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1º semestre de 2018


ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: COMUM

 

Disciplina

Tópicos Especiais  HISTOPATOLOGIA COMO UM MÉTODO DE AVALIAÇÃO DOS IMPACTOS AMBIENTAIS EM PEIXES

Código

IPC-003-41

Docente(s) responsável(is)

Dr. Edison Barbieri

Docentes ministrante

Prof. Dra. Karina Fernandes Oliveira Rezende

Créditos

02 créditos

Carga horária

30 horas-aula

Nº de alunos mín.

02

Nº de alunos máx.

10

Período

05 a 09 de fevereiro de 2018

Cronograma e horário

Aulas teóricas e práticas: manhã e tarde

Local de realização

Instituto de Pesca – São Paulo, SP - aulas teóricas
Universidade de São Paulo (ICB/USP) - aulas práticas

Ementa

  • Conceito sobre histologia e tipos de microscopia.
  • Introdução dos principais impactos ambientais e as consequências na saúde dos peixes.
  • Estudo dos tecidos biológicos e principais alterações oriundas dos impactos ambientais nos órgãos alvos.
  • Detalhamento sobre os processamentos histológicos de diferentes órgãos e como analisar.

Critérios de Avaliação

 Seminário

Procedimentos didáticos

 Aulas teóricas e práticas

Objetivos

 Treinar os alunos em programas de modelagem

Recursos necessários

 Laboratório

Bibliografia

Bone, Q.; Marshall, N.B. and Blaxter, J.H.S. 1995. Biology of Fishes. Chapman and Hall. London. 332 pp.

Iwama, G.; Nakanishi, T. 1996. The Fish Immune System. Academic Press. San Diego. 380 pp.

Ferguson, H.W. 2006. Systemic Pathology of Fish. Scotian Press. London. 366 pp.

Lalli, C. Biological Oceanography: an introduction. Butterworth Heinemann, 1997

 


 

Disciplina

TÓPICOS ESPECIAIS - USO DE REGRESSÔES LINEARES E NÃO LINEARES EM ESTUDOS DE PESCA E AQUICULTURA

Código

IPC-003-44

Docente responsável

Dr. Edison Barbieri

Docente ministrante

Prof. Dr. Jorge Luiz Rodrigues Filho (Universidade Estadual de Santa Catarina)

Créditos

2 créditos

Carga horária

30 horas-aula

Nº de alunos mín.

03

Nº de alunos máx.

12

Período

07/05/2018 a 11/05/2018

Cronograma e horário

Aulas teóricas e práticas - 07/05/2018 a 11/05/2018 (período integral)

Local de realização

Instituto de Pesca - Cananéia, SP

Ementa

  • Teoria de regressões lineares; diferenças entre regressão e correlação; conceito de independência e dependência entre variáveis; residuos de uma regressão, uso de regressões em trabalhos de Pesca e Aquicultura.
  • Método dos mínimos quadrados: coeficientes de uma regressão; comparação dos coeficientes de uma reta sob distintos tratamentos experimentais; valores preditivos da variável Y; intervalo de confiança da regressão linear.
  • Como testar a significância da regressão linear? uso de testes estatísticos:  análise de variância na regressão; “teste t de student” para os coeficientes da regressão; coeficiente de correlação linear e estimativa do coeficiente de determinação; premissas para os resíduos de uma regressão.
  • Comparando distintas regressões lineares: aplicações de comparações múltiplas entre coeficientes de retas; regressões múltiplas lineares.
  • Regressões não lineares: exemplos de distintos tipos de curva em Pesca e Aquicultura; ajustamento de curvas; equações exponenciais, potenciais; assintóticas e logísticas; transformações de variáveis; aderência das curvas; variância das curvas; regressões múltiplas não lineares.
Outras informações relevantes As despesas com alimentação decorrentes dos deslocamentos para as visitas técnicas correrão por conta dos próprios alunos. Hospedagem não será custeada pelo Programa.

Bibliografia básica

King, M., 1995. Fisheries Biology, Assessment and Management. Fishing News Books, Oxford, pp: 102-111

Sparre, P. & S. C. Venema, 1998 - Introduction to tropical fish stock assessment. Part 1. Manual. FAO Fisheries Technical Paper Nº 306.1. Rev. 2. Rome, FAO, 407 p.

Sparre, P. & S. C. Venema, 1999. Introduction to tropical fish stock assessment. Part 2. Exercises. FAO Fisheries Technical Paper. No. 306.2, Rev. 2. Rome, FAO. 1999. 94 p.

Sokal, R.R. & Rohlf, F.J. 1994. Biometry. 3ª ed. Freeman & Company, USA, 859p.

Zar, J. 1996. Biostatistical Analysis. 3ª ed. Prentice-Hall, USA, 620p

Zuur, A.F., Ieno, E.N. & Smith, G.M. (2007) Analysing Ecological Data. Springer, New York.


Disciplina

Tópicos Especiais: PRINCÍPIOS DE CRIOPRESERVAÇÃO APLICADOS A GAMETAS DE PEIXES

Código

IPC-003-42

Docente responsável

Dra. Paula Maria Gênova de Castro Campanha 

Docentes ministrantes

Dra. Taís da Silva Lopes

Dra. Elisabeth Romagosa

Créditos

2 créditos

Carga horária

30 horas-aula

Nº de alunos mín.

05

Nº de alunos máx.

12

Período

26 de fevereiro a 02 de março de 2018

Cronograma e horário

Seg – 26/fev 9-12h00 e 13-17h

Ter – 27/fev 9-12h00 e  13-17h

Qua – 28/fev 9-12h00 e 13-17h

Qui – 01/mar 9-12h00 e 13-17h

Sex – 02/mar 9-12h00

Local de realização

Instituto de Pesca - São Paulo (SP).

Ementa

Dia 1 – Teórico: Princípios básicos de criobiologia: biofísica e biologia das células;

Dia 2 – Teórico: Princípios de criopreservação: soluções crioprotetores, taxas de resfriamento e aquecimento, formação de cristais de gelo;

Dia 3 – Teórico: Gametas de peixes: sêmen, oócitos, embriões e células alternativas;

Dia 4 – Teórico-Prático: Artigos científicos e exercícios de delineamento experimental;

Dia 5 – Prático: Ensaios experimentais.

Critérios de Avaliação

Presença, participação, exercícios e relatório. 

Procedimentos ditáticos

Aulas teóricas com a utilização de recursos áudio-visuais, exercícios teóricos com para compreensão e fixação do conteúdo. Utilização de artigos científicos para avaliação e apresentação dos alunos.

Aulas práticas em laboratório para vivência e aplicação do conteúdo. 

Objetivos Introduzir a criopreservação como ferramenta na conservação de material genético de espécies de peixes ameaçadas extinção, bem como para produção aquícola.
Recursos necessários Data-show para aulas – Laboratório para práticas: preparação de soluções crioprotetoras e manipulação e observação de gametas em microscópio e/ou estereomicroscópio. 

Bibliografia básica

Mazur. Principles of Cryobiology. In: Fuller, Lane, Benson. Life in the Frozen State. 2005. 3-65pp.

Pegg. Principles of Cryopreservation. In: Day, Stacey. Cryopreservation and Freeze-Drying Protocols. Second ed. 2015. 39-56pp.

Cabrita, Robles, Herraez. Methods in Reproductive Aquaculture. CRC Press. 2008.

Digmayer, M. Influência da baixa temperatura e diferentes crioprotetores em oócitos e embriões de Colossoma macropomum e Piaractus brachypomus. Tese Universidade Estadual de Maringá, 2013.

Fornari, D.C.; Ribeiro, R.P.; Streit Jr., D.P.; Vargas, L.; Godoy, L.C.; Oliveira, C.A.L.; Digmayer, M.; Galo, J.M.; Neves, P.R. Increasing storage capability of pacu (Piaractus mesopotamicus) embryos by chilling: development of a Useful methodology for hatcheries management. CryoLetters 2012, 33: 125-133.

Honji, R. M. Controle do eixo hipotálamo-hipófise-gônadas do surubim do Paraíba Steindachneridion parahybae (Siluriformes: Pimelodidae) em relação ao ciclo reprodutivo e à reprodução induzida em cativeiro. Dissertação Universidade de São Paulo, 2011.

Honji, R.M.; Tolussi, C.E.; Mello, P.H.; Caneppele, D.; Moreira, R.G. Embryonic development and larval stages of Steindachneridion parahybae (Siluriformes: Pimelodidae): implications for the conservation and rearing of this endangered Neotropical species. Neotropical ichthyology 2012, 10: 313-327.

Lopes TS, Sanches EA, Okawara YR, Romagosa E. Chilling of Steindachneridion parahybae (siluriformes: pimelodidae) embryos. Theriogenolgy. 2015; 84:538-544. 

Lopes TS, Streit DP, Fornari DC, Oliveira D, Ribeiro RP, Romagosa E. Chilling curves for Piaractus mesopotamicus (Holmberg, 1887) embryos stored at −8°C. Zygote. 2012; 1:1-6.

Menezes, J. T. B.; Queiroz, L. J. D.; Doria, C. R. D. C.; Menezes Jr, J. B. Avaliação espermática pós-descongelamento em tambaqui, Colossoma macropomum (Cuvier, 1818). Acta Amazonica 2008, 38: 365-368.

Murgas, L. D. S.; Miliorini, A. B.; Freitas, R. T. F.; Pereira, G. J. M. Criopreservação do sêmen de curimba (Prochilodus lineatus) mediante adição de diferentes diluidores, ativadores e crioprotetores. Revista Brasileira de Zootecnia 2007, 36: 526-531.

Oliveira, A. V.; Viveiros, A. T. M.; Maria, A. N.; Freitas, R. T. F.; Izaú, Z. A. Sucesso do resfriamento e congelamento de sêmen de pirapitinga Brycon nattereri. Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia 2007, 59: 1509-1515.

Plachinta, M.; Zhang, T.; Rawson, D.M. Studies on cryoprotectant toxicity to zebrafish (Danio rerio) oocytes. CryoLetters 2004, 25: 415-424.

Sanches, E. A., Marcos, R. M., Okawara, R. Y., Caneppele, D., Bombardelli, R. A.; Romagosa, E., Sperm motility parameters for Steindachneridion parahybae based on open-source software. Journal of Applied Ichthyology 2013, 29: 1114–1122. 

Streit Jr, D. P.; Godoy, L.C.; Ribeiro, R.P.; Fornari, D.C.; Digmayer, M.; Zhang, T. Cryopreservation of Embryos and Oocytes of South American Fish Species. 2014.

 

Disciplina

DELINEAMENTO EXPERIMENTAL E ESTATÍSTICO APLICADO À AQUICULTURA E À PESCA

Código

IPC-005

Docente responsável

Prof. Dr. Fabio Cop Ferreira

Docente permanente

 

Créditos

4

Carga horária

60 horas-aula

Nº de alunos mín.

4

Nº de alunos máx.

