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2015

MANIPULAÇÃO DE HORAS DE LUZ E TEMPERATURA DA ÁGUA NA REPRODUÇÃO INDUZIDA DE Astyanax altiparanae DURANTE O INVERNO.

MANIPULAÇÃO DE HORAS DE LUZ E TEMPERATURA DA ÁGUA NA REPRODUÇÃO INDUZIDA DE Astyanax altiparanae DURANTE O INVERNO.

Autor: Mariana Machado Evangelista

Orientador: Elizabeth Romagosa

Data: 29.01.2015

 
EFEITOS ECOTOXICOLÓGICOS DE XENOBIÓTICOS (NANOTUBO DE CARBONO, CARBOFURANO E MERCÚRIO) SOBRE LAMBARI (Astyanax sp.) E Poecilia vivipara.

EFEITOS ECOTOXICOLÓGICOS DE XENOBIÓTICOS (NANOTUBO DE CARBONO, CARBOFURANO E MERCÚRIO) SOBRE LAMBARI (Astyanax sp.) E Poecilia vivipara.

Autor: Alessandra Maria Tegon Ferrarini

Orientador: Edison Barbieri

Data: 27.02.2015

 
COMPOSIÇÃO DOS CARÍDEOS E BIOLOGIA POPULACIONAL DE Macrobrachium heterochirus (DECAPODA; PALAEMONIDAE), NO RIO MANDIRA, VALE DO RIBEIRA, ESTADO DE SÃO PAULO.

COMPOSIÇÃO DOS CARÍDEOS E BIOLOGIA POPULACIONAL DE Macrobrachium heterochirus (DECAPODA; PALAEMONIDAE), NO RIO MANDIRA, VALE DO RIBEIRA, ESTADO DE SÃO PAULO.

Autor: Bianca Fukuda

Orientador: Helcio Luis de Almeida Marques 

Data: 27.03.2015

Resumo:

O presente trabalho objetiva estudar a composição dos carídeos de água doce e a biologia populacional de Macrobrachium heterochirus no Rio Mandira, município de Cananéia, Estado de São Paulo. As coletas foram realizadas mensalmente no Rio Mandira, Cananéia/SP, de abril/2013 a março/2014 no período noturno, em três estações de coleta. Para a análise de composição foram utilizadas três metodologias de coleta: peneira, coleta manual e armadilha e para a biologia populacional de M. heterochirus utilizaram-se duas metodologias: coleta manual e armadilha. A coleta por meio de peneira foi realizada somente na estação III a qual possui vegetação marginal, com esforço de duas pessoas por 40 minutos; a coleta manual foi feita com esforço de duas duplas por 40 minutos. As armadilhas (duas) permaneceram em cada estação por cerca de 3 horas. Obteve-se um total de 7.759 camarões, representados pelas espécies do gênero Macrobrachium (M. acanthurus, M. carcinus, M. heterochirus, M. olfersi e M. potiuna) e Potimirim (P. brasiliana). Não houve correlação entre a abundância de indivíduos e as variáveis ambientais. Para a análise de biologia populacional de M. heterochirus foram analisados 384 exemplares. A maior abundância deste camarão foi no verão; o pico reprodutivo também foi nas épocas mais quentes do ano, com machos sexualmente maduros o ano todo e fêmeas ovígeras e com gônadas maturas principalmente no verão. Os resultados sugerem que, devido à alta riqueza em espécies de carídeos, o Rio Mandira apresenta condições ambientais que propiciam o estabelecimento de diversas espécies desse grupo. O estudo da biologia populacional de M. heterochirus poderá subsidiar o estabelecimento de medidas de proteção a esta espécie na região, bem como fornecer informações básicas para futuras ações de seu cultivo comercial.

