London: 244pp.

NYBAKKEN, J.W. (2001). Marine Biology, an ecological approach. Benjamin Cummings: 516pp.

RAYMOND, J.E.G. (1980). Plankton and productivity in the

RUSSEL, F.S. (1927). The vertical distribution of plankton in the sea. Biological Revue, 2: 213-262.

SIEBURTH, J.M.S. (1979). Sea microbes. Oxford University Press, New York: 491pp.

SINCLAIR, M. (1988). Marine populations. An essay on population regulation and speciation. University of Washington Press, Seattle: 252pp.

SOULE, D.F. & G.S. KLEPPEL (1988). Marine oganisms as indicators. Springer-Verlag, New York: 342pp.

SOURNIA, A. (ed.) (1978). Phytoplankton manual. Unesco, Paris: 337pp.

STEEDMAN, H.F. (ed.) (1976). Zooplankton fixation and preservation. Unesco, Paris: 350pp.

WOOD, E. (1987). Subtidal ecology. Edward Arnold, London: 125pp.

  

Disciplina

 

DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA NA PÓS-GRADUAÇÃO

Código

 IPC-003-50

Docentes Responsáveis

 Paula Maria Gênova de Castro Campanha e Edison Barbieri
Docentes Ministrantes  Eduardo Gomes Sanches e Vanessa Villanova Kuhnen

Créditos

 2 Créditos

Carga horária

 30 Horas

 mínimo de alunos

 4

 máximo de alunos

 12

Período

 6 a 9 de novembro de 2018.

Cronograma e horário 

 Horário das 08h00 às 12h00 e das 13h30 às 17h30

Local de realização

 Centro do Pescado Marinho (Santos).

Ementa 

 Discussão sobre as principais dificuldades enfrentadas
 para uma ampla divulgação científica das pesquisas
 realizadas na pós graduação; leitura e discussão de
 artigos científicos sobre disseminação, divulgação e
 difusão científica; análise do discurso e diretrizes para
 a exposição oral de trabalhos científicos; estratégias
 para a elaboração de resumos de qualidade; emprego
 da criatividade na divulgação científica; discussão
 sobre os critérios de escolha de periódicos para
 publicação de artigos. (Observação: não é objetivo
 desta disciplina discutir técnicas de redação científica).
Critérios de Avaliação   Apresentação de seminário

Bibliografia básica

 

SCARANO, F.R. 2008. Why publish? Brazilian Journal
of Botany, 31(1), 189-194. https://dx.doi.org/10.1590/S0100-84042008000100017

VOLPATO, G. 2010. Pérolas da redação científica.
São Paulo: Ed. Cultura Acadêmica. 188p.

BOURNE, P.E. 2007. Ten simple rules for making
good oral presentations. Plos Computational Biology,
3(4): e77.

THOMAS, C.; BOURNE, P.E. 2007. Ten simple rules
for a good poster presentations. Plos Computational
Biology, 3(5): e102.

 

(ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: AQUICULTURA)

Disciplina

 SISTEMAS DE PRODUÇÃO DE PEIXES CONTINENTAIS TROPICAIS

Código

 IPA-014

Docente Responsável

 Leonardo Tachibana

Créditos

 4

Carga horária

 40 (Teórica) e 20 (Seminários)

 mínimo de alunos

 4

 máximo de alunos

 12

Período

 9 a 13 de julho de 2018

Cronograma e horário 

 09/07/2018 -Segunda-feira 

Manhã: 

1) Apresentação professor e alunos

2) Prova

3) Distribuição dos temas para os seminários

4) Estatísticas da produção de peixes

5) Noções gerais sobre as espécies de peixes

Tarde:

6) Qualidade da água

7) Capacidade de suporte, biomassa crítica, biomassa econômica

8) Introdução aos sistemas de criação de peixes

10/07/2018 - Terça feira

Manhã: 

9) Sistemas/regimes de criação de peixes - Extensivo
e Semi-intensivo

Tarde:

10) Piscicultura Intensiva - recirculação de água

- Raceway

11) Sistemas/regimes de criação de peixes - Extensivo e Semi-intensivo - Intensivo e super-intensivo

12) Tanque-rede

11/07/2018 - Quarta-feira:

Manhã:

13) Raceways

14) Tanques-rede (cont.)