15

Período

19-21/03, 26-28/03 e 02 e 02/04 de 2018, das 8:30 às 17:30

Cronograma

19/03: Introdução ao R.

20;03: Medidas de Tendência Central e Dispersão. Análises Exploratórias e Gráficos em R.

21/03: Métodos de amostragem. Distribuição dos Erros amostrais. Unidade amostral e replicação.

26/03 a 28/03: Testes de hipóteses. Tipos de delineamentos e testes estatísticos. Avaliação.

02/04

Critérios de avaliação

Exercícios em sala, apresentações de seminários, análise de artigos científicos, prova individual.

Local de realização

Instituto de Pesca, Santos, SP.

Ementa

·         Traduzir hipóteses científicas em modelos estatísticos.

·          Aplicar modelos estatísticos na quantificação e interpretação de fenômenos em pesca e aquicultura.

·         Utilizar softwares estatísticos para análises exploratórias, testes de hipóteses e apresentação gráfica. Tópicos: Tipos de dados e escala de mensuração. Análise exploratória, medidas de tendência central e de dispersão.

·          Amostragem. Distribuições estatísticas dos erros amostrais: Normal, Poisson, Binomial. Conceitos de unidade amostral, réplica e pseudo-réplica.

·         Testes de hipóteses, precisão, acurácia, erros do tipo I e II, poder do teste.

·         Tipos de delineamentos e testes estatísticos: teste de qui-quadrado, teste t, Análise de Variância (simples, fatorial, medida repetida, aninhada), Regressão (simples e múltipla) e correlação. Estatísticas não paramétricas.

Recursos necessários

Datashow, tela de projeção, quadro branco/lousa (grande) com canetas/giz.

Bibliografia

Bhujel, R. C. 2008. Statistics for aquaculture. Ames: Wiley-Blackwell. 222p.

Bicudo, C. E. de M.; Bicudo, D. de C. 2007. Amostragem em limnologia. 2ª ed. São Carlos: RIMA. 352p.

Callegari-Jacques, S. M. 2003. Bioestatística: princípios e aplicações. Porto Alegre: Artmed. 255p.

Ekstrom, C. T. & Sorensen, H. Introduction to Statistical Data Analysis for the Life Sciences. 2nd ed. New York: CRC Pres. 2015. 506p.

Gimenez, O., et al. Statistical ecology comes of age. Biology letters 2014. 10: 20140698.

Gotelli, N. J.; Ellison, A. M. 2011. Princípios de estatística em ecologia. Porto Alegre: Artmed. 527p.

Hurlbert, S. H. 1984. Pseudoreplication and the design of ecological field experiments. Ecological Monographs 54(2): 187-211.

Krebs, C.J. Ecological methodology. 3rd. ed. Menlo Park: Addison Wesley Longman, 2014. Disponível em: http://www.zoology.ubc.ca/~krebs/books.html

Lemoine, N. P., Hoffman, A., Felton, A. J., Baur, L., Chaves, F., Gray, J., Yu, Q. & Smith, M. D. Underappreciated problems of low replication in ecological field studies. Ecology. 2016. Early view.

Logan, M. 2010. Biostatistical design and analysis using R. Oxford: Wiley-Blackwell. 546p.

Manly, B. F. J. & Alberto, J. A. N. Introduction to Ecological Sampling. London: CRC Press. 2015. 212p.

Millar, R. B.; Anderson, M. J. 2004. Remedies for pseudoreplication. Fisheries Research 70: 397-407.

Nuzzo, R. Scientific method: Statistical errors. Nature. 2014. 506: 150-152.

Ruxton, G. D. & Colegrave, N. Experimental design for the life sciences. 4th ed. Oxford University Press. 2016. 202p.

Siegel, S.; Castellan, N. J. 2006. Estatística não-paramétrica para ciências do comportamento. 2ª ed. Porto Alegre: ARTMED. 448p.

Snedecor, G. W.; Cochran, W.G. 1989. Statistical methods. 8th ed. Ames: The Iowa State University Press. 503p.

Sokal, R. R.; Rohlf, J. 1995. Biometry: the principles and practice of statistics in biological research. 3rd Ed. New York: W. H. Freeman and Company. 887p.

Touchon J. C. & Mccoy, M. W. The mismatch between current statistical practice and doctoral training in ecology. Ecosphere 2016 7(8). Doi: 10.1002/ecs2.1394.

Triola, M. F. 2013. Introdução à estatística. 11ª ed. Rio de Janeiro: LTC. 740p.

Vieira, S. 2006. Análise de variância. São Paulo: Ed. Atlas. 204p.

Vieira, S. 2010. Bioestatística: tópicos avançados. 3ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier. 288p.

Zar, J. H. 2010. Biostatistical analysis. 5th Ed. New Jersey: Pearson Prentice Hall. 944p.

Outras informações

O curso será teórico-prático utilizando o programa R. Portanto, é necessário que o aluno traga um computador portátil com os softwares R (https://www.r-project.org/) e RStudio (https://www.rstudio.com/products/rstudio/download/) instalados.

Durante o curso será utilizado o material de apoio disponível no endereço: https://sites.google.com/site/ecolsampling/home. Para melhor aproveitamento, recomenda-se que o aluno estude previamente ao curso o tópico: “(Breve) Introdução ao R” (https://sites.google.com/site/ecolsampling/home).

 

Disciplina

Tópicos Especiais: PRÁTICAS EM BIOLOGIA DA CONSERVAÇÃO MARINHA E COSTEIRA

Código

IPC-003-043

Docente(s) responsável(is)

PqC Dra. Paula Maria Gênova de Castro Campanha

Docente (s) ministrante (s)

PqC Dra. Marília Cunha Lignon

Créditos

2 créditos

Carga horária

30 horas-aula (1 crédito = 15 horas-aula)

Nº de alunos mín.

05

Nº de alunos máx.

15

Período

16 a 19 de abril de 2018 (integral)

Cronograma e horário

16 a 19 de abril de 2018, das 8h às 12h e das 14h às 18h (8h/dia)

Local de realização

Quarentenária – Cananéia - SP

Ementa

  • Histórico da Biologia da Conservação;
  • Conceitos fundamentas;
  • Serviços Ecossistêmicos em ambientes costeiros e marinhos;
  • Categorias das Áreas Protegidas da IUCN;
  • Sistema Nacional de Unidades de Conservação e relação com sistema de categorias da IUCN;
  • Convenções Internacionais e proteção de ambientes costeiros e marinhos;
  • Representação atual dos ecossistemas costeiros e marinhos no SNUC; 8. Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU e a conservação costeira e marinha;
  • Principais impactos antrópicos e naturais sobre os ecossistemas costeiros e marinhos
  • Mudanças climáticas e suas consequências sobre as Unidades de Conservação (UCs) costeiras e marinhas;
  • Estudos de Caso: realidades de Unidades de Conservação de Proteção Integral (PI) e de Uso Sustentável (US).

Critérios de Avaliação

Participação nas discussões realizadas em sala de aula, visitas técnicas e saídas de campo, em apresentação de seminários e durante atividades de elucidação e resolução de estudos de caso propostos. Os alunos irão realizar avaliações sobre UCs de PI e US, as quais serão discutidas durante a disciplina e saídas de campo.

Procedimentos didáticos

 

A disciplina será ministrada com base em aulas expositivas, dinâmicas e atividades práticas de modo a possibilitar o aluno a incorporar novos conhecimentos de forma ativa e construtiva. Serão realizadas saídas de campo às Unidades de Conservação de Proteção Integral e de Uso Sustentável, as quais serão foco dos estudos de caso.

Objetivos

A disciplina em questão tem como objetivos fornecer subsídios teóricos e práticos a profissionais que possam construir conhecimentos, ampliar a visão e desenvolver habilidades sobre a atuação na biologia da conservação de áreas costeiras e marinhas.

Recursos necessários e Outras observações

Datashow, tela de projeção, notebook, canetas para quadro branco, cartolinas coloridas para atividades práticas. Trata-se de disciplina com forte enfoque prático. Dessa forma, os alunos deverão participar com máquinas fotográficas, caderno de campo, roupas adequadas para campo em zona costeira, repelente e protetor solar. Lista de roupas adequadas para campo será fornecida.

Bibliografia

Brasília, 2016. Plano Nacional de Adaptação à Mudança do Clima: sumário   executivo. Ministério do Meio Ambiente. Brasília, 12 p.

Castello, J.P. & Krug, L.C. (orgs.), 2015. Introdução às Ciências do Mar. Ed.

        Textos, Pelotas, 602p.

MMA, 2010. Panorama da Conservação dos Ecossistemas Costeiros e       Marinhos. Brasília, 148p.

MMA, 2011. Dez anos de Unidades de Conservação da Natureza. Lições do Passado, Realizações Presente e Perspectivas para o Futuro. Brasília, 220p.

Monteiro-Neto, C. & Mendonça-Neto, J.P., 2009. Biologia da Conservação Marinha. In.

Pereira, R.C. & Soares-Gomes, A. (orgs). Biologia Marinha. 2ª ed., Rio de Janeiro, Interciência, Cap. 24.

 

OBS. Além disso, serão utilizados artigos atuais e pertinentes ao tema, publicados em revistas científicas nacionais e internacionais, tais como Aquatic Conservation, Biological Conservation, Brazilian Journal of Oceanography, Journal of Coastal Conservation, Ocean and Coastal Management, PlosOne, Wetlands Ecology and Management, entre outras.

 

Disciplina

METODOLOGIA E COMUNICAÇÃO CIENTÍFICAS

Código

IPC-004

Docente Responsável

Marcelo Barbosa Henriques

Docente Convidado

Roberto da Graça Lopes

Créditos

03

Carga horária

45 horas-aula

No mínimo de alunos

05

No máximo de alunos

12

Ementa

Estuda-se o pensar científico, discutindo como produzir ideias e resolver problemas e os fatores que dificultam o progredir da ciência, bem como o método científico e os tipos de pesquisa, abordando-se a pré-pesquisa (a construção do projeto de pesquisa), a colheita e tratamento de dados e informações e a pós-pesquisa (interpretação de resultados e elaboração dos instrumentos de comunicação/difusão do conhecimento: artigos, palestras, participação em eventos científicos e de popularização da ciência). Aborda-se também a prospecção de demandas e o direcionamento para projetos de pesquisa voltados à inovação tecnológica. Discute-se ainda o WEB Qualis e os critérios de avaliação para o enquadramento de periódicos na área de Zootecnia e Recursos Pesqueiros, bem como os documentos exigidos pelo Programa para a Qualificação e a Defesa.

Cronograma

 

Aulas (quintas-feiras): dias 15, 22 e 29 de março e 5 e 12 de abril (das 08:00 às 12:00 e das 13:30 às 18:00 horas)

Local de realização

 

Instituto de Pesca (CAPTAPM) – sala de aula – Santos

Outras informações relevantes

Planejamento. Manhãs: aulas teóricas. Tardes: apresentação de seminários individuais (o seminário que cada participante apresentará será sobre o seu próprio projeto de pesquisa, com ênfase para título, objetivos, justificativa e metodologia), participação em círculos de discussão envolvendo análise de artigos científicos, textos variados sobre pesquisa, políticas públicas de ciência etc.