Palavras-chave: composição, estrutura populacional, período reprodutivo, camarão de água doce, Vale do Ribeira

 
USO DO CAMARÃO "FANTASMA" Palaemon pandaliformis (STIMPSON, 1871) PARA AVALIAR OS EFEITOS DE POLUENTES AMBIENTAIS

USO DO CAMARÃO "FANTASMA" Palaemon pandaliformis (STIMPSON, 1871) PARA AVALIAR OS EFEITOS DE POLUENTES AMBIENTAIS

Autor: Keila Nazaré de Oliveira Araújo 

Orientador: Edison Barbieri

Data: 6.07.2015

 
UTILIZAÇÃO DE IMUNOESTIMULANTES EM TILÁPIA-DO-NILO (Oreochromis niloticus).

UTILIZAÇÃO DE IMUNOESTIMULANTES EM TILÁPIA-DO-NILO (Oreochromis niloticus).

Autor:  Raissa Bertoncello Cavalcante 

Orientador: Maria José Tavares Ranzani-Paiva

Data: 06.08.2015

 
PARÂMETROS ZOOTÉCNICOS, FISIOLÓGICOS E HEMATOLÓGICOS DE TILÁPIAS-DO-NILO Oreochromis niloticus SUBMETIDAS A DIFERENTES SALINIDADES

PARÂMETROS ZOOTÉCNICOS, FISIOLÓGICOS E HEMATOLÓGICOS DE TILÁPIAS-DO-NILO Oreochromis niloticus SUBMETIDAS A DIFERENTES SALINIDADES

Autor: Fernando Bosisio

Orientador: Edison Barbieri

Data: 15.09.2015

 
ANÁLISE DA PESCA ESPORTIVA OCEÂNICA DE PEIXES-DE-BICO (ISTIOPHORIDAE) NO BRASIL

 ANÁLISE DA PESCA ESPORTIVA OCEÂNICA DE PEIXES-DE-BICO (ISTIOPHORIDAE) NO BRASIL

Autor: Sarah Moreno Carrião

Orientador: Alberto Ferreira de Amorim

Data: 15.09.2015

Resumo:

O pesque-e-solte é uma atividade habitual dos praticantes de pesca amadora e esportiva. Essa modalidade tem se tornado recorrente em diversas partes do mundo, possibilitando estudos em relação à distribuição, abundância e biologia das espécies capturadas. No Brasil, os torneios de pesca esportiva oceânica são promovidos desde 1963 e ocorrem em vários pontos da costa, concentrando-se nos Estados do Rio Grande do Norte, Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo e Santa Catarina. A principal espécie-alvo desta atividade são os peixes-de-bico da família Istiophoridae, sendo as espécies de maior ocorrência o agulhão-vela (Istiophorus platypterus), o agulhão-negro (Makaira nigricans) e o agulhão-branco (Kajikia albida). O objetivo desta dissertação é analisar e estimar a abundância dos agulhões negro e branco, capturados na pesca esportiva oceânica no Brasil, bem como caracterizar a atividade no Estado de São Paulo. Para estimar a abundância padronizada dos agulhões negro e branco entre 1996 e 2014, foram avaliados o direcionamento da pesca e posteriormente a padronização dos dados de captura através do modelo linear generalizado (GLM). Inicialmente realizou-se uma análise de cluster para identificar o direcionamento, com base na participação relativa e composição das capturas por espécies-alvo. Para identificar as variáveis respostas que mais afetaram a abundância das duas espécies de agulhões, utilizou-se os fatores “Ano”, “Direcionamento” e “Local”, empregando o método stepwise. O ajuste dos modelos foi baseado em três distribuições adequadas para a alta proporção de zeros, sendo elas: Poisson, binomial negativa e tweedie. O direcionamento apresentou quatro clusters, compostos pelo agulhão-vela (93,1%), outros teleósteos (88,3%), agulhão-negro (84,8%) e agulhão-branco (54,6%). O modelo de tweedie foi o mais apropriado ao ajuste dos dados, apresentando valores superdispersos e resíduos homocedásticos, próximos da normalidade. As CPUEs nominais e os índices padronizados para os agulhões negro e branco indicaram que a biomassa destes estoques sofreu um ligeiro declínio. Para caracterizar a pesca esportiva oceânica no Estado de São Paulo, analisou-se dados de 1996 a 2014 de torneios promovidos pelo Yacht Club de Ilhabela. Os peixes mais capturados foram o agulhão-vela e o agulhão-negro e em menor quantidade o agulhão-branco. O número de peixes marcados e liberados apresentou aumento gradativo. A distribuição das espécies em relação ao local, mês e horário de captura foram distintas para os agulhões vela e negro, corroborando com estudos nos oceanos Atlântico e Pacífico. A dinâmica da pesca é direcionada para o agulhão-vela ou para o agulhão-negro, sendo o agulhão-branco uma espécie incidental. Por fim, tais informações devem ser utilizadas com precaução, uma vez que a pesca esportiva oceânica opera em uma área restrita em relação à distribuição dos estoques. Portanto resultados representam a abundância local apontando informações importantes para a conservação dos peixes-de-bico, fornecendo subsídios para avaliações dos estoques e fomento de políticas públicas para este tipo de pescaria.