15) Hapas

Tarde:

16) Policultivo/Peixe Verde/Consórcio/Biofloco

17) Principais empreendimentos do Brasil

12/07/2018 - Quinta-feira:

Manhã:

18) Nutrição e alimentação de peixes

Tarde:

1) Nutrição e alimentação de peixes

13/07/2018 - Sexta-feira:

Manhã:

2) Seminários

Tarde:

3) Seminários

Local de realização

 Instituto de Pesca - SP

Ementa

Apresentação dos conceitos básicos de aquicultura e piscicultura, dados estatísticos da produção de peixes, equipamentos utilizados na aquicultura, construções rurais, conceitos de biomassa econômica, capacidade suporte, escalonamento da produção, noções sobre qualidade de água em cada sistema de produção, noções de nutrição de peixes para cada sistema de produção, aspectos na criação de peixes e os sistemas e regimes utilizados nacionalmente e internacionalmente.

Critérios de Avaliação   As avaliações serão compostas por
  • Participação em sala de aula e visitas técnicas (peso 1);
  • Presença na disciplina (peso 1);
  • Prova escrita – enviada por forma eletrônica (Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.) até a data de 20/07/2018 às 23:59 horas (peso 5);
Seminário (peso 3)

Bibliografia básica

 CASTAGNOLLI, N., CYRINO, J.E.P. Piscicultura nos trópicos. São Paulo: manole 986. 152p.

DE SILVA, S.S.; ANDERSON, T.A. 1995. Fish Nutrition in Aquaculture. Chapman & Hall AQUACULTURE SERIES 1.

EL-SAYED, A.M. Tilapia Culture. Editora Biddles Ltda. UK, 2006, 277p.

EMBRAPA, 2013. Piscicultura de água doce: multiplicando conhecimento. 440p.

ESTEVES, F.A. Fundamentos de Limnologia. Rio de Janeiro. Interciência. 1988. 573p.

NRC, 2011. Nutrient Requirements of Fish and Shrimp. Halver, J. Animal Nutrition Series.

KUBITZA, F. 2011. Tilápia – Tecnologia e Planejamento na Produção Comercial. 2ª Edição. Jundiaí – SP, 316p.

LOPERA-BARRERO, N.M.; RIBEIRO, R.P.; POVH, J.A.; MENDEZ, L.D.V.; POVEDA-PARRA, A.R.V. Produção de organismos aquáticos: uma visão geral no Brasil e no Mundo. Editora Agrolivros, Guaíba/RS. 2011, 320p.

LUCAS, J.S.; SOUTHGATE, P.C. Aquaculture: farming aquatic animals and plants. Blackweel Publishing - UK. 2003, 502p.

ONO, A.E. E KUBITZA, F. 2003. Cultivo de Peixes em Tanque-rede. 3a. Edição, Jundiaí-SP, 126p.

SIPAÚBA- TAVARES, L.H. Limnologia aplicada à aquicultura. Jaboticabal. FUNEP, 1995. 70P.

TEIXEIRA FILHO, A.R. Piscicultura ao alcance de todos. São Paulo. Nobel. 1991. 213p.

 

(ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: PESCA)

Disciplina

 ECOLOGIA PESQUEIRA APLICADA

Código

 IPP-014

Docentes Responsáveis

 Acácio Ribeiro Gomes Tomás
Docente Ministrante    A confirmar

Créditos 

 4 Créditos

Carga horária  

 60 Horas

 mínimo de alunos

 4 

 máximo de alunos

 20

Período

 13 a 21 de agosto.

Cronograma e horário 

 Horário das 08h00 às 12h00 e das 13h30 às 17h30

Local de realização

 Centro do Pescado Marinho (Santos).