Avaliação.Será feita com base no seminário e na qualidade da participação dos discentes nas aulas e outras atividades.

Bibliografia básica

“Como redigir trabalhos científicos”de Luís Rey, Editora Edgard Blücher

“Os cientistas precisam escrever”de Robert Barrass, T. A .Queiroz, Editor e Edusp

“O cotidiano da pesquisa”de Nelson de Castro Senra, Editora Ática 

“A ciência como atividade humana”de George F. Kneller (Universidade da Califórnia), Zahar Editores e Edusp

“Prematuridade na descoberta científica”(sobre resistência e negligência) de Ernest B. Hook (organizador), Ed. Perspectiva

“A estrutura das revoluções científicas”de Thomas S. Kuhn, Editora Perspectiva

“Metodologia científica”de A. L. Cervo e P. A .Bervian, Editora McGraw-Hill

“Etapas da investigação científica”de L. Hegenberg, Editora Pedagógica e Universitária e Edusp

“Ciência: da filosofia à publicação” de Gilson Luiz Volpato, FUNESP/UNESP

“O que é ciência afinal?”de A. F. Chalmers, Editora Brasiliense

“Regras e conselhos sobre a investigação científica”de Santiago Ramõn y Cajal, T.A. Queiroz, Editor e Edusp

“Valores e atividade científica”de Hugh Lacey, FAPESP/Discurso Editorial

“Metodologia em ciência dedutiva”de Antonio José Marques, edição do autor

“Eureka – um livro sobre ideias” de Michael Macrone, Rotterdan Editores

“Elabore Projetos Científicos Competitivos: Biológicas, Exatas e Humanas”de Gilson Volpato e Rodrigo Barreto, Editora Best Writing

“História da Biologia Comparada” de Nelson Papavero, Jorge Llorente-Bousquets, David Espinosa Organista e Rita Mascarenhas, Holos Editora

“Para compreender a ciência – uma perspectiva histórica” de Maria Amália Pie Abib Andery et al., Editora Espaço e Tempo 

“Metodologia Científica - Teoria e Prática”de Carla Cruz e Uirá Ribeiro, Editora Axcel Books

Como fazer uma monografia”de Delcio Vieira Salomon, Editora Martins Fontes

“Descomplicando o complicado: aprendendo a fazer uma monografia em três dias” de Flávio Alves Barbosa, Editora Ciência Moderna

A Filosofia Explica as Grandes Questões da Humanidade” de Clóvis de Barros Filho e Júlio Pompeu, Editora Casa da Palavra

Serão utilizados artigos retirados da Revista “Pesquisa FAPESP”, especialmente os relativos a políticas públicas de ciência, ética em ciência, qualidade da produção científica etc.

 

 

ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: AQUICULTURA

 

Disciplina

SISTEMAS DE PRODUÇÃO DE BIVALVES MARINHOS

Código

IPA-004

Docente Responsável

Helcio Luis de Almeida Marques

Créditos

02

Carga horária

30 horas-aula

No mínimo de alunos

02

No máximo de alunos

08

Ementa

Abordagem teórica dos métodos de cultivo de mexilhões, ostras, pectinídeos e pterídeos, abordando aspectos biológicos relacionados ao cultivo, sistemas de cultivo adequados às condições brasileiras, obtenção de sementes, estruturas de cultivo, avaliação do crescimento e produção, elaboração de projetos zootécnicos, ordenamento e sustentabilidade dos cultivos.

Cronograma

 

Aulas teóricas: de 23 a 26/04/18 (das 08:30 às 12h e das 14 às 17:30 h);

Avaliação: 27/04/16 (das 9 às 12 h).

Local de realização

Centro APTA do Pescado Marinho em Santos.

Outras informações relevantes

As despesas com deslocamento e hospedagem em Santos correrão por conta dos alunos

Bibliografia básica

Maeda-Martinez, A.N. (ed), 2002. Los Moluscos Pectinídos de Iberoamérica: Ciencia y Acuicultura. Ed. Limusa, Mexico, 476 p.

Marques, H.L.A., 1998. Criação Comercial de Mexilhões. Ed. Nobel, São Paulo, 111 p.

Matthiesssen, G.C., 2002. Oyster Culture. Iowa State University Press, 176 p.

Resgalla JR., C.; Weber, L.I.; Conceição, M.B., 2008 (eds). O mexilhão Perna perna (L.), biologia, ecologia e aplicações. ED. Interciencia, Rio de Janeiro, 324 p.

Rupp, G.S. 2007. Cultivo da vieira Nodipecten nodosus em Santa Catarina: influência da profundidade, densidade e frequência de limpeza. Bol. Tec. EPAGRI, Florianópolis, 135, 83 p.

Shumway, S.E.; Parsons, G.J. (eds), 2016. Scallops: Biology, Ecology, Aquaculture, and Fisheries. Elsevier Science,1018 p.

Southgate, J.L.P. 2011. The pearl oyster. Elsevier, 544 p.

 

ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: PESCA

 

Disciplina

 PESCA, SUSTENTABILIDADE CIÊNCIA PESQUEIRA

Código

IPP-001

Docente responsável

Dr. Acácio Ribeiro Gomes Tomás

Docente(s) ministrante(s)

Dr. Paula Genova de Castro Campanha (IP)
Dra. Ingrid Cabral Machado (IP),
Dr. Antonio Olinto Ávilada Silva (IP),
Dr. Teodoro Vaske(UNESP– CLP),
Dr. Rodrigo Silvestre Martins (Unifesp),
Dr. OrangelAguilera(UFF)

Créditos

4 créditos

Carga horária

60 horas-aula (1 crédito = 15 horas-aula)

Nº de alunos mín.

02

Nº de alunos máx.

10

Período

1ºsemestre / 2018: (05 a 14 de março)

Cronograma horário

Aulas teóricas e práticas: manhã e tarde.

Local de realização

Instituto de Pesca – Santos (SP) (aulas teóricas e práticas)

Ementa

·            Conceitos, Pesca Sustentável

·            Recursos e Frotas Pesqueiras: Petrechos, Dinâmica
e Seletividade

·            Alimentaçãoecadeiatrófica

·            Maturação reprodutiva – Estágios. Fecundidade

·            Transporte larval x recrutamento

·            Migração: conceitos básicos, estudos de caso e
ferramentas de estudo

·            Estimando parâmetros de crescimento e de mortalidade.

·            Impactos da Pesca: a pesca como predador

·            Como avaliar um recurso pesqueiro - Relação
estoque desovante

·            Principais modelos de avaliação: de produção, analíticos
e multiespecíficos

·            Recursos Humanos na Pesca

·            Registro estatístico de capturas

·            Manejo e Ordenamento da Pesca

·            Transconexões Ambientais entre Passado e
Presente e Relações com a Pesca

Critérios de Avaliação

Seminário

Procedimentos didáticos

Aulas teóricas e práticas

Objetivos

Treinar os alunos em programas de modelagem

Recursos necessários

Sala de multimídia, laboratório

Bibliografia

 Agostinho A. A.; GomesL.C.; PeliciceF.M. 2007 Ecologia manejo de recursos pesqueiros em reservatórios 
do Brasil
Maringá: EDUEM. 501p.

Babin P. J.; Cerda J.; Lubzens E. 2006. The Fish Oocyte - from basic studies to biotechnological applications.
Springer. 508p.

Berkes F.; Mahon R.; Mcconney P.; Pollnac R.;
Pomeroy R. 2006. Gestão da pesca de pequena escaladiretrizes 
métodos 
alternativos. RioGrande: Editora da FURG. 360p

Cadima E. L.; Caramelo A. M.; Afonso-Dias M.; Conte de
Barros P.; Tandstad M. O.; de Leiva-Moreno J. I. 2005.
Sampling methods applied to fisheries science: a manual. FAO Fisheries Technical Paper. No. 434. Rome. 88p.

Dias-Neto J. 2002. Gestão do Uso dos Recursos 
Pesqueiros Marinhos no BrasilMMA. Brasilia, DF. 164p.

Diegues A. C. 2004 pesca construindo sociedades.
São Paulo: Núcleo de Apoio à Pesquisa sobre Populações Humanas e Áreas Úmidas Brasileiras/USP. 315p.

Fonteles-Filho A. A. 2011 OceanografiaBiologia Dinâmica Populacional de Recursos 
PesqueirosFortaleza: Expressão Gráfica e Editora. 464p.

Hart P. J. B.; Reynolds J. D. 2002. Handbook of Fish Biology and Fisheries. Vols. Iand 2.
Blackwell Publishing:

Haimovici M. (Org.) 2011 Sistemas Pesqueiros Marinhos Estuarinos do Brasil: Caracterização Análises da Sustentabilidade.
Rio Grande: Editora da FURG. 104p.

Hal S. J. 1999. The effects of fishing on Marine Ecosystems 
and Communities. Oxford: Blackwell Science Ltd. 274p.

Jennings S.; Kaiser MJ.; Reynolds J.D. 2000. Marine Fisheries Ecology. Blackwell Science Ltd. 417p.

Kaiser M. J. et al. 201. Marineecology Processes,
Systems, adImpacts. (2nded.). Oxford.

King M. 2007. Fisheriesbiology: assessment and 
management. (2nded.). Wiley-Blackwell, 400p.

McMillan D. B. 2007. Fish Histology - Female Reproductive 
Systems. Springer. 597p.

Nédélec C.; Prado J. 1990. Definition and classification of fishing gear categories.
FAO Fish. Tech. Pap. Rome. 222 (Rev.1), 92p.

Nelson J. S.; Grande T. S.; Wilson M. V. H. 2016. Fishes of 
the World. 5nd ed. Wiley. 707p.

Quinn T. J. L.; Deriso R. B. 1999. Quantitative Fish 
Dynamics. New York: Oxford University Press. 542p.

Sparre, P.; Venema, S.C. 1998. Introduction to tropical fish stock assessment. Part 1.
Manual. FAO Fish. Tech. Pap. Rome. 306/1 (Rev. 2), 407p. 

Taylor W. W.; Schecter M. G.; Wolfson L. G. 2007.
Globalization: effects on Fisheries Resources. Cambridge. 550p.

Vazzoler A. E. M.; Soares L. S. H.; Cunningham P. T. M. 1999. Ictiofauna da Costa brasileira. In: Lowe-McConnel, R. H. Estudos de Comunidades de Peixes Tropicais.
São Paulo: EDUSP. P. 424-467.