Palavras-chave: agulhão-vela; agulhão-negro; agulhão-branco; estratégia de pesca; padronização de CPUE; modelo de tweedie

 
ALIMENTAÇÃO E BIOACUMULAÇÃO DE MERCÚRIO TOTAL EM UM CLUPEÍDEO INVASOR (Platanichthys platana) DO COMPLEXO BILLINGS, (ALTO TIETÊ, SP)

ALIMENTAÇÃO E BIOACUMULAÇÃO DE MERCÚRIO TOTAL EM UM CLUPEÍDEO INVASOR (Platanichthys platana) DO COMPLEXO BILLINGS, (ALTO TIETÊ, SP)

Autor: Maressa Helena Nanini Costa 

Orientador: Katharina Eichbaum Esteves

Data: 26.11.2015

 
DIAGNÓSTICO SOCIOECONÔMICO E AMBIENTAL DOS PESQUE-PAGUE DA SUB-BACIA DO GUARAPIRANGA ALTO TIETÊ, SP

DIAGNÓSTICO SOCIOECONÔMICO E AMBIENTAL DOS PESQUE-PAGUE DA SUB-BACIA DO GUARAPIRANGA ALTO TIETÊ, SP

Autor:  Alexandre dos Santos Bueno

Orientador: Evandro Severino Rodrigues

Data: 30.11.2015

Resumo:

O reservatório Guarapiranga passou a ser em 2014 o principal manancial de abastecimento da Região Metropolitana de São Paulo e a despeito disso, a qualidade de suas águas tem sido comprometida com o adensamento populacional e as atividades em seu entorno. Entre estas atividades, destacam-se os pesque-pague que além de ser uma alternativa de renda, também oferecem lazer em áreas naturais tão escassas na maior metrópole do Brasil. Apesar de trazerem benefícios socioeconômicos para a região, sem o manejo adequado podem causar impactos negativos à qualidade da água da Bacia onde estão inseridos. Para tanto foram realizadas análises quanto aos aspectos socioeconômicos e ambientais em 15 dos 24 empreendimentos identificados, assim como a percepção ambiental de seus frequentadores. As análises das variáveis físicas e químicas da água mostraram que os efluentes dos pesque-pague representam um impacto negativo à qualidade da água da sub-bacia do Guarapiranga, uma vez que apresentaram elevadas concentrações de nutrientes (PT e NT) e uma redução na concentração de oxigênio dissolvido em relação aos afluentes. Além de adequações na estrutura física dos lagos, como instalação de grades para evitar escapes, de aeradores artificiais e de tanques com macrófitas aquáticas para tratamento dos efluentes, os trabalhos de educação ambiental com os proprietários e usuários são fundamentais uma vez que muitos proprietários não possuem conhecimento técnico para o manejo adequado e também, quanto aos usuários, a grande maioria demonstrou desconhecer os problemas que a má qualidade da água dos pesque-pague pode trazer para o ambiente e também, para a saúde humana. Os resultados indicam a necessidade de se implementar medidas mitigadoras para minimizar os impactos que os pesquepague podem causar ao ambiente, assim como na melhoria da qualidade do pescado consumido e consequentemente na qualidade de vida da população local.