Ementa

 O curso abordará, a partir de conceitos básicos da Ecologia,
 osprincipais usos dos diversos ambientes marinhos, com   abordagem abrangente acerca de Abundância, Biomassa e   Densidade, uso e aplicação de índices ecológicos, assembleia   e guilda, transferência e balanço energético, competição,
 cadeia trófica, resiliência e adaptabilidade, berçário, bem
 como as relações com as atividades antrópicas, com
 ênfase na pesca e interelações, via apresentações,
 debates, leitura e discussão crítica de textos selecionados.

Critérios de Avaliação   Seminário e Avaliação
Outras Informações   Aulas teóricas e práticas de interação.

Bibliografia básica

AGOSTINHO A.A.; GOMES L.C.; PELICICE F.M. 2007 Ecologia e manejo de recursos pesqueiros em reservatórios do Brasil. Maringá: EDUEM. 501p.  

DIEGUES A.C. 2004 A pesca construindo sociedades. São Paulo: Núcleo de Apoio à Pesquisa sobre Populações Humanas e Áreas Úmidas Brasileiras/USP. 315p. 

HAIMOVICI M. (Org.) 2011 Sistemas Pesqueiros Marinhos e Estuarinos do Brasil: Caracterização e Análises da Sustentabilidade. Rio Grande: Editora da FURG. 104p.

HAL S.J. 1999. The effects of fishing on Marine Ecosystems and Communities. Oxford: Blackwell Science Ltd. 274p.

JENNINGS S.; KAISER M J.; REYNOLDS J.D. 2000. Marine Fisheries Ecology. Blackwell Science Ltd. 417p.

KAISER M.J. et al. 201. Marine ecology – Processes, Systems, ad Impacts. (2nd ed.). Oxford. 

TAYLOR W.W.; SCHECTER M.G.; WOLFSON L.G. 2007. Globalization: effects on Fisheries Resources. Cambridge. 550p.

 

Disciplina

 MÉTODOS E TÉCNICAS APLICADOS AO ESTUDO DA PESCA  CONTINENTAL

Código

 IPP-010

Docente Responsável

 Dra. Paula Maria Gênova de Castro Campanha (IP-SP)
Docentes Ministrantes

 MSc. Lídia Sumile Maruyama (IP-SP)

 Dra. Luciana Carvalho Bezerra de Menezes (IP-SP)

 Dra. Maria Helena Carvalho da Silva (UNIFESO-RJ)

 Dr. Welber Senteio Smith (UNESP-Sorocaba, SP)

Créditos

 3 créditos

Carga horária

 45 horas-aula (1 crédito = 15 horas-aula)

 mínimo de alunos

 05

 máximo de alunos

 10

Período

 05 a 12 de novembro de 2018

Cronograma e horário 

 Horário das 09h00 às 13h00 ou das 14h00 às 18h00

Local de realização

 Sede do Instituto de Pesca/São Paulo/SP

Ementa

  • Introduzir ao aluno temas e ferramentas participativas empregadas em campo na obtenção de dados junto à pesca continental (profissional e amadora) visando subsidiar o monitoramento e manejo sustentável da atividade, integrando informações sobre o recurso, o ambiente, o pescador e suas estratégias de pesca e sua comunidade.
  • Fornecer a base teórica e prática sobre os métodos de avaliação tradicionais e participativos como ferramentas úteis no manejo da pesca de pequena escala.
  • Fornecer informações/treinamentos sobre a coleta e análises de dados bioecológicos e pesqueiros, de dados sociais, econômicos e institucional-legais.
Critérios de Avaliação   Os alunos serão avaliados pela participação em aula, seminário   individual e relatórios de campo.
Outras Informações  As aulas teóricas serão realizadas no Instituto de Pesca, em São   Paulo, capital. As aulas práticas (campo) ocorrerão,   possivelmente, nas cidades de Barra Bonita e Ibitinga, SP.
Convidados Especiais
  • Representante do Setor Produtivo pesqueiro continental do estado de SP
  • Cap. Marco Aurélio Venâncio (Polícia Militar Ambiental – SP) - confirmar
  • Representante da SEAP-SP e/ou IBAMA-SP
      ● Representante da SMA-SP
Procedimentos Didáticos  Aulas teóricas expositivas e práticas em campo (visitas aos   locais de desembarques pesqueiros/ comunidades pesqueiras   continentais, Colônia de Pescadores e Associações de Pesca,   dinâmicas de grupo, etc).
Objetivos    Introduzir o aluno em temas sobre os novos caminhos da gestão   pesqueira, buscando os conceitos, as ferramentas, os métodos,   as técnicas e estratégias de conservação alternativas de gestão   e na possibilidade de tomada de decisão de forma participativa,   com ênfase na pesca artesanal continental. Proporcionar uma   visão crítica e reflexiva sobre a pesca praticada em rios e   reservatórios.
Justificativa