Zar J. H.2009 Biostatistical Analysis. 5ed. NewJersey:
Prentice-Hall. 944p

 

Disciplina

ICTIOLOGIA PESQUEIRA I – BIOECOLOGIA GERAL

Código

IPP-003

Docente Responsável

Alberto Ferreira de Amorim

créditos

4 créditos

carga horária

60 horas-aula

no mínimo de alunos

05

no máximo de alunos

10

Período

 

Curso condensado de 30 de janeiro a 08 de fevereiro/2018
das 8 h às 17 h (aulas teóricas e práticas).

Cronograma

·        30/01 - Aula 1

·        31/01 - Aula 2 e Avaliação parcial

·        01/02 - Aula 3

·        02/02 - Aula 4 e Avaliação parcial

·        05/02 - Aula 5

·        06/02 - Aula 6 e Avaliação parcial

·        07/02 - Aula 7

·        08/02 - Aula 8 e Avaliação final

Avaliação

Exercícios aplicados, apresentações de seminários, análise de artigos científicos,
prova individual

Local de realização

Sala de aula teórica, no Instituto de Pesca – Santos;

Laboratório Multiuso para aula prática, no Instituto de Pesca – Santos; saída ao mar da
praia de Perequê, Guarujá e se possível visita a coleção científica do IBIMM,
e arrasto de picaré na praia de Guaraú.

Recursos necessários*

·         Sala de aula com infra-estrutura básica: datashow e tela de projeção;

·         Materiais: material cirúrgico (pinça, bisturi e tesoura) e avental, boné, luva e bota;

Outras informações relevantes

Qualquer dúvida escrever para: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Ementa

·        Estudo da diversidade de espécies de peixes no ambiente marinho, sob o efeito
dos diferentes tipos de exploração;

·        influência dos impactos antrópicos sobre o ecossistema e a atividade pesqueira;

·        conceitos gerais de biologia, anatomia e fisiologia de peixes; e problemática
socioeconômica da atividade pesqueira.

Bibliografia básica

Applegate, S.P. 1965 Tooth terminology and variation in shark with special
reference to the sand shark, Carcharias taurus Rafinesque. Contr. Sci.,
Los Angeles County Museum, Los Angeles, (86): 1-18.

BERTALANFFY, L. von 1938 À quantitative theory of organic growth.
Human Biology, 10(2) :181-213.

Bigelow, H. B., and Schroeder, W. C. (1948).  Sharks. In: Tee-Van, J. et al. ‘Fishes
of de Western North Atlantic’. Part. 1. New Haven, Sears Foundation for Marine
Research. p.59-576. (Memoir, 1).

BUDKER, P.  1958 La vivirarité chez les sélaciens. In GRASSÉ, P.P. Trait de
Zoologie: anatomie, systématique, biologie. Part. <is>L' Academie Saint-Germain de
Medecine, Paris (6) :1755-90.

Castro, J.I.; Woodley, C.M.; Brudek, R.L. 1999 A preliminary evaluation
of the status of shark species. FAO Fisheries Technical Paper. No 380. Rome, FAO, 22 p.

Castro, P., e Huber, E. 1992 Marine biology. Mosby-Year Book, Inc., Saint Louis, Missouri.

Compagno, L.J.V. 1984  FAO species catalogue, Vol.4. Sharks of the world. An annotated,
and illustrated catalogue of shark species know to date. Parts 1, and 2. FAO Fish.
Synop
. 125(4): 1-665.

Compagno, L.J.V. 2001 FAO species catalogue, No 1, Vol 2. Sharks of the world. An
annotated, and illustrated catalogue of shark species know to date. Parts 2. FAO Fish. Synop. :269.

FAO  1978  Species identification sheets for fishery purposes (Western Central Atlantic).
Fish. areas: 31, vol.I, II, III, IV, V, VI Roma, 1.

FAO  1994  Review of the state of world marine fishery resources. FAO Fisheries
Technical Paper. 335:136.

FAO  1999  A preliminary evaluation of the status of shark species. FAO Fisheries
Technical Paper. 380:72.

Figueiredo, J.L. 1977 Manual de peixes marinhos do sudeste do Brasil. I. Introdução.
Cações, raias e quimeras. São Paulo, Museu de Zoologia, USP, 104pp.

Figueiredo, J.L. e Menezes, N.A. 1978 Manual de peixes marinhos do sudeste do Brasil.
II. Teleostei (1). Museu de Zoologia, USP. São Paulo, 110p.

Figueiredo, J.L. e Menezes, N.A. 1980 Manual de peixes marinhos do sudeste do Brasil.
III. Teleostei (2). Museu de Zoologia, USP. São Paulo, 90p.

Figueiredo, J.L. e Menezes, N.A. 2000 Manual de peixes marinhos do sudeste do Brasil.
VI. Teleostei (5). Museu de Zoologia, USP. São Paulo, 116p.

Gribble, N.A.; McPherson, G.; Lane, B.  1996  Shark management and conservation.
Proceedings from the sharks and man workshop of the Second World Fisheris Congress.

Brisbane, Australia, 2 August, 143.

GRIMES, D.J. 1990 Review of human pathogenic bacteria in marine animals with
emphasis on sharks. Elasmobrachs as living resources: advances in the biology,
ecology, systematics, and the status of the fisheries (Pratt, Gruber and Taniuch, eds)
NOAA Technical Report NMFS 90: 63-9.

HOENIG, J.M. e GRUBER, S.H. 1990 Life-history patterns in the elasmobranchs:
implications for fisheries management.In:Elasmobranch as living resources:
advances in the biology, ecology, systematics, and the status of the fisheries
(Pratt, Gruber and Taniuchi, eds) NOAA Techical Report NMFS, 90:1-16.

HOLDEN, M.J. 1974 Problems in the rational explotation of elasmobranch
population and some suggested sollutions. In Sea fisheries research
(F. R. Harden-Jones, ed.) John Wiley and Sons, New York, :117-37.

HOLDEN, M.J. Elasmobranchs. Fish population dynamics (J.A. Gulland, ed)
John Wiley , Sons, New York, 1977, Chap.9.

Ivo, C.T.C. e Fonteles-Filho, A.A. 1997 Estatística Pesqueira: Aplicação em
Engenharia de Pesca. TOM Gráfica Ed., Fortaleza: 193.

Kellogg, J.L., 1915 Ciliary mechamisms of Lamellibranchs with descrition of anatomic
J. Morph., 26 (4): 625 – 701.

Legendre, P. e Legendre, L. 1998. Numerical Ecology. Developments in Environmental
Modeling, 20. Elservier Science, New York. 853p.

Lerman, M. 1986. Marine Biology: environment, diversity and ecology. The Beijamin/Cummings
Company, Inc, California.

Levinton, J.S. 2001. Marine Biology: Function, Biodiversity, Ecology. Oxford University Press,
New York. 515p.

Magro, M. e Cergole, M.C. 2000 Síntese de conhecimentos dos principais recursos pesqueiros
costeiros potencialmente explotáveis na costa sudeste-sul do Brasil: Peixes. Avaliação do Potencial
Sustentável de Recursos Vivos na Zona Econômica Exclusiva -REVIZEE: 143.

Magurran, A.E. 1988. Ecological Diversity and its Measurement. Croom Helm, London. 200p.

Menezes, N.A e Figueiredo, J.L. 1980 Manual de peixes marinhos do sudeste do Brasil.
IV. Teleostei (3). Museu de Zoologia, USP. São Paulo, 96p.

Menezes, N.A e Figueiredo, J.L. 1985 Manual de peixes marinhos do sudeste do Brasil.
V. Teleostei (4). Museu de Zoologia, USP. São Paulo, 105p.

OTAKE, T. 1990 Classification of reproductive modes in sharks with comments on female
reproductive tissues and structures: In: Advances in the biology, ecology, systematics, and
the status of the fisheries (Pratt, Gruber and Taniuchi, eds) NOAA Techical Report NMFS, 90: 111-30.

PASTEELS, J. 1958 Développement embryonnaire. In: GRASSÉ, P. P. In: Trait de zoologie:
anatomie, systématique, biologie. Part. Acadmie Saint-Germain de Medecine,
Paris, v.6,:1685-754, 1958.

PAULY, D. 1980 On the interrelationships between natural mortality, growth parameters, and
environment temperatura in 175 fish stocks. J. Cons. int. Explor. Mer, 39(2):175-92.

PAULY, D. 1983 Some simple methds for the assessment of tropical fish stocks.
FAO Fish Tech. Pap., 234,:52p.

Prince, E. e Pulos, L.M. 1983  Proceedings of the International Workshop on age
determination of oceanic pelagic fishes: tunas, billfish, and sharks. NOAA
Technical Report NMFS 8: 211.

Pratt-Jr. H.L.; Gruber, S.H.; Taniuchi, T. 1990 Elasmobranchs as living resources:
Advances in the biology, ecology, systematics, and the status of the fisheries.
NOAA Technical Report NMFS, 90: 518.

ROMER, A.S.; PARSON, T.S. 1985 Anatomia comparada dos vertebrados.
Trad. COSTACURTA, L. et alii, São Paulo, Atheneu Editora, 559P.

Yano, K; Yabumoto, Y.; Nakaya, K.  1997  Biology of the megamouth shark. Tokai University Press : 203.

 

2º semestre de 2017

 


ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: COMUM

 

Disciplina

Tópicos Especiais (HISTOPATOLOGIA EM PEIXES FRENTE À MUDANÇAS AMBIENTAIS)

Código

IPC-003-36

Docente(s) responsável(is)

Edison Barbieri e Paula Maria Gênova de Castro Campanha

Docente (s) ministrante (s)

Prof. Dra. Karina Fernandes Oliveira Rezende

Créditos

 2 créditos

Carga horária

30 horas-aula (1 crédito = 15 horas-aula)

Nº de alunos mín.

02

Nº de alunos máx.

06

Período

2º semestre/2017: (07 a 11 de agosto)

Cronograma e horário

Aulas teóricas e práticas: manhã e tarde.

Local de realização

Instituto de Pesca – São Paulo (aulas teóricas)

Universidade de São Paulo (ICB/USP) (aulas práticas)

Ementa

·            Introdução aos tecidos biológicos de peixes e suas funções.

·            Estudo das principais alterações histopatológicas oriundas de mudanças ambientais e as consequências fisiológicas.

·            Detalhamento sobre os processamentos histológicos de diferentes órgãos.

Critérios de Avaliação

exercícios

Procedimentos didáticos

Aula teóricas e praticas

Objetivos

Treinar os alunos em programas de modelagem

Recursos necessários

laboratório

Bibliografia

Bone, Q.; Marshall, N.B. and Blaxter, J.H.S. 1995. Biology of Fishes. Chapman and Hall. London. 332 pp.

Iwama, G.; Nakanishi, T. 1996. The Fish Immune System. Academic Press. San Diego. 380 pp.

Ferguson, H.W. 2006. Systemic Pathology of Fish. Scotian Press. London. 366 pp

LALLI, C. Biological Oceanography: an introduction. Butterworth Heinemann, 1997

 

Disciplina

Socioeconomia aplicada à Pesca e Aquicultura

Código

IPC-006

Docente(s) responsável(is)

Marcelo Barbosa Henriques

Docente colaborador

Newton José Rodrigues da Silva (CATI/SAA/SP)

Créditos

4

Carga horária

60 horas/aula

      

Nº de alunos mín.