Palavras-chave: Pesqueiros, qualidade da água, efluentes, percepção ambiental, medidas mitigadoras.

 
ETNOECOLOGIA PESQUEIRA E DINÂMICA DA PESCA ARTESANAL DO LITORAL CENTRO-SUL DO ESTADO DE SÃO PAULO: UM ENFOQUE SOBRE A INFLUÊNCIA DAS VARIÁVEIS AMBIENTAIS NA PRODUTIVIDADE PESQUEIRA

ETNOECOLOGIA PESQUEIRA E DINÂMICA DA PESCA ARTESANAL DO LITORAL CENTRO-SUL DO ESTADO DE SÃO PAULO: UM ENFOQUE SOBRE A INFLUÊNCIA DAS VARIÁVEIS AMBIENTAIS NA PRODUTIVIDADE PESQUEIRA

Autor: Amanda Alves Gomes 

Orientador: Antônio Olinto Ávila da Silva 

Data: 10.12.2015 

 
INFRAÇÕES DE PESCA E CONHECIMENTO DE PESCADORES EM RELAÇÃO ÀS NORMAS DE ORDENAMENTO PESQUEIRO VIGENTES NO ESTADO DE SÃO PAULO, BRASIL: ENFOQUE NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO PARANÁ

INFRAÇÕES DE PESCA E CONHECIMENTO DE PESCADORES EM RELAÇÃO ÀS NORMAS DE ORDENAMENTO PESQUEIRO VIGENTES NO ESTADO DE SÃO PAULO, BRASIL: ENFOQUE NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO PARANÁ

Autor: Rafphael Estupinham Araújo

Orientador: Katharina Eichbaum Esteves

Data: 12.12.2015

Resumo:

A presente dissertação tem como objetivo avaliar a eficácia na implementação das medidas de ordenamento pesqueiro para a bacia hidrográfica do Rio Paraná. Para isso foram realizados dois trabalhos de pesquisa. Por meio de um questionário aplicado a pescadores, objetivou-se avaliar o grau de conhecimento de amadores e profissionais acerca das normas que regulam a atividade pesqueira na bacia hidrográfica do Rio Paraná – Estado de São Paulo. Por meio de um levantamento dos Autos de Infração Ambiental aplicados pela Polícia Militar Ambiental, foi realizado o levantamento e a análise das infrações cometidas por pescadores na bacia hidrográfica do Rio Paraná em 2013. Apesar dos pescadores possuírem algum conhecimento de restrições relacionadas a períodos, locais, petrechos, tamanhos e espécies, o conhecimento sobre as regras e o entendimento acerca de seus objetivos apresentou falhas. Aspectos sobre medidas mínimas de captura, peixes proibidos de serem pescados e distâncias a serem respeitadas dos locais onde a pesca é proibida suscitaram o maior número de dúvidas e respostas erradas. Por meio do levantamento das infrações cometidas na atividade pesqueira, foi possível verificar que a maior parte delas se deu em função do exercício da pesca sem licença com o uso de redes; bem como pelo uso de petrechos não permitidos em função do tamanho da malha, do seu comprimento ou por serem de uso proibido no defeso. Nessa conduta, destaca-se também o uso de redes e tarrafas. O maior número de infrações identificado ocorreu nos meses janeiro a março, outubro a dezembro, coincidindo com o aumento de pessoas exercendo a pesca no período, principalmente de pescadores não pertencentes às categorias amadora ou profissional.

Palavras-chave: conhecimento, legislação, ordenamento pesqueiro, pesca continental

 
 
 
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