 Nas regiões tropicais e em países em desenvolvimento, os   recursos pesqueiros oriundos da pesca de pequena escala,   representam importante fonte de alimento e renda para as   populações ribeirinhas e para aqueles que vivem no entorno das   barragens. Tal atividade reverte-se de importância econômica e   social para as populações ribeirinhas bem como atende aos   objetivos recreacionais, através da pesca amadora/ esportiva.   Conhecer a dinâmica dessas atividades e os problemas e   conflitos envolvidos entre os diferentes atores são um passo   importante para a gestão sustentável do uso dos recursos   pesqueiros e das atividades envolvidas.

 O aluno terá oportunidade ainda de conhecer na prática as   tecnologias de captura, as estratégias e estrutura da pesca de   pequena escala em seus aspectos sócio-econômicos, biológicos,   culturais e políticos.

Bibliografia básica

 

AGOSTINHO, A. A.; GOMES, L.C.; PELICICE, F. M. 2007 Ecologia de recursos pesqueiros em Reservatórios do Brasil. 501p.

BEGOSSI, A.(Org) 2004 Ecologia de Pescadores da Mata Atlântica e da Amanzônia. São Paulo: Hucitec. NEPAM/UNICAMP. 332p.

CATELLA, A. C. 2004 Procedimentos para estimar o rendimento pesqueiro dos

pescadores profissionais artesanais do Pantanal Sul. Circular Técnica Nº 53 Corumbá, MS. 3p.

CRAIG, J.F. 2016 Freshwater Fisheries Ecology. Edited by J. F. Craig. Wiley Blackwell, UK. 899p.

DIEGUES, A. C. 2004 A pesca construindo sociedades: leituras em antropologia

marítima e pesqueira. São Paulo: Núcleo de Apóio à Pesquisa sobre Populações Humanas e Áreas Úmidas Brasileiras/USP. 315p.

KALIKOSKI, D. C.(Org.) 2007 Gestão da pesca de pequena escala: diretrizes e

métodos alternativos. Editora da Fundação Universidade Federal do Rio Grande/FURG.

KALIKOSKY, D. ; DIAS NETO, J.; THÉ, A.P.G.; RUFFINO, M. L. ; MARRUL FILHO, S. 2009. Gestão compartilhada do uso sustentável de recursos pesqueiros: refletir para agir. Brasília: Ibama. 184 p.

LEVIN, J. 2004 Estatística para Ciências Humanas. São Paulo, 9ª Ed. Prentice Hall, 497p.

MARQUES, J. G. 2001 Pescando Pescadores: Ciência e Etnociência em uma Perspectiva Ecológica. NUPAUB-USP. São Paulo, 2ª Ed. 258p.

RUFFINO, M. L. (Coord.) 2004 A pesca e os recursos pesqueiros na Amazônia brasileira. Manaus: IBAMA/ProVárzes, 272p.

SMITH, W.S. 2014 Conectando peixes, rios e pessoas: como o homem se relaciona com os rios e com a migração de peixes/Organizador: Weber S. Smith. Socrocaba, SP. 104 p.

VIEIRA, P. F.; BERKES, F.; SEIXAS, C. S. 2005 Gestão Integrada e Participativa de recursos Naturais: conceitos, métodos e experiências. Florianópolis: Secco/APED, 416p.

YIN, R.K. 2016 Pesquisa Qualitativa do início ao fim. Robert. K. Yun: tradução: Daniel Bueno. Porto Alegre: Penso. 313p.