04

Nº de alunos máx.

10

Período

03/08 a 14/09/2017

Cronograma e horário

Sempre às quintas feiras

Aulasteóricas: Manhã (8:30h – 12:00h) e tarde (13:30h – 18:00h)

Local(is) de realização

Sededo Centro Avançado de Pesquisa Tecnológica do Agronegócio do Pescado Marinho

Av. Bartolomeu de Gusmão, 192 – Santos/SP

Ementa

Apresentação de aspectos socioeconômicos a serem utilizados como ferramentas na análise das cadeias produtivas da pesca e da aquicultura, integrando conhecimentos técnicos sobre a atividade com a ação dos atores envolvidos no processo produtivo. Caracterização dos sistemas de produção; estudo dos modelos de desenvolvimento rural, referenciais teóricos e assistência técnica na extensão pesqueira; mecanismos de difusão de tecnologia e discussão das políticas públicas disponíveis para o setor.

Outras informações

Datas

Programação

Docente

03/08

·Apresentação da disciplina e métodos de avaliação

·Noções básicas de administração rural (macroeconomia e microeconomia)

·Capitaise custos (Juros, conservação, riscos e depreciação)

·Critérios de avaliação e determinação do custo de produção na agropecuária

·Sustentabilidade da aquicultura

·Medidasde resultado econômico

·Fatoresque afetam os resultados econômicos

·Elaboração de projetos aquícolas e pesqueiros

Dr. Marcelo B. Henriques

10/08

·Conceito de Sistema Local de Inovação

·Sociologia da tradução

·Economia do dom

·Economia solidária

Dr. Newton J. R. da Silva (CATI – SAA/SP)

17/08

·Avaliação de políticas públicas

·Economias de grandeza

·  Economia de proximidade

·Apresentação de estudos de caso: desenvolvimento da piscicultura no Vale do Ribeira e Alto Vale do Itajaí

·Distribuição de uma prova para elaborar em casa

Dr. Newton J. R. da Silva (CATI – SAA/SP)

24/08

·     Determinação do tempo de retorno econômico das atividades aquícolas desenvolvidas nos diferentes sistemas de produção

·     Teoriada produção

·     Interaçãoentre os componentes biológicos, físicos e econômicos

·     Elaboração de projetos aquícolas e pesqueiros

Dr. Marcelo B. Henriques

31/08

Apresentação de estudo de caso: A pesca artesanal no município de Mongaguá/SP

Apresentação de estudo de caso: Desenvolvimento da ostreicultura em Cananéia

Dr. Newton J. R. da Silva (CATI – SAA/SP)

14/09

Avaliação geral dos alunos

 

1)  As questões da prova serão debatidas em sala

2) Apresentação dos projetos de viabilidade econômica (aquícolas ou pesqueiros) relacionados à disciplina

Dr. Marcelo B. Henriques

 

Dr. Newton J. R. da Silva (CATI – SAA/SP)

 

  • Dias 12 e 13/09 – Dedicados a levantamento de campo e elaboração de projetos de viabilidade econômica (não haverá aula, apenas plantão de dúvidas)

  • Necessidade de auditório ou sala de aula em Santos, com projetor tipo datashow, tela e quadro de anotações.

Devidoao reduzido número de vagas, algumas inscrições poderão ser relacionadas em lista de espera, a partir do preenchimento da décima e última vaga oferecida. Neste caso, as demais vagas ficarão sujeitas à confirmação. A desistência, ou não comparecimento do aluno, após o início das aulas, caracterizará conceito de reprovação na disciplina.

Critérios de Avaliação

Participação nas aulas, respostas as questões formuladas e

avaliação dos projetos

Bibliografia básica

 

ALBAGLI, S. 2004. Território e territorialidade. In: LAGES, V.; BRAGA, C.;

BATALHA, M.O. 2002. A Maricultura no Estado de São Paulo. SEBRAE, GEPAI: GENAQUI, UFSCar, 1º ed., São Paulo, 297 p.

HOFFMANN, R.; CAMARGO ENGLER, J.J.; SERRANO, O.; MENDES THAME, A.C.; NEVES, E.M., 1996. Administração da Empresa Agrícola. Biblioteca Pioneira de Ciências Sociais, 9ª ed, São Paulo, 289 p.

KUBITZA, F. & ONO, E.A. 2004. Projetos Aqüícolas: planejamento e avaliação econômica. Jundiaí; F. Kubitza. 79 p.

LATOUR, B. Ciência em ação: como seguir cientistas e engenheiros sociedade afora. São Paulo: UNESP. 2000. 438p. 

LEUNG, P.S.; TISDELL, C., 1997. Aquaculture Economics & Management. Blackwell Science, v. 1, n. 1, Glasgow, 128 p.

OSTRENSKY, A.; BORGHETTI, J.B; SOTO, D. 2008  Aquicultura no Brasil: o desafio é crescer. Brasília, Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), 276 p.

SILVA, N.J.R 2008. Dinâmicas de desenvolvimento da piscicultura e políticas públicas: Análise dos casos do Vale do Ribeira (SP) e do Alto Vale do Itajaí (SC). São Paulo: Editora UNESP, 240 p.

VALENTI, W.C. 2000. Aquicultura no Brasil: bases para um desenvolvimento sustentável. Brasília: CNPq, 399 p.

* Periódicos: Boletim do Instituto de Pesca; Informações Econômicas e Revista de Economia Agrícola, ambos do IEA/SAA/SP

 

 

 

 

Disciplina

Tópicos Especiais em Aquicultura e Pesca: Tema- Mercados e consumo: a problemática da sustentabilidade da atividade pesqueira

Código

IPC-003-37

Docente(s) responsável(is)

Dra. Paula Maria Gênova de Castro Campanha e Dr. Edison Barbieri

Docente
ministrante

Dra. Marie Anne Najm Chalita – Instituto de Pesca/APTA/SAA

Créditos

 2 créditos

Carga horária

30 horas-aula (1 crédito = 15 horas-aula)

Nº de alunos mín.

05

Nº de alunos máx.

10

Período

2º semestre/2017: setembro 2017 (1 vez por semana) datas: 5/09; 12/09/ 19/09 e 26/09.

Cronograma e horário

Horário das 08h00 às 12h00 ou das 14h00 às 18h00.

Local de realização

Instituto de Pesca – São Paulo

Ementa

Os mercados são estruturas sociais que articulam agentes definidores de produtos,
preços e condições de pagamento específicas, portanto, são importantes objetos de investigação. A sociologia econômica define mercado como um arranjo institucional particular que incorpora duas dimensões: a natureza da ação comum (auto-interesse ou obrigatório) e a forma de distribuição do
poder, ou seja, o modo de coordenação das interações sociais existentes nas trocas econômicas. Os parâmetros principais das transações econômicas são os direitos de propriedade (lucro);
regras de acesso e troca (regularidade e legitimidade); valoração dos bens naturais
(especificidade dos ativos). A contestabilidade de um mercado se define por conjunto
de distintos fluxos, rotinas e regulamentos institucionais que são influenciados por decisões
de agentes não econômicos que vão agir como barreiras de ordem moral e de valores, de
natureza tanto social quanto ambiental, na produção e no consumo do bem. 

O mercado do pescado apresenta fluxos e rotinas institucionais que visam edificar barreiras
de natureza ética  e, neste sentido, agregam agentes não econômicos. Entretanto, observam-se dificuldades no estabelecimento da contestabilidade do mercado do pescado e,
consequentemente, do consumo sustentável deste alimento.  Há, sobretudo, uma
carência de instrumentos de qualidade (para além dos sanitários) que possam
orientar o consumo uma vez que há um custo de extração, mas não de exploração
dos recursos naturais envolvidos, tanto no caso da pesca de captura quanto
no caso do cultivo. Esta situação acaba por comprometer a própria atividade
pesqueira. O consumo sustentável aponta como possibilidade de diminuir a
assimetria de informações necessária ao melhor controle da produção, da
informalidade na comercialização e da avaliação da qualidade stricto e latu sensu
do produto, levando à uma política mais consequente de formação de preços. O
objetivo da disciplina é analisar, a partir da definição do que é o mercado, quais são
as características principais do mercado do pescado, a caracterização geral do
consumo do pescado no país e o potencial para modificar o quadro de obstáculos
de ordem estrutural à incorporação da contestabilidade no mercado do pescado.

Critérios de
Avaliação

Participação em aula e prova final.

Procedimentos
didáticos

 

As aulas são fundamentalmente expositivas sob leitura prévia de alguns itens bibliográficos.

Objetivos

Capacitar os alunos a analisar teórica e metodologicamente as diversas estratégias de abordagem dos fenômenos econômicos apresentados em seus projetos de pesquisa através da sociologia.

 

Recursos
necessários

Data show. Pasta com a bibliografia obrigatória para leitura dos alunos. O docente solicita ler os projetos dos alunos eventualmente matriculados na disciplina antes do início das aulas.

Bibliografia

ABRAMOVAY, Ricardo (2004) – “Entre Deus e o Diabo - mercados e interação humana nas ciências sociais” – Tempo Social – Revista de Sociologia da USP - http://www.econ.fea.usp.br/abramovay/artigos_cientificos/2004/
Formas_de_organizacao_dos_mercados.pdf

 

BOURDIEU, Pierre. É possível um ato desinteressado? In:
Razões práticas. Sobre a teoria da ação. Campinas, SP: Papirus,
1996, pp.137-156.

 

CARVALHO, A.B. (2000). Gestão ambiental: enfoque estratégico
aplicado ao desenvolvimento sustentável. São Paulo,
Malkron Books do Brasil Editora Ltda.

 

DEQUECH, David. (2003), “Uncertainty and economic sociology:
a preliminary discussion”. The American Journal of Economics
and Sociology
, 62 (3):509-532.

 

GARCIA-PARPET, Marie-France. (1994), “Espace de marché
et modes de domination”. Études Rurales, 131-132.

 

LOPES, Jr, Edmilson. As potencialidades analíticas da Nova
Sociologia Econômica. Sociedade e Estado, UnB, 17(1), 2002,
pp. 39-62.

 

SEN, Amartya (1987/1999) — “Comportamento econômico e
sentimentos morais”, in Sobre Ética e Economia — Companhia
das Letras, São Paulo.

 

STEINER, Philippe (2005) – La Sociologie Économique
La Découverte. – Traduzido para o português pela Editora
Atlas, 2006. Versão em português: Mercado como política:
uma abordagem político-cultural das instituições de mercado.
Contemporaneidade e Educação, 9, pp. 26-55, 2001.

 

VIEIRA, P. H. F. . Gestão Patrimonial de Recursos Naturais:
Construindo o ecodesenvolvimento em regiões litorâneas.
In: Clóvis Cavalcanti. (Org.). Desenvolvimento e Natureza:
Estudos para uma sociedade sustentável. São Paulo: Cortez,
1995,  p. 293-322.

 

 

 

 

 

Disciplina

Tópicos Especiais (Modelagem Hidrodinâmica e Aplicações em Oceanografia Costeira)
Código IPC-003-40
Docente(s) responsável(is) Edison Barbieri e Paula Maria Gênova de Castro Campanha

Docente (s) ministrante (s)

Prof. Dr. Roberto Fioravanti Carelli Fontes (UNESP - Universidade Estadual Paulista)
 

 

Créditos

 2 créditos

Carga horária

30 horas-aula (1 crédito = 15 horas-aula)

Nº de alunos mín.

02

Nº de alunos máx.

06

Período

2º semestre/2017: (11 a 15 de dezembro)

Cronograma e horário

Aulas pela manhã e a tarde

Local de realização

Instituto de Pesca – São Paulo

Ementa

Partiremos de uma visão conceitual dos ambientes marinhos costeiros, identificando alguns processos biológicos dependentes de condições hidrodinâmicas, tais como dispersão de poluentes e de substâncias na água do mar; acreção, erosão e transportes de sedimentos.

Introduziremos os conceitos da modelagem matemática de tais processos, definindo seus elementos práticos de desenvolvimento e possibilitando suas aplicações a projetos idealizados, posteriormente propostos pelos participantes.

Apresentaremos a suíte de modelos de código livre Delft 3D / Deltares (Delft, Holanda). Essa suíte será utilizada para o desenvolvimento de um projeto de modelagem, construído sobre questões ambientais relevantes aos ambientes costeiros.

A partir de propostas apresentadas,  os participantes desenvolverão um Projeto de Modelagem aplicado à uma situação idealizada. Tal atividade será o objetivo principal da disciplina, permitindo que o aluno desenvolva habilidades operacionais e gerenciais de tais projetos práticos. Esses projetos também são aplicados à questões científicas relacionadas ao gerenciamento, produção e conservação dos recursos naturais marinhos.

Critérios de Avaliação

Exercícios

Procedimentos didáticos

Aulas teóricas e praticas

Objetivos

Treinar os alunos em programas de modelagem

Recursos necessários

Internet e computadores

Bibliografia

CHRISTOFOLETTI, A. Modelagem de Sistemas Ambientais. Edgard
Blücher, 1999

 

DELTARES. Delft3D-FLOW/Simulation of multi-dimensional hydrodynamic
flows and transport phenomena, including sediments.V.3.15 revisão 18392.
Delft, Holanda. 2011

 

FRAGOSO, C. R.; FERREIRA, T. F. & Marques, D. M. Modelagem ecológica
em ecossistemas aquáticos Oficina de Textos, 2009

 

HARARI J. Fundamentos de Modelagem Numérica em Oceanografia.
São Paulo, 2015 

 

LALLI, C. Biological Oceanography: an introduction. Butterworth Heinemann, 1997

 

MIRANDA, L. B.; CASTRO, B. M. & KJERFV, B. Mindilin, J. (Ed.) Princípios
de Oceanografia Física de Estuários Edusp, 2002

 

van WAVEREN, R. H., S. GROOT, H. SCHOLTEN, F. C. van GEER,
J. H. M. WÖSTEN, R. D. KOEZE e J. J. NOORT. Good Modelling
Practice Handbook. Dutch Dept. Of Public Woks, Institute for Inland
Water Management and Waste Water Treatment. Lelystad, Holanda. 1999

 

ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: AQUICULTURA

 

Disciplina

TÓPICOS ESPECIAIS EM PESCA E AQUICULTURA
Técnicas para montagem de experimentos científicos
em aquicultura

Código IPC-003-38
Docente(s) responsável(is) Edison Barbieri e Paula Maria Gênova de CastroCampanha
Docente colaborador Eduardo Gomes Sanches, Ana Zangirolame Gonçalves e Vanessa Villanova Kuhnen

Carga horária

30 horas-aula = 2 créditos (4 dias)

Nº de alunos mín.

02

Nº de alunos máx.

15

Período

De 28 de novembro a 01 de dezembro de 2017.

Cronograma e horário

Aulas teóricas: 28 a 30/11;

Apresentação de seminários: 01/11.

 

Horário das 08h00 às 12h00 e das 13h30 às 17h30

Local(is) de realização

Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento do Litoral Norte – Ubatuba/SP

Ementa

Discussões sobre as questões centrais para a realização de experimentos; hipóteses; escolha das variáveis temporais e espaciais; co-variáveis; replicações e randomizações experimentais; dependência e independência dos dados; variáveis categóricas e contínuas; como conduzir experimentos manipulativos e naturais; delineando experimentos em campo.

Outras informações

Há alojamento gratuito em Ubatuba para doze pessoas. Existe a necessidade de se trazer roupa de cama. 

Qualquer dúvida, entrar em contato com o Prof. Eduardo Sanches

(Tel.: 12-3833-3017/ Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.).

Critérios de Avaliação

Apresentações de seminários.

Bibliografia básica Gotelli NJ & Ellison AM. 2011. Princípios de estatística em ecologia. Artmed, 528p.

 

Chamberlain TC. 1997. The method of multiple working hypotheses. In: The ecological detective. Hilborn R. & Mangel M (eds). Princeton University Press, 281-283p.

 


ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: PESCA

Disciplina

MÉTODOS E TÉCNICAS APLICADOS AO ESTUDO DA PESCA CONTINENTAL

Código

IPP-010

Docente(s) responsável(is)

Paula Maria Gênova de Castro Campanha

Docentes colaboradores

(convidados)

MSc. Lídia Sumile Maruyama (IP-SP)

Dra. Luciana Carvalho Bezerra de Menezes (IP-SP)

Dra. Maria Helena Carvalho da Silva (UNIFESO-RJ)

Dra. Maria Letizia Petezze (Programa de Pós-graduação do IP)

Créditos

 3 créditos

Carga horária

45 horas-aula (1 crédito = 15 horas-aula)

Nº de alunos mín.

05

Nº de alunos máx.

08

Período

31/08; 01/09-02/09 e 4-6/09/2017

Cronograma e horário

Horário das 08h30 às 12h30 ou das 13h30 às 17h30

Local de realização

Sede do Instituto de Pesca/São Paulo/SP (parte teórica); a aula prática poderá ser realizada numa comunidade de pescadores ribeirinha no interior de São Paulo, SP.

Ementa

Introduzir ao aluno temas e ferramentas participativas empregadas em campo na obtenção de dados junto à pesca continental (profissional) visando subsidiar o monitoramento e manejo sustentável da atividade, integrando informações sobre o recurso, o ambiente, o pescador e sua comunidade.

Fornecer a base teórica e prática sobre os métodos de avaliação tradicionais e participativos como ferramentas úteis no manejo da pesca de pequena escala. Disponibilizar informações e treinamentos na tomada de decisão sobre o manejo da pesca de forma participativa. Envolverá a coleta e análises de dados bioecológicos e pesqueiros, de dados sociais, econômicos e institucional-legais.

Outras informações

Recomenda-se que os alunos tragam seus notebooks para exercícios em classe.

Critérios de Avaliação

Os alunos serão avaliados pela participação em aula e em campo; relatórios de campo e trabalhos individuais.

Convidados especiais

● Sr. Edivando Soares de Araújo (Presidente da Colônia de Pescadores Z-20 de Barra Bonita - SP e Presidente da Federação dos Pescadores artesanais)

● Major Marco Aurélio Venâncio (Polícia Militar Ambiental – SP)

● MSc. José Dias Neto (IBAMA-DF) – palestrante (gestor público)

● MSc Raphael Estupinham de Araújo – (Secretaria do Meio Ambiente de SP)

Procedimentos didáticos

 

Aulas teóricas expositivas e práticas em campo (visitas aos locais de desembarques pesqueiros, a comunidade pesqueira continental, Colônia de Pescadores e Associações de Pesca).

Objetivos

A presente disciplina tem como objetivo introduzir ao aluno temas sobre os novos caminhos da gestão pesqueira, buscando os conceitos, as ferramentas, os métodos, as técnicas e estratégias de conservação alternativas de gestão pesqueira e na possibilidade de tomada de decisão de forma participativa, com ênfase na pesca artesanal continental.

Justificativa

 

A disciplina terá um enfoque prático (de campo) apresentando ao aluno às técnicas de observação “in loco” e de entrevistas sócio-econômicas e pesqueiras, além de metodologia de coleta e análise de dados estatísticos de produção e rendimento da pescaria.

Bibliografia

Begossi, A.(Org) 2004 Ecologia de Pescadores da Mata Atlântica e da

            Amazônia. São Paulo: Hucitec. NEPAM/UNICAMP. 332p.

 

Castello, J. P. 2004 Manejo da pesca e a interdisciplinaridade. Desenvolvimento e Meio Ambiente, n. 10, p. 163-168, jul./dez. 2004. Editora UFPR 167.

 

Catella, A. C. 2004 Procedimentos para estimar o rendimento pesqueiro dos pescadores profissionais artesanais do Pantanal Sul. Circular Técnica Nº 53 Corumbá, MS. 3p.

 

Diegues, A. C. 2004 A pesca construindo sociedades: leituras em antropologia marítima e pesqueira. São Paulo: Núcleo de Apóio à Pesquisa sobre Populações Humanas e Áreas Úmidas Brasileiras/USP. 315p.

 

Kalikoski, D. C.(Org.) 2007 Gestão da pesca de pequena escala: diretrizes e métodos alternativos. Editora da Fundação Universidade Federal do Rio Grande/FURG.

 

Kalikosky, D. ; Dias Neto, J.; Thé, A.P.G.; Ruffino, M. L. ; Marrul Filho, S. 2009. Gestão compartilhada do uso sustentável de recursos pesqueiros: refletir para agir. Brasília: Ibama. 184 p.

 

Levin, J. 2004 Estatística para Ciências Humanas. São Paulo, 9ª Ed. Prentice Hall, 497p.

 

Marques, J. G. 2001 Pescando Pescadores: Ciência e Etnociência em uma Perspectiva Ecológica. NUPAUB-USP. São Paulo, 2ª Ed. 258p.

 

Ruffino, M. L. (Coord.) 2004 A pesca e os recursos pesqueiros na Amazônia brasileira. Manaus: IBAMA/ProVárzea, 272p.

 

Vieira, P. F.; Berkes, F.; Seixas, C. S. 2005 Gestão Integrada e Participativa de recursos Naturais: conceitos, métodos e experiências. Florianópolis: Secco/APED, 416p.

Necessidades Básicas

-Veículo para transportar os alunos (microônibus), data show, diárias, notebook, projetor de multimídia, quadro negro/verde, mapas, GPS, botas, capas, ictiômetro, balança, calculadora de bolso, um motorista.