 

Disciplina

Recursos Pesqueiros II – InvertebradosTópicos especiais

Código

IPP-004

Docente Responsável

Acácio Ribeiro Gomes Tomás
Docentes Colaboradores Evandro Severino Rodrigues (IP), Jocemar Tomasino Mendonça (IP), Marcelo Ricardo de Souza (IP), Felipe Duarte (Unifesp), Rodrigo Silvestre Martins (Unifesp), Teodoro Vaske Jr (Unesp) e Carlo Magenta Cunha (Unimes)

Créditos

4 Créditos

Carga horária

60 Horas

 mínimo de alunos

4

 máximo de alunos

20

Período

22 a 30 de outubro de 2018

Cronograma e horário 

Horário das 08h00 às 12h00 e das 14h00 às 18h00

Local de realização

Centro do Pescado Marinho (Santos).

Ementa

Conhecimento dos invertebrados como recursos pesqueiros, com ênfase em crustáceos e moluscos, a partir de estudos de aspectos básicos de seus ciclos de vida e habitat, possibilitando estimativas de parâmetros populacionais de maneira a permitir a exploração pesqueira de forma sustentável, bem como avaliar perspectivas futuras de demanda e aproveitamento.

Outras Informações Alunos favor trazer jalecos e material cirúrgico
Critérios de Avaliação  Apresentação de seminário

Bibliografia básica

BOYLE, P.R. Cephalopod Life Cycles. Species Accounts. London. Academic Press. 1985.

BOYLE, P.R. Cephalopod Life Cycles. Comparative Reviews. London. Academic Press. 1987.

BOYLE, P.R.; Rodhouse, P. ‪Cephalopods: Ecology and Fisheries. John Wiley & Sons. 2008. 464 p.

BROWN, A.C.; McLACHLAN, A. The Ecology of Sandy Shores. Academic Press, 2010. 392p.

FAO. Cephalopods of the World: ‪‪An Annotated and Illustrated Catalogue of Cephalopod Species Known to Date. 4. FAO Species Catalogue for Fisheries Purposes. 2015. 358p.

FOREST, J.; VON VAUPEL-KLEIN, C. (Eds.). Treatise on Zoology-Anatomy, Taxonomy, Biology. The Crustacea. 3. Brill. 2012. 560 p.

GALIL, B.S.; CLARK, P.F.; CARLTON, J.T. In the Wrong Place - Alien Marine Crustaceans: Distribution, Biology and Impacts. ‪Springer Science & Business Media. 2011. 716 p.

IVERSEN, E.S. Living marine resources: their utilization and management. Springer Science & Business Media. 2012.

JEREB, P.; ROPER, C.F.E. Cephalopods of the World: Chambered nautiluses and sepioids (Nautilidae, Sepiidae, Sepiolidae, Sepiadariidae, Idiosepiidae, and Spirulidae). ‪1. FAO Species Catalogue for Fisheries Purposes. 2005. 294 p.

JEREB, P.; ROPER, C.F.E. Cephalopods of the World: ‪An Annotated and Illustrated Catalogue of Cephalopod Species Known to Date. 2. FAO Species Catalogue for Fisheries Purposes. 2005. 605p.

MARTÍNEZ, S.; del RÍO, C.J.; ROJAS, A. Biogeography of the Quaternary Molluscs of the Southwestern Atlantic Ocean. ‪Springer Science & Business Media. 2013.

MELO, G.S. Manual de Identificação dos Brachyura (caranguejos e siris) do litoral brasileiro. São Paulo: Ed. Plêiade/FAPESP, 1996, 260 p.

PETUCH, E.J. Biogeography and Biodiversity of Western Atlantic Mollusks. CRC Press. 2013.

STURM, C.F.; PEARCE, T.A.; VALDÉS, A. The mollusks: a guide to their study, collection, and preservation. Universal-Publishers. 2006.

VASKE-JR, T. Lulas e polvos da costa brasileira. Fortaleza: UFC / LABOMAR. 2011. 184p.

VIDAL E.G. (ed.) Advances in Cephalopod Science: Biology, Ecology, Cultivation and Fisheries. ‪Academic Press. Advances in Marine Biology. 67. 2014. 478p.

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