-cópias xerox

 

Disciplina

ECOLOGIA DE PEIXES DE ÁGUA DOCE

Código

IPP-009

Docente Responsável

Katharina Eichbaum Esteves

créditos

4 créditos

carga horária

60 horas-aula

no mínimo de alunos

04

no máximo de alunos

10

Período

 

 

 

 

 

 

Quartas-feiras, das 9hs às 18hs

·        04/10 - aula 1

·      11/10 - aula 2

·        18/10 - aula 3

·        01/11 - aula 4

·        08/11 - aula 5

·        15/11 – aula6

·        22/11 - Apresentação de seminários

·        29/11 - Avaliação final

Critérios de Avaliação

 Apresentações de seminários, análise de artigos científicos, prova individual

Local de realização

 

 

Sala de Aula da Pós-graduação do Instituto de Pesca - Parque Fernando Costa – São Paulo (aulas teóricas).

Aula prática – local a combinar

Ementa

Estudo dos principais grupos de peixes de água doce da América do Sul; métodos de coleta e considerações sobre amostragem; características de ambientes lóticos e lênticos e relação da comunidade com fatores ambientais; principais padrões de organização e estrutura das comunidades; ações antrópicas impactantes e estudos de caso.

 

Recursos necessários*

 

·         Sala de aula com infraestrutura básica: aparelhos: 01 microcomputador e datashow e tela de projeção.

·         Materiais: quadro branco/lousa (grande) com canetas/giz.

·         30 cópias de xerox por aluno.

Outras informações relevantes

As despesas e providências relativas ao transporte, hospedagem e alimentação para aulas práticas correrão por conta dos alunos.

Contato: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

Bibliografia

 

Abell, R., Thieme, M.L. et al. (2008) Freshwater Ecoregions of the World: A New Map of Biogeographic Units for Freshwater Biodiversity Conservation. BioScience, Vol. 58, No. 5, pp. 403-414.

Agostinho, A. A.; Gomes, L. C.; Pelicice, F. M. 2007 Ecologia e manejo de recursos pesqueiros em reservatórios do Brasil. Maringá: EDUEM. 501p.

Bagenal, T. B. & Tesch, F. W. 1978.  Age and growth. In: Bagenal T.B. Methods for Assessment of fish production in fresh waters. Oxford, Blackwell. p 101- 136.

Buckup, A., Menezes, N.A., Ghazzi, M.S. 2007. Catálogo das espécies de peixes de água doce do Brasil. Série Livros 23, Museu Nacional Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Castro, P. M. G.; Cergole, M.C.; Carneiro, M.H.; Mucinhato, C. M. D.; Servo, G. J. 2002 Crescimento, Mortalidade e Taxa de Explotação do Goete, Cynoscion jamaicensis (Perciformes: Sciaenidae), na Região Sudeste/Sul do Brasil. Bol. Instituto de Pesca, 28 (2): 141-153p.

Dei-Tos C.; Gomes, L. C.; Ambrózio, A. M.; Goulart, E. 2010.  An overview of freshwater fish aging in South América: the science, biases and future directions. Acta Scientiarum Biological Sciences. Maringá, v. 32, nº 4. p. 323-333.

Hyslop, E.J. (1980). Stomach contents analysis, a review of methods and their application. Journal of Fish Biology, Vol.17, pp. 411-430.

Krebs, C. Ecological Methodology. 1998. Addison Wesley Longman. 581 p.

Lowe-McConnel, R. H. Estudos de Comunidades de Peixes Tropicais. São Paulo: EDUSP. P. 424-467.

Magurran, A.E. 1983. Ecological Diversity and its measurement. London, Croom helm Ltd.

Matthews, W.J. Patterns in Freshwater Fish Ecology. 1998. Chapman & Hall.

Menezes, N.A.; Weitzman, S.H.; Oyakawa, O.T.; Lima, F.C.T.; Castro, R.M.C. & Weitzman, M.J. (2007). Peixes de água doce da Mata Atlântica, Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo, São Paulo, Brazil.

Nielsen, L.A. & Johnson, D.L. 1983. Fisheries Techniques. American Fisheries Society. 468 pp.

Oyakawa, O. & Esteves, K. 2004. Métodos de amostragem de peixes de água doce. In: Bicudo, C.E.M. & D.C. Bicudo (Eds): Amostragem em Limnologia. São Carlos, Editora Rima. pp: 231-242.

Vazzoler, A.E.A.M. & Menezes, N.A. 1992. Síntese de conhecimentos sobre o comportamento reprodutivo dos Characiformes da América do Sul (Teleostei, Ostariophysi). Rev. Brasil. Biol. 52(4):627-640.

Vazzoler, A.E.A.M. 1996. Biologia da reprodução de peixes teleósteos: Teoria e Prática. Eduem, Maringá.

Welcomme, R.L. 1985. River Fisheries. FAO Fisheries Technical Paper, no 262.

 

Disciplina

MONITORAMENTO E GESTÃO PESQUEIRA

Código

IPP-015

Docente responsável

Prof. Dr. Jocemar Tomasino Mendonça

Docentes colaboradores

Profa. Dra. Mayra Jankowsky

Créditos

 

Carga horária

45 horas/aula (curso condensado de 5 dias)

aulas com carga horária de 9 horas/dia (8:30h as 12:00h e 13:30-18:00h)

Nº de alunos mín.

5 (cinco)

Nº de alunos máx.

20 (vinte)

Período

23 a 27 de Outubro

Critérios de avaliação

Entrega de relatório

Local de realização

Estação Quarentenária de Cananéia, SP ou Instituto de Pesca – Núcleo Sul.

Cronograma

Aulas teóricas e práticas durante 5 dias.

Ementa

Introduzir as técnicas de monitoramento pesqueiro e seu uso para a gestão pesqueira. A disciplina abordará os seguintes tópicos:

- Pesca: definições e tipos;

- Estado das pescarias no mundo e suas características;

- Histórico da pesca no mundo;

- Pesca no Brasil e por ambientes;

- Monitoramento pesqueiro: teoria e finalidades;

- Técnicas de monitoramento pesqueiro;

- Planejamento do monitoramento;

- Análise de dados de monitoramento;

- Regimes de apropriação;

- Apresentação dos dados e seu uso na gestão pesqueira.

- Sistemas de gestão pesqueira;

- Política pesqueira

Recursos necessários

Sala de aula, quadro, canetas branco e colorido, projetor multimídia, tela para projeção.

Objetivos

O objetivo da disciplina é propiciar aos alunos da pós-graduação um embasamento teórico/prático dos sistemas de monitoramento pesqueiro, que servem como uns dos principais instrumentos de gestão pesqueira.

Justificativa

A gestão pesqueira envolve diversas áreas do conhecimento, e visa a manutenção da atividade e a conservação dos recursos pesqueiros. Nos últimos anos a tônica de gerenciar a pesca tem se tornado urgente, sob pena da exaustão dos recursos e a total falência da atividade. Dentre os instrumentos imprescindíveis para a gestão está o monitoramento da atividade, buscando informações atividade que possam nortear as ações da gestão, bem como envolver o setor de forma mais abrangente na tomada de decisões. Para monitorar uma atividade pesqueira é preciso ter a visão do todo e buscar alternativas/adaptações para todos os imprevistos que aparecem ao longo dos registros da atividade, adequando constantemente as metodologias e ferramentas existentes às realidades de campo. Desta maneira responde as demandas do setor pesqueiro e oferta informações para a tomada de decisões de forma rápida e precisa, possibilitando o desenvolvimento da pesca e a conservação dos recursos pesqueiros.

Bibliografia

ARAGÃO J.A.N., MARTINS S. 2006. Censo Estrutural da Pesca – Coleta de Dados e Estimação de Desembarques de Pescado – IBAMA, Brasília/DF. 180 pp.

BARBETTA, P. A. Estatística aplicada às ciências sociais. Editora da UFSC, 6º edição. Florianópolis, 2006. p. 315.

BECKER, H. S. Métodos de pesquisa em Ciências Sociais. HUCITEC, São Paulo, 1994.

BEGOSSI, A.; HANAZAKI, N.; SILVANO, R.A.M.; Ecologia Humana, Etnoecologia e Conservação. Em: Amorozo, M.C.M et al. Métodos de coleta e Análise de dados em Etnobiologia, Etnoecologia e Disciplinas Correlatas. UNESP/CNPq, 2002.

BEGOSSI, A. 2004. Ecologia de Pescadores da Mata Atlântica e da Amazônia. São Paulo, HUCITEC: NEPAM/UNICAMP: NUPAUB-USP 332p.

BERKES, F. & FOLKE, C. Linking social and ecological systems. Cambridge University Press, UK, 2000.

BERKES, F. 2005. Sistemas Sociais, Sistemas Ecológicos e Direitos de Apropriação de Recursos Naturais. IN: VIEIRA, P. F., BERKES, F. & SEIXAS, C. S. (EDS.) Gestão Integrada e Participativa de Recursos Naturais: Conceitos, Métodos e Experiências. Editora Secco Florianópolis 47-72p.

BOLFARINE H., BUSSAB, W.O. 2005. Elementos de Amostragem, 1ª Ed. Editora Blucher, São Paulo/SP. 274 pp.

CADDY J.F., BAZIGOS J.P. 1985. Practical guidelines for statistical monitoring of fisheries in manpower limited situations. FAO Fish Tech Pap. nº 257. Roma. 86 pp.

CADIMA E.L. 2003. Fish stock assessment manual. FAO Fish Tech Pap. nº 393. Roma. 161 pp.

CADIMA E.L., CARAMELO A.M., AFONSO-DIAS M., CONTE DE BARROS P., TANDSTAD M.O., de LEIVA-MORENO J.I. 2005. Sampling methods applied to fisheries science: a manual. FAO Fish Tech Pap. nº 434. Roma. 88 pp.

CALLEGARI-JACQUES, S. M. Bioestatística: princípios e aplicações. Artmed Editora, Porto Alegre, 2004. p. 255.

CAMPBELL, B. Ecologia Humana. Ed. Biblioteca Científica Salvat, Barcelona, Espanha, 1985.

CAVALCANTI, C. (org). Meio ambiente, desenvolvimento sustentável e políticas públicas. Cortez Editora, SP, 1999.

CERGOLE, M. C. e ROSSI-WONGTSHOWSKI, C. L. 2003. Dinâmica das frotas pesqueiras – Análise das principais pescarias comerciais do sudeste-sul do Brasil. São Paulo, Evoluir, 376p.

DAEE, 2002. Legislação dos recursos hídricos: consolidação. São Paulo, 488p.

DIEGUES, A. C. S. Povos e mares. NUPAUB, São Paulo, 1995. p. 260.

ISSAC, V. J.; MARTINS, A. S.; HAIMOVICI, M.; ANDRIGUETTO-FILHO, J. M. 2006.A pesca marinha e estuarina do Brasil no início do século XXI: recursos, tecnologias, aspectos socioeconômicos e institucionais. Belém, UFPA, 188p.

FAO 1999. Guidelines for the routine collection of capture fishery data. FAO Fish Tech Pap. nº 382. Roma. 113 pp.

FOLKE, C., HAHN, T., OLSSON, P. AND NORBERG, J. 2005. Adaptative Governance of Social-Ecological Systems. Annual Review of Environmental Resources. 30:441-473.

ISSAC V.J., RUFFINO M.L., MELLO P. 2000. Considerações sobre o Método 426 de Amostragem para 427 a Coleta de Dados sobre Captura e Esforço Pesqueiro no Médio Amazonas. IBAMA – Coleção Meio Ambiente. Série Estudos Pesca. 22: 175-199.

LIMA-GREEN A.P., MOREIRA G.G. 2012. Metodologia Estatística da Pesca – Pesca Embarcada. Textos para Discussão – Diretoria de Pesquisas (IBGE), Rio de Janeiro/RJ. 40: 1-52.

HAIMOVICI, M. 2011. Sistemas pesqueiros marinhos e estuarinos do Brasil: caracterização e análise da sustentabilidade. Rio Grande, Ed. Furg. 104p.

HAIMOVICI, M.; ANDRIGUETTO-FILHO, J. M.; SUNYE, P. S. 2014. A pesca marinha e estuarina no Brasil: estudos de casos multidisciplinares. Rio Grande, Ed. Furg. 191p.

HARRISON, P. The third revolution: population, environment and a sustainable world. Penguin Books, England, 1993. p. 400.

HERSOUG B., JENTOFT, S. & DEGNBOL, P. Fisheries development: the institutional challenge. Eburon Publishers. Netherlands, 2004. p. 229.

MARTIN, B. & BATESON, P. Measuring behaviour: na introdution guide. Cambridge University Press. New York, USA, 1993. p. 238.

McCAY, B. J. & ACHESON, J. M. The question of the commons: the culture and ecology of the comunal resourses. The University Arizona Press, USA, 1990. p. 439.

ODUM, E. P. Ecology and our endangered life-support systems. Sinauer Associates, Inc., Massachusetts, USA, 1993. p. 301.

OSTROM, E. Governing the commons: the evolution of institutions for collective action. New York, Cambrigde University Press. 1990. p. 298.

PAULY, D; CHRISTENSEN, V.; GUÉNETTE, S.; PITCHER, T.J.; SUMAILA, U.R.; WALTERS, C. J.; WATSON, R.; ZELLER, D. 2002. Towards Sustainability in Word Fisheries. Nature 418:689-695.

PINKERTON, E. 2009. Coastal Marine Systems: Conserving Fish and Sustaining Community Livelihoods with co-management. In: Chapin, F.S., III; Kofinas, G.P. and Folke, C. Principles of Ecosystem Stewardship Resilience- Based Natural Resource Management in a Changing World. Springer.

PITCHER, T.J., HART, P.J.B., PAULY, D. 1998. Reinventing Fisheries Management. kluwer Academic Publishers, Dordrecht. Books, New York, USA, 466 p. PRATES, A. P. & BLANC, D. (org) Áreas aquáticas protegidas como instrumento de Gestão Pesqueira. Série Áreas Protegidas do Brasil 4, MMA/SBF, 2007. p. 271.

PRATES, A. P. & BLANC, D. (org) Áreas aquáticas protegidas como instrumento de Gestão Pesqueira. Série Áreas Protegidas do Brasil 4, MMA/SBF, 2007. p. 271.

POMEROY, R. S. AND BERKES, F. 1997. Two to Tango: The Role of Government in Fisheries Co-Management. Marine Police 21(5): 465-480.

RICHARDSON, R. J. Pesquisa social: métodos e técnicas. Atlas editora, São Paulo, 1999.

RUFINO M. L. (Editor) A pesca e os recursos pesqueiros na Amazônia brasileira. IBAMA/PRO-VÁRZEA, 2004. p. 272.

RUSE, M. Sociobiologia: senso o contra-senso? Ed. Vozes, Petrópolis, RJ, 1983.

SPARRE, P. & VENEMA, S. C. 1998. Introduction to tropical fish stock assessment. Part 1. Manual. FAO Fish. Tech. Pap. Rome. 306/1 (Rev. 2), 407p. (versão em português disponível no site da FAO).

VIEIRA, P. F., BERKES, F. & SEIXAS, C. S. 2005. Gestão integrada e participativa de recursos naturais: conceitos, métodos e experiências. EDITORA SECCO FLORIANÓPOLIS

ZAR, J. H. 2008. Biostatistical Analysis. (5a ed.). Prentice Hall, New Jersey, 944 p.

 

Disciplina

TÓPICOS ESPECIAIS (Curso: Pesca Amadora)

Código

(disciplina curricular) IPC-003-39

Docente(s) responsável(is)

Dra. Paula Maria Gênova de Castro Campanha

Docente colaborador

Dr. Sergio Luiz dos Santos  Tutui (Coordenador) – Instituto de Pesca/APTA/SAA

Dr. Eduardo Makoto Onaka (docente convidado) – Instituto de Pesca/APTA/SAA

Créditos

2 créditos (1 crédito=15 horas)

Carga horária

30 horas-aula

Nº de alunos mín.

04

Nº de alunos máx.

20

Período

04 a 07 de dezembro de 2017

Cronograma e horário

Aulas teóricas: 22 horas; Atividade de Campo: 04 horas; Apresentação de seminário: 04 horas.

De segunda a quinta das 08h00 às 12h00 e das 14h00 às 18h00

 

PROGRAMA

 

1o dia:

Manhã:

Apresentação

Conceitos Básicos: Pesca amadora, esportiva e recreativa; Categorias de pesca amadora; Cenário da pesca amadora no mundo e no Brasil Delineamento do setor produtivo ligado à pesca amadora; Produtos e serviços

Turismo.

 

Tarde:

Visita à marina e entrevistas com pescadores amadores

 

2o dia:

Manhã: Pesca amadora no Brasil; Mapeamento da atividade; Recursos alvo e modalidades de pescarias (espécies esportivas de água doce e marinhas)

 

Tarde: Equipamentos utilizados na pesca amadora: varas, linhas, anzóis, molinetes, carretilhas, outros apetrechos.

 

3o dia:

Manhã: Técnicas de pesca: barranco, apoitada, rodada, praia, costão, plataforma, pesqueiro, fly, bait casting, jigging, oceânica.

 

Tarde: Plantão de dúvidas, período livre para preparação de seminários.

 

4o dia:

Manhã: Conflitos entre a pesca amadora e outros usuários dos recursos pesqueiros; Pesca comercial industrial; Pesca comercial artesanal; Outros usuários; Legislação Pesqueira e Legislação Ambiental e os impactos na pesca amadora

Gestão pesqueira e a pesca amadora: Instrumentos de regulação da pesca amadora; Instrumentos de exclusão da pesca amadora; Unidades de conservação e a pesca amadora.

 

Tarde: Apresentação dos Seminários

Local(is) de realização

Sede do Centro Avançado de Pesquisa Tecnológica do Agronegócio do Pescado Marinho, Santos – SP

Ementa

Pretende-se introduzir a pesca amadora junto aos profissionais que trabalharão na área de recursos pesqueiros. Dar uma noção sobre as características da atividade e dos atores envolvidos, propiciando ao aluno uma visão da explotação dos recursos pesqueiros além da tradicional abordagem da pesca comercial. Apresentando a pesca amadora como importante segmento no estudo do uso dos recursos naturais e os sistemas de manejo, sustentabilidade e gestão pesqueira. Para apresentar os temas serão realizadas aulas teóricas, visitas de campo e seminários.

Justificativa:

A pesca como atividade de lazer é de grande abrangência, sendo praticada por todas as classes sociais. Apesar de sua grande relevância social e uma cadeia produtiva complexa incorporando indústria, serviços, comercio, importação, além de mídias especializadas (escrita e televisiva), a gestão pesqueira sempre foi pouco afeita à atividade, havendo reduzido entendimento sobre esse ator. Devido à pouca importância dada à atividade, as informações disponíveis são escassas, as referências teóricas são pouco exploradas e os trabalhos desenvolvidos são esparsos e pontuais, dificultando uma abordagem integrada da gestão pesqueira. Por isso, é importante que os estudantes de pós-graduação tenham entendimento sobre a atividade.

 

Objetivos:

1.Caracterizar a pesca amadora quanto aos recursos explotados, técnica de pesca e área de atuação;

2.Caracterizar o perfil socioeconômico do pescador amador e a cadeia produtiva da atividade;

3.Entender a pesca amadora como mais um ator de compartilhamento dos recursos naturais e os conflitos existentes entre os usuários desses recursos compartilhados;

4.Fomentar o entendimento sobre o contexto da pesca amadora e a gestão de recursos pesqueiros e a interface entre as questões ligadas a atividade de pesca amadora e a gestão ambiental.

Critérios de Avaliação

Participação do aluno em classe e nas aulas práticas/visitas

Apresentação de seminário

Biliografia básica

ARLINGHAUS, R. 2005 A conceptual framework to identify and understand conflicts in recreational fisheries systems, with implications for sustainable management. Aquatic Resources, Culture and Development. 1 (2): 145-174.

ARLINGHAUS, R.; COOKE, S.J. 2009 Recreational Fisheries: Socioeconomic Importance, Conservation Issues and Management Challenges. In: DICKSON, B.; HUTTON, J.; ADAMS, W.M. Recreational Hunting, Conservation and Rural Livelihoods: Science and Practice. Blackwell Publishing Ltd. p. 39-58.

COOKE, S.J.; COWX, I.G. 2004. The role of recreational fishing in global fish crises. Biocience. 54 (9): 857-859

COOKE, S.J.; COWX, I.G. 2006 Contrasting recreational and commercial fishing: Searching for common issues to promote unified conservation of fisheries resources and aquatic environments. Biological Conservation. 128: 93-108.

COOKE, S.J.; DANYLCHUK, A.J.; DANYLCHUK, S.E.; SUSKI, C.D.; GOLDBERG, T.L. 2006. Is catch-and-release recreational angling compatible with no-take marine protected areas?. Ocean & Coastal Management. 49: 342-354.

COOKE, S.J.; SCHRAMM, H.L. 2007. Catch-and-release science and its application to conservation and management of recreational fisheries. Fisheries Management and Ecology. 14: 73-79l

COOKE, S.J.; SNEDDON, L.U. 2007 Animal welfare perspectives on recreational angling. Applied Animal Behavior Science. 104 (3): 176-198

COWX, I.G.; ARLINGHAUS, R.; COOKE, S.J. 2010. Harmonizing recreational fisheries and conservation for aquatic biodiversity in inland waters. Journal of Fish Biology. 76: 2194-2215.

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Recursos necessários

Sala de aula com infraestrutura básica: datashow, quadro branco com canetas (ou quadro negro com giz) e tela de projeção.

Transporte aos alunos para visitar marinas e entrevistar pescadores amadores.

Custos

R$ 50,00 para combustível e a disponibilização de duas viaturas para o transporte dos alunos

 

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